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Thursday, 17 November 2016

Nephilimburgs -- Action Tales

     Nephilimburgs

     Enfim, vamos dar início à história.

     A história se dá porque uma série de Ilhas de Realidade surgem, ligando algumas cidades com razoável importância, de um jeito ou de outro.

     Nós vimos posts semialeatórios, histórias pela metade e meditações importantes.

     Agora, o objetivo é a narrativa de como isso tudo se encaixa.

     Isso tudo e muito mais, pois as Ilhas de Realidade são um dos segredos mais importantes das pessoas de poder, a Manifestação máxima.

     Quero muito contar como a menina que ama livros, o garoto que cria bugigangas e o filho do orfanato salvaram a sua escola. Assim sendo, A Escola dos Mil Herdeiros está salva, em Tanahta, mas parece que ninguém percebeu que a escola ia ser destruída, somente uns poucos alunos sabem, e por motivos muito especiais.

     Além disso, fenomenologia é um assunto muito sério.

     Não vamos deixar O Fenomenologista de fora, isso é claro.

     Vamos reunir também as intervenções positivas feitas durante a história do blug. Incluindo as meditações, todas elas são muito relevantes.

     Espero que esteja gostando da leitura, e,...
             ..,. Stay Plugged.

Monday, 31 October 2016

Happy Hallowmas, você

     Oi, leitor.

     Happy Hallowmas, você.

     Estou aqui para dizer que estamos voltando às atividades, aqui no blug.

     Enfim, estou negociando com editora, o meu romance.

     E vai ficar com 480 páginas, o primeiro livro.

     O Hallows, ou November's Eve, é o dia antes de Novembro, muito caracterizado pela celebração do Dia das Bruxas, mas aqui onde vivo é um dia para meditação sobre Magia, e não um dia para a sua celebração propriamente dita.

     Também estou traduzindo a história Sonhos Roubados, no Wormbar.

     Isso vai dar uma cara toda especial ao Enigma Epic Destiny.

     Incluindo também os conceitos essenciais de Enigma, vamos ter novas histórias aqui no blug, e que vão explicar ou enlaçar as que já estavam em andamento. Acredito que quem leu o início das histórias sobre O Garoto que Cria Bugigangas, A Menina que Ama Livros e mais histórias, que antes estava "jogadas", tudo isso vai se unir, mesmo em mundos distintos. Assim, inicialmente em Akkoya e Tanahta, vamos ter de lidar com Melch, ou até mesmo Orija, a lua florestal mais hostil conhecida e que está sendo colonizada por Akkoya, Melch Lemetian e Tanahta.

     O que é importante aqui, é saber que mundos tem direitos e, dependendo do que pretendem fazer ou do que fazem, deveres.

     Nem todo mundo é planeta, mas todo planeta é mundo.

     Feliz Dia das Bruxas, a você, bruxo-bruxa ou não.

     Hoje é um dia para celebrar a vida. Para celebrar a sabedoria, e mais ainda, de celebrar as bruxas e bruxos que vieram antes de nós.

     O nome original deste dia é Hallowmas, que insistem em dizer Halloween e na imagem de uma abóbora para todos governar, mas nem sempre foi assim, nem sempre será assim.

     Hoje um sem número de pessoas estuda Magia porque pode e quer.

     O acesso a Magia se tornou comum, e apenas aqueles que ainda não vivem em lugares aonde a Magia vai com maior necessidade, estão livres da Magia em si. Quem não quer saber de Magia tem realmente esse direito. Existem mais dois caminhos. O da Religião, que tem errado mais do que tem acertado. E o da Ciência, que infelizmente usa a falta de Fé como uma Magia, e isso ainda será repreendido pela própria evolução. Mas o acesso a informação se tornou comum. Hoje, se você quiser saber sobre um assunto, as informações básicas estão todas disponíveis.

     O avançado é que é difícil, porque exige comprometimento e muito estudo.

     Estamos celebrando a ideia que, aqui no blug, vai dar o que falar. Traduzir tudo e colocar todas as hisstórias em relação direta umas com as outras, e a língua dos navegadores, em sua versão português-br, foi a escolhida para desenvolver nosso projeto. Se vai ter tradução, esperamos que seja feita por um profissional, e não por mim.

     Aqui, as histórias vão se encontrar, cedo ou tarde, para trocar uma ideia, ver onde uma e outra estão erradas e transformar essa corrupção em algo de bom.

     Vamos construir um blug, e não apenas publicar histórias.

     Aqui não é o lugar para se ser apenas mais um blog de aventuras, ou adventure blog, mas sim o lugar aonde vão informações relevantes sobre o Enigma Fictional Multiverse, também encontrado em nosso Wiki, logo abaixo, para que as pessoas se conscientizem. Magia? Magia está em todo lugar.

             www.actiontales.com.br

     Vamos construir isso juntos? Eu preciso de nomes, com poucas linhas de história.

     Foi assim que demos início à campanha Patreon -- procure por Enigma. Envie os nomes e as poucas linhas de história pelo Twitter.

     Twitter @solcajueiro, @themagicnation, e @schmmach.

     Saiba quais são as suas dúvidas antes de enviar o tweet, e mantenha uma linguagem clara para que eu possa responder.

     Estamos reiniciando os trabalhos, e hoje é uma grande noite.

     Sendo wicca, também, eu posso me deliciar com o café com chocolate que tomei e vou tomar de novo daqui a pouquinho, mas não se esqueçam da regra de três.

     Duas vezes é o bastante, pois a Magia é inteligente e sabe o que faz.

     Indo para meu segundo café com chocolate, entusiasmado com as histórias que vão sair das anotações e gravações que fazemos de nossas sessões.

     Obrigado por ler, também pela paciência, e,...
             ..,. Stay Plugged.

Wednesday, 2 December 2015

Encontro a Definir

     Encontro a Definir

     De: Rafael Magalhães

     "... erauma noite agradávelde primavera onde a brisa noturna soprava magia em seu rosto, e o briho da lua refletia ao longe em uma queda d'água próxima. Ao pensar em como seria bom refrescar-se após uma longa jornada de meses em território selvagem, ele sente uma presença.
     Ao aproximar-se cautelosamente, percebeu que à beira d'água havia uma pessoa sentada como se meditasse.
     Súbito um vento lhe veio pelas costas e ao mesmo tempo uma voz.
     -- Aproxime-se! -- disse o homem sentado à margem.
     Percebendo que sua presença havia sido notada pelo homem, ele não teve outra alternativa senão sair das sombras onde espreitava e se aproximar.
     -- Não sou sua presa nem seu inimigo, logo não precisa agir com cautela. Apesar de você ser bom caçador, deveria saber se ocultar melhor -- disse o homem ainda sentado de costas para ele.
     Um temor percorreu o corpo dele, como um calafrio febril.
     "Como posso ter sido descoberto?", pensou ele.
     O homem fez um aceno com a mão, o convidava para aproximar-se, e falou:
     -- Jovem, você tem talento, mas ainda há muita coisa para ser aprendida. Deixe um simples eremita poder falar com alguém.
     Sentindo a honestidade das palavras, então se aproximou cautelosamente como é do feitio dos caçadores.
     Ao sair das sombras pode perceber que o homem sentado estava virado em sua direção, então pode ver claramente sua figura.
     Era um homem de cerca dos seus quarenta anos, magro e com um olhar completamente vazio, não estava vestido e, apesar de não ter o biotipo de um guerreiro, possuía inúmeras cicatrizes.
     O caçador, sempre cauteloso, começou a perscrutar a área em busca de armadilhas, nada escapava do seu olhar. Não achando nada, sentou-se perto do homem fazendo-lhe uma reverência comum entre os guerreiros.
     -- Não podemos esquecer nunca de onde viemos, não é?
     Ele consentiu com um aceno de cabeça e então o homem começou a falar.
     -- Por quem você luta? Qual é a sua busca?
     A palavra busca realmente o fez hesitar, então respondeu:
     -- Luto por mim e a minha busca é minha! -- disse em um tom grosseiro.
     O homem suspirou e lhe perguntou:
     -- Você tem um senso comum raro entre vocês, porém se pensar na individualidade, nunca vai atingir seu objetivo.
     Outra ufada de vento passa por eles.
     -- Você não sabe o que eu deixei para trás na minha busca e o que fiz para ser eu! -- exclamou o já inflamado caçador, levantando-se e apontando o dedo indicador ao rosto do eremita. Este, porém, estava calmo como as águas ao redor e também se levantou com um olhar mais vazio do que antes.
     -- Deixe-me contar algo -- disse -- Já fui conhecido como Oddo o gladiador invicto, ganhei minha liberdade mas continuei na arena por um único motivo, meu irmão de treinamento na academia de guerreiros. Lutamos guerras, batalhas e quando perdemos a grande guerra nos separamos. Após isso iniciou-se meu treinamento monástico. Quinze anos após isso eu estava ajudando a combater uma peste que assolava a cidade e soube que abririam jogos e um dos melhores gladiadores era ele! Novamente abri mão da minha vida e me tornei gladiador por livre vontade.
     Fez uma pausa. O vazio no olhar do eremita diminuia à medida que ficava turvo com as lágrimas.
     -- Eu já havia lutado em arenas antes, consegui sobreviver, e quem diria que voltaria por minha própria vontade! O fogo que ardeu em minha alma não poderia ser mais forte! Eu queria estar ali, eu queria lutar ao lado dele novamente. Assim foi.
     Nos tornamos a única equipe a sobreviver entre feras, os mais selvagens lutadores já vistos, lutamos contra os déspotas que compram tudo isso. Fez outra pausa, agora olhando para o seu ombro esquerdo. Ele, ao seguir o olhar, percebeu a marca que significava "Suporte".
             ".

