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Saturday, 26 June 2010

New Types of Post

     Helo, and Be welcome.

     Although I'm translating all posts into Portuguese, my natlang, the blug was originally written in my poor English, e resume format.

     I'm doing the conlog here -- constructed log -- that is, to administer translation to all posts deserving it.

     Go to our Facebook fanpages to follow.

     Or follow at Twitter @solcajueiro, @themagicnation, and @schmmach.

     I'm trying to do the revision the most I can, but I have other things to do, together with the family of languages I work with, Akkia included.

     If you read Portuguese, go to our Wiki project.

             www.actiontales.com.br

     I'm doing the posts again, trying to keep the most close to the original version, but the narrative in Portuguese is becoming much better than what was there before.

     The reason behind this is that the use of Tarot within The Game modified the play and we got information from other places, places that will be in the stories, places and people which are real to us and we're gonna play with care.

     If you can imagine it, it exists, somhow.

     The Secret exists, and Magic needs you.

     Action Tales Enigma was born as a storytellers club, and our members gather at Beaga, Belo Horizonte, Brazil, to discuss fictional universes, Tarot, Magic, conlanging and music, movies and anime, other languages created to movies and more.

     We had to give a break from 2013 to 2016, but we're back now.

     We're planning more common posts, now and so on.

     It means the original idea that this would be only an adventure blog is ended, and we're doing more, using what we already have to plan and go on.

     So, wait for more on constructed languages and culture.

Again, Be welcome. Hope you're enjoying your reading, and,...
             ..,. Stay Plugged.

Tuesday, 15 December 2009

Akkia e suas Irmãs

     Täinoksama.

     Esta é uma maneira de cumprimentar quando não se sabe o horário em que o interlocutor e ou o expectador está, apropriado para a mídia.

     Por enquanto, Akkia se sente solitária.

     Minha preocupação em não criar nada que fosse terrível em Draka, a língua dos dragões, me fez ver que eu não criei a língua.

     Tenho ainda apenas um vocabulário muito restrito, em Draka.

     Draka é a irmã mais velha de Akkia, a língua da magia.

     Estou me concentrado em um dialeto, iyaowa, o que quer dizer que outros dialetos são possíveis e sempre serão bem vindos, irmãos do dialeto oficial de Akkia.

     Desde o início, eu pretendia criar uma língua usando as anotações dos dois Blugs, aqui mesmo no Blogger, mas já aviso que falhei e não consegui criar a língua, talvez porque ela exista e eu estou na verdade pedindo permissão para estudar. Talvez, em Akkoya, haja uma língua melhor para que eu estude, e vai ter muito mais a ver comigo.

     Garanto aos imortais de Akkoya que vou tentar não criar uma língua que existe, no máximo ela será uma influência sobre alguma língua que eu decidir criar.

     Eu precisei de vocabulário básico para incluir nas histórias.

     Eu deveria incluir Akkia como uma das línguas de Kastlelant, mas isso vai ficar pra depois de eu ter um vocabulário extenso, o que ainda não tenho.

     Está muito óbvio que Akkia terá línguas irmãs, no futuro.

     Ainda estou estudando como fazer isso, uma vez que uma língua é o bastante para gastar a maior parte do tempo de trabalho.

     Eu não crio línguas para jogos e filmes, a não ser se fossem meus.

     Mas é óbvio que se for por mais de um milhão, eu sei trabalhar e criar.

     Tenho testado criação de palavras há muito tempo, e no que observo, depois de um certo número de palavras existentes, a língua adquire um estilo de forma de palavras próprio, determinando o futuro da língua a partir de então.

     Sempre coloque a data no papel das anotações, isso é necessário.

     Me incomoda muito que muito do que eu crio me lembra finlandês, mas não tem como comparar e não são línguas irmãs, ou seja, não dá pra ler e entender entre elas.

     Akkia, na verdade, e apesar de ter muitos Kasus, não se parece com finlandês.

     Eu criei um tipo de Relacionais, o Narasalama -- pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar -- que rege próximo, médio e distante, facilitando o aprendizado do básico.

     Sendo uma língua mágica, ela te uma versão para que seja falada.

     Estou me concentrando neste dialeto que, falado, não faz magia.

     Não duvide, pois além da magia, pode passar um izmoali, ou anjo, e confirmar o que você está dizendo.

     Nossa lição de hoje está na expressao Panteão, ou "A Família" e, ao contrário do que se possa pensar, este fragmento "pan" não é "todo".

     Este é o significado usado neste Blug, e durante as histórias publicadas.

