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Monday, 31 October 2016

Happy Hallowmas, você

     Oi, leitor.

     Happy Hallowmas, você.

     Estou aqui para dizer que estamos voltando às atividades, aqui no blug.

     Enfim, estou negociando com editora, o meu romance.

     E vai ficar com 480 páginas, o primeiro livro.

     O Hallows, ou November's Eve, é o dia antes de Novembro, muito caracterizado pela celebração do Dia das Bruxas, mas aqui onde vivo é um dia para meditação sobre Magia, e não um dia para a sua celebração propriamente dita.

     Também estou traduzindo a história Sonhos Roubados, no Wormbar.

     Isso vai dar uma cara toda especial ao Enigma Epic Destiny.

     Incluindo também os conceitos essenciais de Enigma, vamos ter novas histórias aqui no blug, e que vão explicar ou enlaçar as que já estavam em andamento. Acredito que quem leu o início das histórias sobre O Garoto que Cria Bugigangas, A Menina que Ama Livros e mais histórias, que antes estava "jogadas", tudo isso vai se unir, mesmo em mundos distintos. Assim, inicialmente em Akkoya e Tanahta, vamos ter de lidar com Melch, ou até mesmo Orija, a lua florestal mais hostil conhecida e que está sendo colonizada por Akkoya, Melch Lemetian e Tanahta.

     O que é importante aqui, é saber que mundos tem direitos e, dependendo do que pretendem fazer ou do que fazem, deveres.

     Nem todo mundo é planeta, mas todo planeta é mundo.

     Feliz Dia das Bruxas, a você, bruxo-bruxa ou não.

     Hoje é um dia para celebrar a vida. Para celebrar a sabedoria, e mais ainda, de celebrar as bruxas e bruxos que vieram antes de nós.

     O nome original deste dia é Hallowmas, que insistem em dizer Halloween e na imagem de uma abóbora para todos governar, mas nem sempre foi assim, nem sempre será assim.

     Hoje um sem número de pessoas estuda Magia porque pode e quer.

     O acesso a Magia se tornou comum, e apenas aqueles que ainda não vivem em lugares aonde a Magia vai com maior necessidade, estão livres da Magia em si. Quem não quer saber de Magia tem realmente esse direito. Existem mais dois caminhos. O da Religião, que tem errado mais do que tem acertado. E o da Ciência, que infelizmente usa a falta de Fé como uma Magia, e isso ainda será repreendido pela própria evolução. Mas o acesso a informação se tornou comum. Hoje, se você quiser saber sobre um assunto, as informações básicas estão todas disponíveis.

     O avançado é que é difícil, porque exige comprometimento e muito estudo.

     Estamos celebrando a ideia que, aqui no blug, vai dar o que falar. Traduzir tudo e colocar todas as hisstórias em relação direta umas com as outras, e a língua dos navegadores, em sua versão português-br, foi a escolhida para desenvolver nosso projeto. Se vai ter tradução, esperamos que seja feita por um profissional, e não por mim.

     Aqui, as histórias vão se encontrar, cedo ou tarde, para trocar uma ideia, ver onde uma e outra estão erradas e transformar essa corrupção em algo de bom.

     Vamos construir um blug, e não apenas publicar histórias.

     Aqui não é o lugar para se ser apenas mais um blog de aventuras, ou adventure blog, mas sim o lugar aonde vão informações relevantes sobre o Enigma Fictional Multiverse, também encontrado em nosso Wiki, logo abaixo, para que as pessoas se conscientizem. Magia? Magia está em todo lugar.

             www.actiontales.com.br

     Vamos construir isso juntos? Eu preciso de nomes, com poucas linhas de história.

     Foi assim que demos início à campanha Patreon -- procure por Enigma. Envie os nomes e as poucas linhas de história pelo Twitter.

     Twitter @solcajueiro, @themagicnation, e @schmmach.

     Saiba quais são as suas dúvidas antes de enviar o tweet, e mantenha uma linguagem clara para que eu possa responder.

     Estamos reiniciando os trabalhos, e hoje é uma grande noite.

     Sendo wicca, também, eu posso me deliciar com o café com chocolate que tomei e vou tomar de novo daqui a pouquinho, mas não se esqueçam da regra de três.

     Duas vezes é o bastante, pois a Magia é inteligente e sabe o que faz.

     Indo para meu segundo café com chocolate, entusiasmado com as histórias que vão sair das anotações e gravações que fazemos de nossas sessões.

     Obrigado por ler, também pela paciência, e,...
             ..,. Stay Plugged.

Sunday, 13 December 2009

Iyaowa -- O Dialeto da Ficção

     Halloi (Helo), o ikyuuka sa.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)

     Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.

     Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.

             www.actiontales.com.br

     Também estou aqui para dar exemplos básicos.

     Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.

     Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
     A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
     Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
     Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.

     Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.

     Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.

     Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.

     A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.

     O Tópico usualmente primeira a frase.

     Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.

     Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.

     O Tópico é um formulae ao redor do Operador.

     O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.

     E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.

     Isso que acontece é chamado de Topicalização.

     Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.

     Exemplos básicos -- Palavras

     ee :: yes, informal
     ewa :: yes, formal, absolute
     egga :: no, too strong for polite conversation
     ne :: zero; no; yes-no question marker
     eika :: maybe, perhaps
     souka :: really?
     buddai :: straight, right, correct
     huttu :: right, ok
     naifléach :: wrong, baseless
     hieri : deal (done)

     Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.

     Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.

             Interspeech

     Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.

     Sobre línguas, ediche e humanos

     As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.

     Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.

     A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.

     Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.

     I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.

     De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.

     Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.

             Arda, Iehta, Terra.

     Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.

          -- We are humans and we are from Earth.

          -- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.

          -- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.

     A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.

     Ambas dizem exatamente a mesma coisa.

          -- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.

     No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.

           Examples (Akkia):

     -- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).

     Akkia ni o Täidui :: Example of the Day

     -- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).

     It's animistic, na = article, doer/personifier.

     See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.

     Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.

     Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.

     This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.

             Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.

     No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.

     Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.

     Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
     Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
     Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.

     You will find other interesting polsts (posts) in this Blog about religion, though. They're here as fiction. They're Art, and Art is what make us humans, part of the ejik superrace.

     Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
     Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
     Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...

     Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.

             So, this is all for this polst.

     This post was revised in September 13, 2011, Belo Horizonte, Brazil -- added examples.

     Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.

     Hope you're enjoying your reading, and,...
             ..,. Stay Plugged.

Thursday, 12 November 2009

Enigma Action Tales

     Oi, leitor.

     Enigma Action Tales é um jogo e também um universo ficcional complexo, e cada história em separado é uma cena para entendermos sua grandeza.

     Siga para nosso Wiki para ter uma visão geral melhor.

             www.actiontales.com.br

     Action Tales é o universo onde O Jogo acontece.

     Eu também me dedico a romances, por isso irá haver uma pausa aqui no blug, para que eu consiga terminar o primeiro livro dos romances, e serão cinco mais alguns spin offs.

     Vamos pensar na Teoria do Jogador, para começar ao ponto.

     A Teoria do Jogador diz que todos nós somos personagens, e que há um Jogador com uma ficha de personagem rolando dados para as nossas ações, interferindo no que queremos, pensamos e até mesmo conseguindo errar, quando tínhamos a certeza do sucesso.

     O inverso disso quer dizer que estamos separados, nossas almas estão vivas em muitos personagens, e devemos reunir nossas almas para nos compreender melhor.

     Isso tudo é lenda, porque na prática a Magia é inteligente e sabe o que faz.

             -- A Magia? A Magia está em todo lugar.

     Eu faço questão de focar em histórias durante o texto offgame. Isso é lindo. Será feito, mas estou ainda trabalhando em como fazer essa parte da narrativa.

     Durante muito tempo, eu mestrei na rua, em Beaga, sem me preocupar.

     Mestrar na rua, hoje em dia, é normal na região onde eu moro. Mas bem, a maioria dos grupos prefere a tranquilidade de estar em casa, sem observadores.

     O ano é 2056 tka, no início do primeiro mês, agora já acalmando os ânimos do calor do verão, e vemos uma Twig Tkji Koki triste, mas sem que ela perceba estamos aqui falando dela.
     Um dia muito comum começa, este dia Sete, no início do ano.
     E é o aniversário dela, a propósito.
     Ela acorda e começa a se levantar sem nenhuma expectativa, sabendo que as enfermeiras que tomam conta do Orfanato de Santa Ilóine não vão se importar se tem festa de aniversário ou se não tem.
     -- Acorda! -- tum-tum-tum, a enfermeira bate à porta -- Acorda! Você tem de limpar os gramados, e ai de você se deixar uma única folha.
     E então, Twig respira fundo e vai, para o que parece um dia qualquer. Limpar o gramado. Limpar a mansão. Lavar os pratos. Sem sorriso. Sem nenhum cumprimento. Nada vai mudar. Nunca. Sua vida está em perigo. Sem que ela saiba, fora o fato de que ela não pertence mais ao mundo do orfanato, e mais, sem que o Agente Social tenha a menor noção de tudo o que está para acontecer, ela está crescendo e fazendo onze anos hoje. Sua vida vai mudar, para sempre, e sem ponte para voltar atrás.
     Ela sonha acordada, neste dia tedioso.
     De noite, deitada, às nove horas, Twig desenha uma estrela de cinco pontas diante do travesseiro e imagina uma vela, para fazer um desejo, e suavemente sopra a vela invisível, aí -- Feliz aniversário, Twig,... -- ela deseja solitária a si mesma.
     E então, ela vai dormir

     Acredito que o RPG tem muito a evoluir, bem como os sistemas de narrativa, principalmente os que se dizem genéricos.

     Você acompanhou o início da história de Twig, em um orfanato.

     Ao bolar este tipo de intervenção, na época deste post, eu tinha em mente que as histórias iriam se encontrar em mesa de jogo, mas isso na verdade não acontece.

     Jogadores querem que seu personagem central seja o personagem principal.

     Ainda vou dar um jeito de se jogar com vários personagens. A ideia é que isso quebra a rotina e o condicionamento quanto aos nossos personagens.

     Aqui, ainda estamos testando o sistema de regras.

     Eu propuz aos grupos me permitirem testar o sistema, enquanto jogamos, e as histórias ficam como consequência disso. Eles se divertem, enquanto eu trabalho.

     Uma das coisas que vamos testar serão os Tipos (Templates).

     Eu quero testar revezamento de narrativa, com a ajuda do Tarot. É um sonho meu usar o Tarot no jogo, desde que eu comecei os estudos do baralho, muito jovem.

     Vou deixar anotadas aqui algumas das minhas decisões importantes.

     E vou tentar respeitar, como neste post, os posts originais. A época em que foram publicados. E, de ano em ano, fazer com que a narrativa se encontre.

     Alguns posts dependem de informação já publicada.

     Algumas anotações pessoais serão compartilhadas, também.

     Espero que você esteja gostando, volte sempre, e,...
             ..,. Stay Plugged.