     (Tive de parar, não estava entendendo a letra).
     (Mas, no máximo semana que vem, o texto todo está aqui).

     (Aguarde).

Tuesday, 16 April 2013

Pausa, devido aos Romances

     Oi, leitor.

     Eu também estou me aventurando na literatura, e meus romances precisam de mim, por isso vou dar um tempo do Blug e me concentrar na redação e revisão da Série, que deve ser uma Série de cinco livros, com alguns spin offs.

     Eu percebi o quão difícil é manter atualizado um blug.

     Temos muito trabalho, e eu vou traduzir para português-br, no futuro.

     Acredito que apenas Akkoya não vai ser o objetivo futuro. Irei incluir Arda, nossa Terra, nas linhas deste meu espaço.

     Tudo o que estou fazendo aqui é pedir uma pausa.

     No futuro, irei explicar histórias que, ainda sendo jogadas, são jogadas com O Jogo, em que Enigma Action Tales figura principal, e há a ideia de uma futura publicação. Não sei. É muito bom ter um método só nosso de criação. Mas bem, ao mesmo tempo, seria muito bom ter a opinião de outros mestres sobre o que estamos fazendo, nosso método.

     Saibam que não vou parar com as Conlangs, essencialmente Akkia.

     Akkia é uma Maglang, ou língua da magia, do inglês "magic language".

     Iyaowa é o dialeto essencial a que vou me dedicar.

     Vou sair um pouco das mesas de jogo para me aventurar no século 23, de Arda, nossa Terra, em que eventos muito importantes estão acontecendo, e serão narrados em livro.

     Não vou parar, simplesmente, mas sim me dar o tempo necessário.

     Agradeço pela visita, também pela paciência, e digo,...
             ..,. Stay Plugged.

Sunday, 13 December 2009

Iyaowa -- O Dialeto da Ficção

     Halloi (Helo), o ikyuuka sa.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)

     Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.

     Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.

             www.actiontales.com.br

     Também estou aqui para dar exemplos básicos.

     Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.

     Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
     A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
     Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
     Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.

     Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.

     Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.

     Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.

     A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.

     O Tópico usualmente primeira a frase.

     Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.

     Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.

     O Tópico é um formulae ao redor do Operador.

     O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.

     E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.

     Isso que acontece é chamado de Topicalização.

     Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.

     Exemplos básicos -- Palavras

     ee :: yes, informal
     ewa :: yes, formal, absolute
     egga :: no, too strong for polite conversation
     ne :: zero; no; yes-no question marker
     eika :: maybe, perhaps
     souka :: really?
     buddai :: straight, right, correct
     huttu :: right, ok
     naifléach :: wrong, baseless
     hieri : deal (done)

     Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.

     Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.

             Interspeech

     Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.

     Sobre línguas, ediche e humanos

     As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.

     Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.

     A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.

     Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.

     I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.

     De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.

     Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.

             Arda, Iehta, Terra.

     Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.

          -- We are humans and we are from Earth.

          -- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.

          -- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.

     A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.

     Ambas dizem exatamente a mesma coisa.

          -- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.

     No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.

           Examples (Akkia):

     -- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).

     Akkia ni o Täidui :: Example of the Day

     -- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).

     It's animistic, na = article, doer/personifier.

     See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.

     Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.

     Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.

     This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.

             Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.

     No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.

     Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.

     Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
     Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
     Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.

     You will find other interesting polsts (posts) in this Blog about religion, though. They're here as fiction. They're Art, and Art is what make us humans, part of the ejik superrace.

     Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
     Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
     Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...

     Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.

             So, this is all for this polst.

     This post was revised in September 13, 2011, Belo Horizonte, Brazil -- added examples.

     Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.

     Hope you're enjoying your reading, and,...
             ..,. Stay Plugged.

O Mestre vai Publicar

     Halloi (Helo), e Seja bem vindo|a.

     O que e quem é o Mestre em Action Tales?

     Eu testei sistematicamente várias maneiras como o PRG podia acontecer. Meus jogadores sempre querem que eu seja o Narrador, mas eu gosto de jogar de vez em quando para me lembrar do que eu faço com os meus jogadores.

     No caso de você não saber o que é um RPG, é uma história criada em grupo. Existem regras e, em geral, um livro de regras, para servir de referência e tornar os testes com dados mais justos. Alguns jogos usam um "grid", mas isso me lembra Wargame e não RPG, e o mesmo vai para o uso de miniaturas. Você vai precisar de uma lapiseira, de borracha e papel. Você pode usar o papel para desenhar esboços de onde os jogadores estão, a cena, mas não precisa de muitos detalhes, apenas para mostrar aonde as coisas estão e o que são, aparentemente.

     Todo o resto é uma história, com personagens, discurso de narrador e ação.

     Não existe a necessidade de um "screenplay", ou roteiro, nenhuma linha de texto para que você diga o que os personagens vão dizer. É totalmente imaginação, e é por isso que é tão terrível "assistir" a uma sessão de jogo: você não pode VER o que acontece.

     Um dos Jogadores em especial é o Mestre, ou Narrador, ou Maestro.

     Em bora o título varie um pouco de jogo para jogo, a maioria dos jogos tem um Jogador que serve como juiz, guia ou Jogador que sabe mais sobre as regras que os outros, para fazer com que o jogo seja justo e resolver disputas. O Mestre usualmente é o Narrador.

     É uma questão de House Rules quanta discussão offgame o grupo permite, ou seja, a conversa fora do jogo que não se referem aos atos da imaginação.

     O Mestre precisa de ajuda?

     Hmmmh,... É melhor eu dizer que sim.

     Eu joguei uma campanha em que um dos jogadores sabia mais das regras que eu. Nós usamos muitos livros, guardados em CDs, e nós tinhamos de parar o jogo para olhar regras nesse mesmo tanto de livros, para ter certeza das coisas. Isso não é bom. Eu não achei divertido. Como diminuir a quantidade de pausa que você necessita? A maioria dos grupos tem uma única House Rule para isso: -- O Mestre tem a palavra final. E é ele, ou ela, que determina a maior parte das regras que um grupo necessita, ele decide como acontece e o que acontece. Há grupos que gostam de ter todos os livros, para tirar o poder das mãos do Mestre.

     Em uma história de Enigma Action Tales, nós nos concentramos em publicar em um blug, como este próprio, o que exige ajuda extra ao Mestre por parte do grupo.

     Alguém além do mestre deve tomar notas -- as anotações servem para se lembrar do que aconteceu, nessa ou naquela sessão. Não pare O Jogo para fazer as anotações.