     A semelhança entre Akkia e Akkoya parece proposital, por vários motivos.

     Akkoya vive uma nobreza corporativa muito bem organizada, em que imortais tomam a frente das Casas e organizam a sociedade, numa cooperação econômica muito razoável. Isso, sem contar que Akkoya tem o maior número de estúdios de cinema da Aliança das Três Raças, são motivos pelos quais eu escolhi Akkia como uma língua mágica. Assim sendo, Akkia traz memórias na forma de palavras, de incontáveis lugares, incluindo de outras galáxias aonde o Efeito Pan levou Akkia para mais 265 mundos fora da nossa galáxia, e são mundos ediche. Não sei ao certo como vai ficar nas histórias, mas a relação entre os ediche (humanos, ningen) e Akkia é óbvia e clara, Akkia carrega sílabas e encontros importantes para nossa superraça, e Akkoya não se exclui.

     Arda, nossa Terra, também não se exclui e vão existir várias versões da língua.

     A minha preocupação é com as línguas que vou criar além dessa.

     Vou ter de deixar a língua adultecer para que eu possa me dedicar a mais línguas, ou se não, elas vão acabar não tendo nada a ver uma com a outra, e é pra ter.

     Mas eu tenho uma enorme vantagem: Eu sou estudante.

     Isso significa que estou estudando e praticando Akkia o tempo todo, inclusive vários textos datados foram feitos em público, e vão continuar sendo.

     Iyaowa me permite estudar uma língua mágica em público.

     Suas línguas irmãs serão diferentes, muito provavelmente não sei se serão línguas aptas a serem estudadas em público, mas serão línguas muito belas.

     A beleza de uma língua está no estilo das palavras e em como elas formam frases.

     Eu decidi me dedicar a criação de línguas lindas, porque tornam sua magia mais branda e suave, além de permitir citações frequentes, que são mais facilmente gravadas no consciente.

     Akkia significa "essência", e obviamente existem línguas com o mesmo nome ou intenção de nome em outros lugares, também sendo línguas irmãs.

     Se Akkoya permitir, vou incluir falantes de Akkia em algum lugar.

     A extinta língua ofyr pode ter sido uma versão de Akkia.

     Isso explicaria porque o Megalich teve como alvo principal essa raça, afundando suas cidades, que se transformaram em mar.

     Isso também significa que Akkia deixou de ser falada em Akkoya, na Era de Toj e durante a Grande Guerra contra Pan, que elegeu Akkia como um perigo para seu império e marcou a língua para morrer junto com seu povo, ofyr é a raça de Ambar.

     Obrigado por ler, e volte sempre que quiser.
             ..,. Stay Plugged.

Sunday, 13 December 2009

Iyaowa -- O Dialeto da Ficção

     Halloi (Helo), o ikyuuka sa.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)

     Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.

     Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.

             www.actiontales.com.br

     Também estou aqui para dar exemplos básicos.

     Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.

     Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
     A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
     Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
     Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.

     Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.

     Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.

     Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.

     A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.

     O Tópico usualmente primeira a frase.

     Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.

     Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.

     O Tópico é um formulae ao redor do Operador.

     O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.

     E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.

     Isso que acontece é chamado de Topicalização.

     Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.

     Exemplos básicos -- Palavras

     ee :: yes, informal
     ewa :: yes, formal, absolute
     egga :: no, too strong for polite conversation
     ne :: zero; no; yes-no question marker
     eika :: maybe, perhaps
     souka :: really?
     buddai :: straight, right, correct
     huttu :: right, ok
     naifléach :: wrong, baseless
     hieri : deal (done)

     Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.

     Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.

             Interspeech

     Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.

     Sobre línguas, ediche e humanos

     As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.

     Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.

     A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.

     Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.

     I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.

     De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.

     Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.

             Arda, Iehta, Terra.

     Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.

          -- We are humans and we are from Earth.

          -- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.

          -- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.

     A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.

     Ambas dizem exatamente a mesma coisa.

          -- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.

     No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.

           Examples (Akkia):

     -- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).

     Akkia ni o Täidui :: Example of the Day

     -- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).

     It's animistic, na = article, doer/personifier.

     See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.

     Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.

     Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.

     This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.

             Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.

     No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.

     Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.

     Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
     Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
     Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.

     You will find other interesting polsts (posts) in this Blog about religion, though. They're here as fiction. They're Art, and Art is what make us humans, part of the ejik superrace.

     Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
     Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
     Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...

     Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.

             So, this is all for this polst.

     This post was revised in September 13, 2011, Belo Horizonte, Brazil -- added examples.

     Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.

     Hope you're enjoying your reading, and,...
             ..,. Stay Plugged.