     Uma vez que aqui o objetivo é publicar em um blug, qualquer ajuda é necessária e pode tornar o gameplay melhor. Em Action Tales, você precisa pensar sobre isso. O Mestre via publicar, e precisa de ajuda. Saiba que seu Mestre precisa de você.

     O que é trabalho criativo em grupo, em Action Tales?

     Eu testei isso e muito, e eu adoro quando um jogador dá uma ideia boa para o grupo. Action Tales quer dizer usar as ideias dos jogadores, as boas e as ruins. É uma questão de tempo até que o jogo se torne coletivo, e não mais do Mestre. Tramar também é possível aos jogadores. Na verdade, eu adoro quando um jogador tem uma boa ideia do que ele, ou ela, quer. Isso não é válido para todos os jogadores, uma vez que alguns estão ali apenas para se reunir com os amigos.

     Mesmo se o Mestre centralizar todas as House Rules, é bom fazer votações. Isso é importante, para tomar o caminho certo quanto a decisões de jogadores e suas sugestões serem boas ou ruins  para a história.

     Se a votação decidir que a ideia é ruim mesmo, não use.

     Apesar de muitos grupos terem House Rules, em Action Tales Enigma nós usamos o Tarot para decidir algumas cenas, usando o significado da carta como "modificador".

     Isso é muito difícil publicar, e infelizmente não dá pra dizer quanto na história publicada no blug foi decidido pelo Tarot.

     Ter um diário ajuda muito o Mestre que quer publicar.

     Assim, continuidade é o maior dos problemas em termos de Story Game e publicação em blog.

     Você precisa colocar as datas no papel, ou arquivo digital, para não se perder.

     Acontece que você pode publicar um resumo, logo que chega em casa, e definir a versão final como vai ser depois, repensando buracos de roteiro.

     That will make your work lot easier if you don't change much the Blog, as I'm doing in here, that is, to edit older posts but I'm using the same Topics as the old ones -- I'm working on the same argument, only with a better English.

     Era isso que estava no original em inglês, mas o fato é que eu decidi traduzir tudo para o português, por ser minha língua e ficar melhor.

     Você deve pensar que todos vão ler, não apenas seus amigos.

     Eu estou mantendo os originais o máximo possível, e eu já fiz isso antes. A ideia de Conlog é exatamente essa, e com uma vantagem.

     Depois de feita a revisão geral, você tem um texto de qualidade.

     Editar não é uma ideia ruim, mas em 2016 digo, publicar em uma língua que você não domina totalmente não é uma boa ideia.

     Todos os jogadores devem entender a história jogada, e publicada.

     Nem todas as histórias são a história de um grupo, mas em Action Tales costuma ser, e você precisa de narradores.

     Eu decidi que os narradores são muitos, e há narradores principais que reúnem tudo o que os demais estão querendo colocar nas histórias, para dar uma forma final à narrativa.

     Uma vez que a história acaba ou é interrompida, O Mestre deve reunir o grupo e ouvir a história do ponto de vista de cada jogador, deixando claros quais os pontos principais e quais são os feitos honoráveis do personagem durante a história. O Mestre deve contar ao jogador, depois do fim da história, como os seus esforços fizeram a diferença. O grupo tem o direito de saber a história, quando ela termina.

     Ou então, continue a história com outro grupo, outros personagens.

     Isso poderia quebrar um pouco as histórias, mas se você tem uma ideia de como fazer para que as várias histórias de grupos distintos faça sentido, boa sorte.

     O mais importante é que O Mestre precisa da ajuda dos jogadores para publicar.

     So, Have fun with you Story, and,...
             ..,. Stay Plugged.

Thursday, 3 December 2009

Arquivos de Akkoya: A Aliança

             Arquivos de Akkoya
(Akkoya, Aliança das Três Raças, 2056 tka).

     Este é o ano 2056 tka da Aliança das Três Raças, e início do primeiro mês, ainda que esteja longe do assustador superverão, e Twig Tkji Koki, sem que ela perceba, é o nosso assunto.
     Tem início um dia comum, este dia Sete, do início do ano.
     Aniversário dela, por acaso. Ela acorda sem nenhuma expectativa, sabendo que as enfermeiras que tomam conta do Orfanato Abençoado de Santa Illóine não vão se importar se existe uma festa de aniversário ou não.
     -- Acorde! -- tã-tã-tam, a enfermeira bate à porta -- Levante! Você tem de lavar o pátio, e ai de você se deixar uma única folha no chão!
     E então, Twig pega o fôlego e vai, para o que se parece com um dia comum. Lavar o pátio. Limpar a mansão. Lavar os pratos. Sem sorrisos. Sem cumprimentos especiais. Nada vai mudar. Nunca. A vida dela está em perigo. O perigo está no fato de que ela não pertence a esse mundo, mas sem que o Agente Social perceba, ela está crescendo e a vida dela está para mudar para sempre, sem ponte para retornar ao que era antes.
     Ela sonha acordada, nesse dia chato.
     Mas, às nove horas da noite, Twig desenha uma estrela diante do seu travesseiro, olhando para ela para fazer um pedido, e sopra suavemente como se houvesse uma vela invisível aí -- Feliz Aniversário,... -- ela diz.
     E foi dormir.

     Seja bem vindo|a, ao Setor Laranja, galáxia 52.

     Este é o lugar onde mito e história se encontram, e as histórias dos ediche reúnem lendas dos tempos antigos do passado.

     O nome ediche vem da superlíngua Oká, de Akkoya, que em teoria reúne 64 mundos, dos quais conhecemos apenas seis em nossa galáxia em influência linguística. Oká é uma língua de corda, e pode ser captada em anotações em transe. Você deve ter uma ligação muito séria com as pessoas que deseja saber o que dizem, para que consiga transcrever.

     Hoje, no Setor Laranja, a superlíngua Oká se espalhou por mais de vinte mundos, todos eles com fortes mitos locais, lendas e história.

     Deixe-me apresentar o meu assistente: O Doutor.

     De acordo com O Doutor, um vetalla -- vetalla é o nome dos imortais sanguinius mais antigos, e que acumulam nekron ao redor deles, em resumo, um vampýr ancião -- muito importante de Ryklant, Akkoya, os selos que revelam sobre a superraça ediche e que foram erguidos há mais ou menos dois mil anos atrás estão para se revelar, desde quando os ediche foram influenciados por raças alienígenas e futuros estrangeiros em suas sociedades locais. Nosso narrador, o bruxo professor Susking Kuoi, que também reside em Ryklant, nas terras norte próximas às montanhas e região da Floresta Negra, que antecede as ruínas da nobreza de Toj, também estará conosco. Nós vamos olhar todas as fontes de informações necessárias para contar as histórias que reunimos aqui, procurando por informação estratégica, e contra infiltradores alienígenas que invadem nosso universo.

     Sendo também um experiente Caçador, O Doutor não é um médico, mas sim um schamant urbano vampýr, que garante que as ameaças à nossa superraça ediche ainda existem, e apenas vigilância constante é capaz de nos proteger dos perigos do amanhã.

     Antes, Tempo e espaço, Magia, a sociedade e a cultura estavam em perigo.

     Estamos traduzindo os posts do inglês para a língua dos navegadores, o português, porque sempre existe o porto em quanse qualquer país ou região.

     Vou manter o texto o mais próximo do original possível. Há diferenças. Ainda assim, não vou incluir informações que somente no futuro tenho, o máximo possível. Você vai encontrar aqui a maior parte do original ou no original ou corrigidos, pois havia uma série de problemas de linguagem, uma vez que o inglês não é minha língua nativa.

     O Doutor tem o hábito de se vestir de preto, com um chapéu de aba longa e reta, e um lenço vermelho para simbolizar sua origem sanguinius como vampýr. Os sanguinius não bebem sangue como os nekron, pelo ao menos não diretamente. Eles usam da narrativa de sua própria vida para conseguir o sangue que querem, e deles nasce a concentração de sangue que permite aos vampýr também não precisar de mais de 200 ml de sangue por semana, a não ser que a doença da sede atinja o vampiro em separado.

     Akkoya é o mundo-kapital ediche. Teve um apelido por mais de três mil anos, e que é uma palavra complicada de se traduzir, Kalaummuklutwa. Este é o nome do arquivo ediche. É o nome do mundo, além do nome do mundo. A palavra "toj" significa mundo, e Akkoya é o presente do antigo e mitológico mundo de Toj. Naquela época, eram três mundos, ou Trikumai, que reuniam Toj, Kalagot e Treiyka ao redor uns dos outros. Mas era kalagot que era considerado planeta. Isso foi o motivo de alienígenas terem influenciado o passado de Akkoya, porque Kalagot era o mundo siddha, onde oggros, fadas e espíritos habitavam e dominavam o mundo. Ainda assim, os ikka sabiam que era a raça ediche que era a dominante padrão, porque eles estavam em vários mundos e era essa a raça que encontravam em comum, nestes vários mundos.

     Hoje sabemos que existem muitos mundos ediche, mas apenas oito fazem parte da Aliança das Três Raças, ediche, ikka e sun chang.

     Seja bem vindo|a à Velha Casa de Narradores de Enigma Action Tales.

     Durante os milênios recentes, a raça ikka, ou as brancas -- a liderança feminina é natural desssa raça -- viu com tensão que vários mundos ediche tinham a mesma mitologia, de um superdeus chamado de Deus Terrível, um sátiro. Devido a isso, os (vamos manter o masculino porque é o gênero padrão do português, por enquanto) ikka invadiram silenciosamente a cultura de sete mundos ediche, que tinham a supermitologia em comum, sendo Toj um deles.

     Quando a Tempestade chegou, estes sete mundos passaram por mudanças radicais, e um deles, o mundo de Kora, viveu o steampunk desde então e até hoje.

     Estes sete mundos tem relações mágicas entre si, que o que acontece em um mundo reflete de alguma maneira nos demais. Não se sabe ao certo, mas diz a lenda que é Efemmera, a Deusa da Morte ediche, que mantém a conexão entre os mundos, apesar da distância, mas pode ser também uma série de metaplanos que os liga entre si. Metaplano é um plano isolado, que existe sem a necessidade de ter um planeta ligado a ele. Isso era pra ser raro, dizem nossos amigos Gray, os cinzas, que não são ligados aos alienígenas que invadem mundos.

     Aqui é o lugar para trazer estas histórias ao nosso mundo, Arda, nossa Terra.

     Nós estamos aqui para garantir o sonho de sobrevivência dos bravos, aqueles que lutam por nosso mundo, em silêncio porque o mundo é organizado para que não se publiquem informações que possam ferir a integridade de Arda. Isso é muitas vezes confundido, pelas pessoas comuns -- pessoa comum é um conceito de Akkoya, mas que se espalhou -- com estratégias de conspirações, e de uma certa forma são. Ainda assim, conspiração é uma prática universal. Não é nenhum tipo de exclusividade ediche de Arda que conspirações modelem o mundo, para que não sejamos expostos a invasores, principalmente, e para que as mudanças sociais e culturais sejam graduais, ou seja, não tenham influência estrangeira de outras raças.

     Arda faz parte de uma Aliança sem nome, chamada simplesmente de Aliança.

     São 26 mundos de era recente espacial, mais seis que estão na era espacial há muito tempo, e quando dissemos muito tempo, isso quer dizer pelo ao menos 2 mil anos. Isso é uma média. Temos mundos recentes muito avançados em ciência, mas pouco em magia. E é a magia que nos faz diferentes dos alienígenas invasores de mundos, porque isso eles não conseguem compreender, nem replicar.

     Akkoya recebe o título de Toj1ka, ou seja, mundo-kapital ediche.

     Arda ainda não tem um título definitivo, mas alterna em anotações oficiais do sigilo que rege todos os mundos, exceto um que tem uma sociedade toda pública, entre Ter5ka e também Ter1ka, o que quer dizer que estamos alternando entre mundo lateral e mundo-kapital em nossa história, e temos muito menos história que Akkoya e a sua Aliança. Vamos passar por cima de nossa vontade de conhecer nossa própria história, e vamos ver anotações e histórias de Akkoya e a Aliança das Três Raças, porque é muito importante politicamente que conheçamos nossos vizinhos, além de eles terem muito mais tecnologia que nós e conhecerem o espaço há 5 mil anos.

     Akkoya ferve com os droides trabalhadores, e tem cerca de 60 dimensões.

     Ter tão poucas dimensões faz com que elas sejam mais estáveis, e é por causa disso que Akkoya se torna o centro da indústria do cinema da Aliança das Três Raças. Então, se você estiver procurando glamour, é o lugar certo. Um lugar que protege os seus Sagrados, além também de proteger os siddha, os elfos e as fadas, permitindo florestas dimensionais enormes terem lugar próximo a cidades que fervilham de trabalho, com vias aéreas e terrestres aonde topteros e carros disputam o espaço, indo e vindo de e para casa. Um lugar sagrado, com muita história.

     Meu amigo bruxo Susking Kuoi de Ryklant diz que em Akkoya o mito e a realidade se misturam, e o sobrenatural também se mistura, sendo manifestações sem explicações que ocorrem desde o tempo em que toj-éc (este mundo) era medievo.

     Em Akkoya, a Magia é parte do dia a dia das pessoas, incluindo as pessoas comuns.

     Isso é feito e regido pelo cinema, deixando o peka (computador pessoal de pulso ediche) livre para dar informações a pessoas de poder que tenham o treinamento adequado. A tecnologia é viva, e as inteligências digitais respeitam as pessoas. Não dão qualquer informação a elas. Inteligências sabem muita coisa, mas sabem que as pessoas tem dificuldade de aceitação do que não conhecem, e por isso Akkoya vive uma sociedade dual, em que pessoas comuns sabem e não sabem da Magia, Manifestação e Poder, ao mesmo tempo.

     Isso permite aos militares de Akkoya usarem tecnomágica, principalmente para o controle de dimensões mais maleáveis, a partir da vigèsima dimensão. Sendo sessenta, a população que vive em dimensões maleáveis tem proteção da nobreza corporativa e suas tropas de elite, e isso se repete nos outros sete mundos ediche dessa Aliança.

     Nós vamos ver isso e mais algumas coisas em nossas histórias.

     O mais importante é que temos muita história para contar, pois estamos testando nosso método criativo muito frequentemente, um Story Game de autoria de Sol Cajueiro.

     É conhecido das tropas de elite ediche a existência de telepatas e videntes. Assim sendo, o tempo se revela em torno da escala de sessenta (da mesma forma que em nossa Terra), e o ano também é contado em doze meses, mas sem os cinco dias extras da Terra. Estes 360 dias podem variar, e assim as datas são corrigidas com dias adicionais, devido ao superverão, que ocorre a cada 2 ou 3 anos, em que a natureza de Akkoya sofre a salvação do tempo.

     Akkoya é a sede da Academia da Magia, da Política e do Poder, em Ryklant, enquanto Melch Lemetian fica com a sede da Frota, com naves que dividem a alma com um ediche, ikka ou sun chang que fica com as honras daquela nave.

     O mundo-kapital sun chang de Taika, agora recuperado do ataque dos invisíveis, ocorrido há dois mil anos e que também atingiu Tanahta e Kora, fica com a sede do partido dos trabalhadores, o que garante que a política tenha um mediador com a população comum. Na Guerra das Três Raças, de dois mil anos atrás, Taika é onde as ikka se rendem, dizendo que não foram elas que atacaram estes três mundos, e imediatamente as três raças tinham um inimigo invisível em comum. Foi isso que uniu as três raças, inicialmente, depois a união foi política e social, mas até hoje as três raças mantém regimentos de tropas de elite para garantir os direitos de cada uma das raças.

     Desde então, que se sabe que assuntos intergaláticos é um tópico sério.

             -- "Quem é o inimigo?", é a pergunta que fica.

     Dizem as lendas de Melch Lemetian e os Sete Templos, um para cada um dos Deuses e Deusas ikka, que o inimigo está no futuro, manipulando o passado para garantir vantagens, enquanto a diplomacia das três raças tenta explicar aos demais estados da galáxia que o inimigo invisível existe, e o que acontece é que isso se tornou uma lenda. Não, um fato. As outras partes da galáxia não levam em consideração esta teoria ediche de que o futuro esteja atacando o presente, mas não tem uma explicação para que o bombardeio de Tanahta, Taika e Kora tenha acontecido. Um dos Conselhos que reúne maior número de unidades (raças, mais ou menos isso) diz que se isso existe, deve receber o nome de Grande Conspiração, e é com este nome que trabalha Akkoya.

     Mais que isso, vamos ver em outros posts aqui mesmo no blug.

     Ao contrário do que se pode pensar, as Sociedades Secretas não estão se preparando para a guerra, mas sabem que a Grande Conspiração existe (é como eles acreditam), e tenta influenciar a cultura das várias raças, até onde se sabe, em todas as galáxias vizinhas.

     E é por isso que Magia se torna um segredo, e a sociedade se divide. Ainda assim, a vida da pessoa comum está melhor com o sigilo do que sem ele.

     Isso tudo é o que aconteceu e se dá na Aliança das Três Raças, há 2 mil anos.

     Os Sentinelas, fundados pelos drakma, fauk e gray dizem que o Oráculo das Profundezas, que vigia os mundos pelo perigo da Dimensão Proibida, trabalham com a teoria de que essa Grande Conspiração é uma ameaça presente e não futura. Os poucos que tem contato com eles, dizem que entre eles sabe-se que lidar com o tempo é tão perigoso que iria destruir a sociedade que tentasse usar viajem no tempo como arma, por isso a ameaça é tida como uma sociedade secreta muito bem organizada, e que teve origem em testes que deram errado de viajem no tempo.

     Se for assim, os Sentinelas dizem que na verdade eles estão ajudando.

     Feliz ou infelizmente, para ediche, ikka e sun changs, eles são os inimigos sem rosto, que fazem com que a Aliança das Três Raças seja unida, e bem organizada como uma sociedade que não gosta de expor seus segredos.

     Ainda assim, lendas de outras galáxias dizem que os jackals, moluscos que tem forma estrela também, e que eram os líderes da sociedade que existiu há 200 milhões de anos, estão nascendo em alguns planetas. Isso pode ser uma lenda. Não se sabe. O que se sabe é que o fim deles é que gerou a guerra entre dragões e basylisques, uma guerra que acontece há 52 milhões de anos, mas que por enquanto está em suspenso, ou seja, nenhum dos dois lados ataca.

     Estas e outras lendas estão por trás das histórias que você encontra aqui.

             Fim de Relatório.
     Arquivo da Aliança, dia 7 do Primeiro Mês, 20556 tka, Academia.

             Tuttyr.

     Sinta-se a vontade para comentar se ver alguma coisa interessante neste blug e também no blug do Wormbar, onde histórias medievas de Toj, Kalagot e Treiyka tem lugar. Não se esqueça que nós humanos também somos ediche. E tenha um bom dia-noite.

     Espero que você esteja gostando, e,...
          ..,. Stay Plugged.

Wednesday, 25 November 2009

Unexpected Worldbuilding

     Adde iu volat.
(Be welcome -- Akkia: formal, irregular).

     Então, como é o meu Worldbuilding?

     Eu me lembro de quando era criança e queria escrever minhas próprias histórias. E então, eu decidi criar línguas, uma ideia assustadora que eu mantive em segredo por algum tempo. Quando eu dei de frente com o Roleplaying Game, a ideia de usar minha criatividade para inventar terras, moedas, política e, é claro, Magia, nunca mais saiu da minha cabeça de novo.

     Meu primeiro esboço era um clone de Tolkien, é claro. O segundo, um império galático. Na verdade, eu adquiri medo de uma corte com bruxas. As Thrinyatus, bruxas e política sempre me atraiu como ideia, mas dá muito medo. Eu queria fugir do cliché. Assim, de trope em trope, os mundos começaram a se tornar mais específicos, aqui e ali, mas os meus amigos sempre queriam jogar na Terra, de novo e de novo.
     De volta a 1991, talvez 94, eu queria traçar um borrão entre Luz e Trevas, com algum tempo do tipo uma nave abandonada, mas em terra, no velho e amaldiçoado Mocking River, a Oeste do Grande Continente; e eu, aprendendo inglês sozinho.

     Palavras como homens, elfos, orcs, anões e ciborgues?

     Onde raios eles conseguiriam viver juntos? -- Sem resposta.

     Mas então, Shadowrun made it. Eu concluí que ciborgues deveriam ser uma nova e única forma de vida, feita com o máximo que a Thaumaturgia (que é a Ciência que estuda a Magia) podia oferecer, e estranhas teorias surgiram, que eu chamava de Unexpected Science, junto disso tudo. Eles dizem que, no reino do Sonho, um Ciborgue nasce em um tipo especial de Forja. Ah, é só uma lenda,... Mas bem, quando se trata de Akkoya, pode ter certeza que você vai ver um.

     Tolkien parece ter escolhido a palavra Wizard, e não Mage, mas qual é a diferença? E então, JK Rowling made it.

     Isso tudo depende. A diferença entre bruxo e mago é clara em Enigma Action Tale, sendo bruxo o arcanista de nascença, em geral, ou com direito adquirido dado pela Magia em si mesma. Você pode direcionar o significado disso e daquilo em seu Setting, como quiser, mas quando estiver lidando com material autoral de outros autores: You shall not change it!, vai acontecer.

     Unexpected Worldbuilding é um ato de inovação em grupo.

     Basta começar um jogo sem ter noção nenhuma de como é a ambientação, e ir desvendando tudo ao mesmo tempo que os jogadores.

     Nós precisamos saber, é claro, que uma grande quantidade de referências usadas em um Setting devem ser definidas arbitrariamente, para o bem da história em si. O mesmo acontece com a criação de línguas, e em romances. Se você quer capturar a imagem de Ciência, Sobrenatural e Magia, como nós fazemos aqui mesmo no blug, há um sem número de autores a ler. Não se intimide. Imagine os mundos com os problemas que ele já teve. Em Te-e-erre, a sociedade pacífica e viva aonde tudo todos comunicam nasceu da solução de um problema grave, em que uma sociedade dualista de vampiros convivia pacificamente com os bruxos, até que eles foram afetados por uma praga. Assim, os vampiros passaram a precisar de sangue mágico. A solução desse problema, que pode nem ter sido realmente uma guerra, formou a sociedade deste mundo público como ela é. Hoje, todos neste mundo são bruxos e bruxas.

     Nem todas as coisas são importantes para Worldbuilding.

     Worldbuilding acontece assim, on the run, à medida que vai.

     Eu pensava, você pode planejar o que quiser, uma sociedade enorme, uma cidade do interior, ou uma gigantesca cidade cyberpunk, mas o mais que você vai, mais as coisas vão se mostrando a você em sua criação e junto dos jogadores, sem dúvida, inesperadamente.

     Temos um bom exemplo de worldbuilding, na série de JK Rowling.

     Quando o assunto é worldbuilding de Jogo, fica melhor ainda.

     Você não precisa tirar todas as linhas do chapéu, uma vez que isso é feito jundo dos Jogadores. Não importa muito as regras. Ter um sistema de regras é excelente. Seu? Melhor que encomenda. Isso porque um bom roleplaying é um bom roleplaying, e um grupo focado em Storytelling faz verdadeiros milagres. Eu gosto de criar grandes cenas para jogadores em específico, e fico fazendo rodízio entre jogadores por essas cenas, em uma grande cidade onde eu possa me lembrar dos Macguffins necessários, pronto pra seguir em frente. Eu e meus grupos de Action Tales tentamos jogar com as Decisões dos jogadores, mas cada mestre faz isso do seu jeito.

     O que é importante é tomar notas, e desenhar esboços em texto.

     Tão logo o grupo começou a questionar o Centro do Grande Continente, como um ponto de partida, por causa da quantidade de política envolvida, eu coloquei a Cidade dos Templos aí, e dei a um dos jogadores uma mansão (ou castelo) de presente. Em Akkoya old times of Toj, não era usual colocar magias para afastar pessoas em sua casa. Depois de muito problema, hoje as magias são feitas sob encomenda, e as pessoas nem mesmo pensam em você, se for um problema indesejado.

     Tem um Jogo, de Akkoya, muito famoso, que em inglês seria "Heroes of The Past". O jogo se consiste em selecionar pessoas públicas atuais e dar um passado mítico a elas, um lugar ao lado dos grandes personagens do passado. Não se esqueça de que são pessoas públicas e não querem ser vistos como vilões. É uma excelente maneira de o grupo de jogo desvendar suas opiniões políticas, porque vai envolver os eventos atuais, apesar de se jogar na antiguidade de Kalaummuklutwa, o tempo padrão de 4.000 anos entre Toj e Akkoya. Muitas histórias se revelam, desse jeito.

     Worldbuilding on the rocks é uma questão de participação, e eu me lembro que foi isso que me fez usar o tempo verbal Participante, em Akkia, algum tempo depois. Assim, Velhas Lendas começam a fazer parte da Trama, e o Segredo guardado pela Guilda do Comércio pode, se não muito mais do que isso, se tornar o Twist, aquela viradinha na história, que você quer.

     No momento deste post, eu não sei muito sobre as histórias que vou publicar.

     A única coisa que eu sei é que eu preciso dos meus Jogadores jogando, e o mundo que eu estou criando para eles é enorme, um enorme Setor com mundos e mundos, florestas proibidas, desertos com segredos ancestrais, cidades imensas e póspunks, e tudo isso com muitos planos, dimensões paralelas e ilhas de realidade que ainda não sei como são. Neste ponto, Akkoya é igual a Arda, nossa Terra, tem muito mais a desvendar do que parece, e esse é o foco das histórias.

     Eu vou adaptar alguns Tropes pra fazer isso ser mais fácil de se entender.

     Não gosto de cliché, mas tem hora que o cliché é a única forma de explicação.

     Eu encontrei um grupo que joga Sayajin com D&D 3.5, outro grupo que está na mesma história de Ars Magica há cinco anos e provavelmente vai durar mais. Outro dia me deram a ideia de adaptar Buffy para GURPS, mas eu teria de jogar fora todo o sistema de magia do jogo. Fico a espera do novo sistema de WoD, pra isso.

     Assim que eu tiver meu sistema rodando suave, faço algo parecido.

     Algo como Beaga 2070, domínio dos bruxos e com embaixadas de outras nações. Isso realmente vai ser uma história bem legal de se jogar no meu sistema.

     Mas então, você quer criar enquanto joga?

     Eu sempre uso o sistema de micro-para-macro ou macro-para-micro.

     Isso quer dizer duas maneiras distintas de se criar um Setting.

     No meu outro blug, o Wormbar, eu planejei tudo para ficar em formato resumo. Depois, quando eu tiver tempo, vou arranjar a história para se transformar em uma boa história, porque resumo não é bom de se ler -- está ali apenas para que eu não me esqueça dela, nunca.

     Existe uma verdade em termos de cenários prontos e criatividade.

     Ideias originais são raras de se ter, mas adaptar é muito mais fácil.

             Exemplo:

          elemental     -------------     daeva     -------------     familiar

            1. elementais podem ser conjurados como extensão dos poderes de um arcanista e, uma vez que são forças da natureza, devem ser respeitados.

             2. uma alma com corpo fora do corpo, torna-se um tutor particular excelente.

             3. depois de aprender o Ritual básico de Arkkana, você pode dividir a alma com um animal, que se torna seu guia pelos planos e dimensões paralelas.

     Outra ideia é adaptar a raça dos elementais, da série Riddick.

     Você pode querer polarização, enquanto Tipos de personagem, então:

          familiar     -------------     djine     -------------     prelado

             1. positivo, laço feito com um Ritual apropriado, unindo a sua alma à do animal, que se torna seu guia pelos planos e dimensões.

             2. neutro, pequeno serviçal ligado a uma família para sempre, que usa da neutralidade para conseguir enganar A Torre (Arkkana), e então, manipular a realidade com desejos.

             3. negativo, espíritos que conseguem sair dos Infernos, mas não são demônios, de início vão ter muito medo de tudo, depois acabam felizes e tem muitos truques a ensinar.

     Eu faria a adaptação do Monster Manual, se eu tivesse tempo pra isso.

     Respeitando minhas anotações, nesta data eu planejava que em 2012 eu pudesse fazer a versão final das histórias que estavam em formato resumo, mas foi o contrário.

     A partir de 2012, fins de, eu tive de dar um tempo dos dois blugs, para me dedicar aos romances e também às minhas conlangs e conlangs de minha familya.

     Até 2016, esta "pausa" se reflete em um universo ficcional mais sólido e divertido.

     Até aqui, você vai ver que eu joguei a maior parte do que os meus jogadores queriam jogar, e não foquei no que eu queira jogar.

     Eu sei que pode parecer que exista uma diferença muito grande entre os dois blugs, mas eu acreditei que era possível dar uma versão final a estas histórias aqui, enquanto elas eram jogadas, e isso não se provou verdadeiro. Achei que era só mudar uma coisinha ou outra. Erro meu. A chance que eu tenho de reunir aqueles grupos, que vão jogar estas histórias e eu vou anotar aqui, depois, no futuro, em 2016 em diante, é sem dúvida nula.

     Então, eu estou blogando pelo prazer de blogar, é minha conclusão.

     Eu acreditava que Akkia não seria importante nesse blug; erro meu, de novo.

     Vou esperar para explicar o porque Akkia se tornou importante.

     O bom é que eu vou ter, depois de traduzir para o português-br tudo o que deve ser, uma série de anotações sobre as línguas, não apenas Akkia, mas suas línguas irmãs também.

     Tenha em mente que ediche é uma superraça, e humanos estão incluídos.

     Eu tenho inúmeras histórias a jogar. Mas bem, eu espero que este post tenha ajudado um pouco você a entender o processo de como o worldbuilding acontece, building up passo a passo, e daqui a cinco anos vou ter, depois da revisão, um Setting muito interessante. Espero que goste das histórias jogadas, mas saiba que a continuação pode ser arbitrária.

     Eu comecei, mas não dei sequência, a revisar em Maio de 2012.

     As anotações estão sendo traduzidas em 2016, fins de, em diante.

     Obrigado por ler, pela paciência, e,...
             ..,. Stay Plugged.

Friday, 13 November 2009

O que é Conlog

     Halloi! O ikyuu wa.

     Mas, o que é Conlog?

     Eu tive essa ideia logo depois de os grupos aceitarem que eu vou publicar. O Conlog é uma maneira de guardar o que foi jogado. de "constructed log", para que seja revisado depois, seguindo na continuidade do blug, jogando com qualquer sistema de RPG ou Story Game. A escolha entre um RPG mais básico, ou um Story Game com dinâmicas inovadoras é do grupo, mas aqui, a ideia era testar o meu sistema, publicar em resumo em inglês, depois fazer a versão final em português-br mesmo, porque é uma língua que eu estudei muito e tenho domino.

     Você vai precisar destas cinco dicas e regras de Conlog:

     1) Time, o grupo concordar em ajudar
     2) Diário, e cada jogador pode ter o seu, redação de resumo, revisão
     3) Backup garantido, usando um Drive da internet, guarde os originais
     4) Está bom?, então pare -- Resumo costuma ser massivo, em termos de tempo e de esforço gasto para que a história fique do jeito que deve ficar
     5) Redação da Versão Final, se não estiver bom, continue.

     O mais importante é que, em uma versão final, não fiquem erros de concordância e erros ortográficos, portanto se você não é bom com a língua, melhor pedir ajuda a um profissional para revisar os posts, um a um, e você ainda vai ter a opinião sobre a sua história. Se não, faça você mesmo a revisão. Isso vai te obrigar a aprender mais sobre a língua.

     Não se deve deixar passar nada na versão fina das histórias. Continue. Até que fique bom, seu trabalho não terminou.

     Há muitas formas de se fazer um Diário, você vai encontrar a sua.

     Eu pessoalmente, uso o Resumo como o próprio Diário. Isso facilita em muito. Todas as versões da história se reúnem em um único lugar.

     Mas eu mantenho backups no computador e no Google Drive.

     Uma dica, faz bem ler autores que escrevem para aturores.

             Conlang Wars

     Aqui, a ideia é criar uma língua, através dos Ativos (Assets) de cada Jogador, com maiúscula, e sempre será uma língua que permite, de uma forma única, a Magia ser feita. Respeitando a ideia, Conlang Wars é uma publicação do nosso Wiki, Enigma Action Tales. É importante deixar anotações onde elas devem estar, nomes e palavras. Pequenas, ou poucas linhas de história. Adapte os nomes para uma construção mais apropriada para a língua sendo criada, e use palavras em itálico que ejam de línguas que não necessariamente vão ser parte da língua principal do blug.

     Um exemplo, uma jogadora queria jogar de vampiro, mas não conhecia as regras nem o setting onde as histórias iriam acontecer.

     Depois de ajudar a jogadora com o nome da sua personagem, anotei no Diário o nome e um breve relato da história dela até o ponto de início do Jogo.

     A jogadora escolheu o nível Player (Jogador), para usar da narrativa compartilhada.

     Ao final da primeira sessão, eu vou pra casa e faço as minhas anotações. Pedi a ela que anotasse sob o ponto de vista dela. Ela vai fazer isso. Anotações tornam seu personagem muito mais importante do que muitos pensam. RPG é uma cultura oral, Story Game também, mas a invenção dos blugs de aventura, como este, estão tornando a experiência de jogar mais gratificante, porque outras pessoas vão poder ler sobre seus personagens, suas decisões e as consequências.

     Foi estudando estas anotações minhas, que cheguei aos Ternários, separando em Tipos, ou em inglês Templates, os personagens que os jogadores podiam jogar. Só tenho uma restrição. Monstro não é personagem jogável. E não, monstro não é uma criatura. Tudo no mundo são pessoas, e há pessoas tão ruins que merecem o título de monstro. Seria muito fácil chamar um problema de monstro e bater nele aaté ele morrer. Aqui é diferente. São pessoas.

     Vou revisar todos os posts antigos, passando para a língua dos navegadores.

     Diferente do outro blug, o Wormbar, não vou dar números a histórias. É simples. Aqui, as sessões são poucas, e temos pouco tempo para revisar e publicar.

     Mas aqui, qualquer dúvida eu consulto O Livro do Universo.

     O Livro do Universo é uma série de anotações sobre as lendas de Enigma Action Tales, que eu faço sempre que possível, pra não me perder entre as teorias principais.

     Entre as teorias principais estão que os Tipos devem permitir histórias belas, histórias de amor, porque o amor verdadeiro é um dos objetivos das histórias. Deixar que o amor seja participante nas histórias dos personagens. Amor, sempre ele. O amor torna os personagens da história mais realistas, em si mesmos, e eles vão querer garantias de que seu amor está seguro, longe de problemas, pois quem ama protege e proteção é uma forma de garantir Integridade.

     Homens e mulheres se divertem de maneiras diferentes.

     Aqui a máxima é: Garotos jogam, Garotas brincam -- e não se esqueça disso.

     O Setting ou Ambientação é o foco mais importante da criação coletiva.

     Devemos ter em mente que aqui jogamos science-fantasy, e que science-fantasy não é science fiction, e que também não é fantasy.

     Você não precisa de uma ambientação totalmente detalhada.

     De novo, o Conlog vai te ajudar, pois ideias se acumulam e você vai poder editar os posts até que fiquem bons, e não se esqueça, até que fiquem bons.

     Este post não tem história nas entrelinhas, mas esta é uma boa ideia.

     Modifique as histórias de outros jogos, adaptando para o seu jogo.

     um exemplo disso, em Enigma Action Tales os vampiros tem diferentes Tipos, sendo o vampýr o vampiro que todos esperam, mas que vive com medo dos imortais nekron, que podem sair à luz do dia, apesar do desconforto que eles causam nos mortais, porque as pessoas comuns não estão acostumadas a ver alguém que é obviamente uma pessoa de poder, e o sanguinius que é um tipo de vampiro muito poderoso e capaz de conter bilhões de guts, gotas de sangue, e isso considerando que um vampiro precisa de 30 ml de sangue por semana, podendo ser criado comendo normalente, depois obrigando o corpo a produzir o sangue; uma gut é o necessário para ativar os poderes de um vampiro, mas a Magia dos vampiros existe e ela gasta vitkea, sangue sagrado, propriamente dito.

     Só pra saber, acrescentei que sanguinius não são imortais, mas têm reencarnação garantida, adulta ou quase sempre adulta, e com herança de ter sido sanguinius, continuando a ser.

     Se não fossem minhas anotações, eu ficaria perdido sem saber o que fazer.

     Não saberia quais os Tipos jogáveis de vampiros, acima listados e explicados.

     Vá anotando, com muita calma, guarde os originais, e não tenha medo de mudar, porque o conlog existe porque a opção editar existe, mas não exagere.

     O leitor vai querer saber quanto do texto original está em cada história.

     Mas, mais que isso, o leitor vai querer uma boa história pra ler.

             Obrigado, pela paciência e por ler, e então,...
                      ..,. Stay Plugged.

Thursday, 12 November 2009

Enigma Action Tales

     Oi, leitor.

     Enigma Action Tales é um jogo e também um universo ficcional complexo, e cada história em separado é uma cena para entendermos sua grandeza.

     Siga para nosso Wiki para ter uma visão geral melhor.

             www.actiontales.com.br

     Action Tales é o universo onde O Jogo acontece.

     Eu também me dedico a romances, por isso irá haver uma pausa aqui no blug, para que eu consiga terminar o primeiro livro dos romances, e serão cinco mais alguns spin offs.

     Vamos pensar na Teoria do Jogador, para começar ao ponto.

     A Teoria do Jogador diz que todos nós somos personagens, e que há um Jogador com uma ficha de personagem rolando dados para as nossas ações, interferindo no que queremos, pensamos e até mesmo conseguindo errar, quando tínhamos a certeza do sucesso.

     O inverso disso quer dizer que estamos separados, nossas almas estão vivas em muitos personagens, e devemos reunir nossas almas para nos compreender melhor.

     Isso tudo é lenda, porque na prática a Magia é inteligente e sabe o que faz.

             -- A Magia? A Magia está em todo lugar.

     Eu faço questão de focar em histórias durante o texto offgame. Isso é lindo. Será feito, mas estou ainda trabalhando em como fazer essa parte da narrativa.

     Durante muito tempo, eu mestrei na rua, em Beaga, sem me preocupar.

     Mestrar na rua, hoje em dia, é normal na região onde eu moro. Mas bem, a maioria dos grupos prefere a tranquilidade de estar em casa, sem observadores.

     O ano é 2056 tka, no início do primeiro mês, agora já acalmando os ânimos do calor do verão, e vemos uma Twig Tkji Koki triste, mas sem que ela perceba estamos aqui falando dela.
     Um dia muito comum começa, este dia Sete, no início do ano.
     E é o aniversário dela, a propósito.
     Ela acorda e começa a se levantar sem nenhuma expectativa, sabendo que as enfermeiras que tomam conta do Orfanato de Santa Ilóine não vão se importar se tem festa de aniversário ou se não tem.
     -- Acorda! -- tum-tum-tum, a enfermeira bate à porta -- Acorda! Você tem de limpar os gramados, e ai de você se deixar uma única folha.
     E então, Twig respira fundo e vai, para o que parece um dia qualquer. Limpar o gramado. Limpar a mansão. Lavar os pratos. Sem sorriso. Sem nenhum cumprimento. Nada vai mudar. Nunca. Sua vida está em perigo. Sem que ela saiba, fora o fato de que ela não pertence mais ao mundo do orfanato, e mais, sem que o Agente Social tenha a menor noção de tudo o que está para acontecer, ela está crescendo e fazendo onze anos hoje. Sua vida vai mudar, para sempre, e sem ponte para voltar atrás.
     Ela sonha acordada, neste dia tedioso.
     De noite, deitada, às nove horas, Twig desenha uma estrela de cinco pontas diante do travesseiro e imagina uma vela, para fazer um desejo, e suavemente sopra a vela invisível, aí -- Feliz aniversário, Twig,... -- ela deseja solitária a si mesma.
     E então, ela vai dormir

     Acredito que o RPG tem muito a evoluir, bem como os sistemas de narrativa, principalmente os que se dizem genéricos.

     Você acompanhou o início da história de Twig, em um orfanato.

     Ao bolar este tipo de intervenção, na época deste post, eu tinha em mente que as histórias iriam se encontrar em mesa de jogo, mas isso na verdade não acontece.

     Jogadores querem que seu personagem central seja o personagem principal.

     Ainda vou dar um jeito de se jogar com vários personagens. A ideia é que isso quebra a rotina e o condicionamento quanto aos nossos personagens.

     Aqui, ainda estamos testando o sistema de regras.

     Eu propuz aos grupos me permitirem testar o sistema, enquanto jogamos, e as histórias ficam como consequência disso. Eles se divertem, enquanto eu trabalho.

     Uma das coisas que vamos testar serão os Tipos (Templates).

     Eu quero testar revezamento de narrativa, com a ajuda do Tarot. É um sonho meu usar o Tarot no jogo, desde que eu comecei os estudos do baralho, muito jovem.

     Vou deixar anotadas aqui algumas das minhas decisões importantes.

     E vou tentar respeitar, como neste post, os posts originais. A época em que foram publicados. E, de ano em ano, fazer com que a narrativa se encontre.

     Alguns posts dependem de informação já publicada.

     Algumas anotações pessoais serão compartilhadas, também.

     Espero que você esteja gostando, volte sempre, e,...
             ..,. Stay Plugged.

Welcome (Bem-vindo)

     Oi, leitor.

     Halloi ya, totomnika.

     A decisão de traduzir ambos os blugs para português-br aconteceu em 29 de Outubro de 2016, e estou salvando os originais no Google Drive.

     Vou fazer a mudança com o máximo de respeito pelo que era antes.

     Acontece uma pausa entre 2013 e 2016, mas que acaba.

     Avisamos anteriormente que os posts iriam ser traduzidos para português-br, por isso não estamos tão assustados com o tamanho do trabalho.

     Mas é muito trabalho, principalmente porque tem várias histórias em andamento.

     As histórias foram interrompidas, porque os jogos não continuaram.

     Estamos avisando agora, que até mesmo os posts pequenos serão revisados, para que a experiência no blug seja ampliada e melhorada, para que façam sentido.

     Eu tive muito trabalho escrevendo em inglês, com meu inglês autodidata.

     Agora é a hora de corrigir isso, e de começarmos em português-br.

     Eu me lembro, ainda em 1991, da primeira história que eu criei pra jogar com meus amigos, usando do RPG como método. Napalm Underground, era a história. Antes disso, eu havia jogado uma improvisação chamada Doom. Eu usei o RPG para ampliar meus horizontes, que estavam ligados a Conlanging desde antes de conhecer o jogo. Fiz isso, e deu certo. Fiz isso, e hoje, mesmo ainda não tendo a coragem de criar Draka, a minha primeira Conlang, que eu tenho somente algumas palavras, eu estou muito feliz porque o roleplaying nunca termina, nunca.

     Eu comecei jogando comigo mesmo, e foi uma experiência única.

     A minha primeira tentativa de mestrar foi com um sistema genérico, muito bom, mas que pecava por uma coisa que era essencial, e era o sistema de magia, muito ruim.

     Se eu me lembro bem, não consegui ouvir de nenhum mestre o porque fantasia é tão bom, porque sinceramente, o jogo na era contemporânea é melhor. Mas o tempo muda muito as coisas. Agora que eu tenho o meu próprio setting, publicado no Wormbar -- Enigma Epic Destiny, eu vejo as coisas sob um outro aspecto. São os elementos do sistema de regras de fantasia que não me fazem gostar da fantasia jogada como RPG, e foi o que eu fiz, mudei esses elementos. Ficou bom. O grupo gostou, e continuamos por mais ou menos três anos, tudo sendo revisado no outro blug.

     Eu tentava jogar tudo o que aparecia pela frente, que eu tinha oportunidade.

     Era isso que eu fazia, quando tomei contato com o RPG, jogar-jogar.

     Aqui, na House of Action Tales, você vai encontrar elementos de um universo ficcional amplo e pouco contraditório, e saiba que Enigma Action Tales é um Storyteller's Club, fundado em Bealae, Belo Horizonte, nossa capital, por enquanto. Também temos um Wiki project. Muitas das informações que vamos lidar aqui vão depois para o Wiki.

             www.actiontales.com.br

     O universo ficcional faz parte do Enigma Fictional Multiverse (EFM).

     Eu, em geral, começo uma nova aventura com o Casting, a escolha de quem vai participar, por um monte de motivos -- é um trabalho de diplomacia enorme. Depois de ter a Tripulação, fazemos o início da história e improvisamos. Eu adoro improvisar. Muito pouco do que eu faço ter um script todo certinho e bonito. Eu gosto de mudar de ideia durante O Jogo. Fazendo isso com frequência e conseguindo uma boa história, o que é difícil é ter um final para as histórias, e até hoje eu só terminei duas histórias, propriamente ditas; a maioria, ainda podem ser ressucitadas.

             -- The ship is cheap, but the Crew's good - says the Captain.

     Minha ficção favorita é conhecida como Sci-Fantasy, que é um meio-termo entre Science Fiction e Fantasy, mais ainda com a inclusão da tag Magic, além de Planos e de uma ambientação que funcione sem que os personagens centrais tenham de ficar o tempo todo sendo aqueles que vão fazer tudo, porque isso acontece em vários jogos. Science Fantasy não é Science Fiction nem Fantasy, e isso é uma coisa importante a se notar. Eu gosto de escrever sobre mundos em perigo, mas as histórias são sobre os personagens, daí dei o nome de personagens centrais.

     O personagem central de uma história não é necessariamente o heroi.

     Mantendo o que eu disse de respeitar os originais, na época deste post eu afirmei que não sabia o final de nenhuma destas histórias e, por acaso, ainda não sei.

     Vou refazer as partes que estão em itálico, porque as histórias não precisam disso.

     Assim, você vai encontrar um blug no qual você vai poder ler em várias ordens distintas, e ver as histórias dos personagens centrais pelas tags na lateral direita do site.

     Eu decidi que vai ser assim, siga os seus personagens favoritos pela tag.

     Também vão haver posts sobre Magia, Tarot, Conlangs e muito mais.

     Eu avisei desde o início de que ao ler as primeiras linhas em inglês, o leitor encontraria uma versão resumo da obra. Está ali por um motivo. O motivo é manter em mente a história, até que ela possa receber a devida atenção; e a atenção começou.

     Você vai encontrar aqui posts atualizados sobre Akkia, minha Conlang iyaowa.

     Fiquei em dúvida sobre o que eu quis dizer no original, mas compreendo que o universo ficcional tenha sido inspiração para a criação de línguas, Akkia incluída.

     Inicialmente, era: "Akkia é a língua de um povo sem nome, que se encontra na busca pelo entendimento do seu papel no ecossistema".

     Esta frase é tão arcaica que eu não conseguiria mais traduzir.

     -- Eddepøtølästa dil-a - said the girl, softly.

     Significa: It's Honorable-Difficult-to-Have, usado como: Thank you.

     Há mais três línguas importantes: Trade (Português), Oká e Draka.

     Vou me esforçar para não contrariar as minhas futuras Conlangs, afinal temos tempo para lidar com as línguas no momento em que fazemos a redação e a revisão.

             -- Iuèaoi, ou Otta -- Thanks (informal) -- Akkia.
             -- Ottaka -- Thank you (formal) -- Akkia.

     Na verdade, "Otta" passa a ser iyaowa em 2012-13, mais ou menos.

     Toda vez que houver notícias relevantes sobre as línguas, tenha a certeza de que vou postar aqui mesmo no blug pra que você tenha o update, de maneira adequada.

     Todos os updates sem spoilers vão para o nosso Wiki project.

     Halloi ya, e seja bme vindo|a, quantas vezes quiser, e,...
             ..,. Stay Plugged, Stay True.