Ilha de Realidade
Esta sessão foi jogada em 19 de Maio de 2017.
Depois de uma noite bem dormida, Rayki se levanta para conversar com sua casa. "Darla", a casa, diz que vai precisar de manutenção, mas que não é urgente. Rayki pergunta se Darla tem os manuais de manutenção e, depois de confirmar que sim, ele diz que "Não tem problema nenhum. Eu vou estudar os manuais, e conserto à medida da necessidade", depois foi fazer café para Tobias e Lucius, que se levantaram.
As impressões de Rayki sobre o mundo são muito básicas.
Ele não tem informações o suficiente para concluir as observações sobre o mundo, mas lembra um pouco Akkoya de dois mil anos antes.
-- Bom dia -- diz ele -- O café está pronto.
-- Bom dia -- responde o Diretor Tobias, se sentando.
-- Dia -- responde Lucius -- Hoje nós vamos verificar os documentos de vocês. Seria muito ruim que um policial comum parasse vocês e vocês não tivessem os seus documentos em dia, e isso é um serviço da Guarda pra vocês, então são documentos oficiais.
-- O que é esse barulho? -- questiona Rayki.
-- Meu telefone está tocando -- responde Lucius -- Vou colocar no viva-voz (e atende). Bom dia, Tarja.
-- Bom dia, Lucius -- diz a bruxa -- Eu entrei em contato com um astrônomo, Neil, e tenho algumas informações importantes. A noite passada, uma série de luzes douradas apareceram no céu de Beaga, formando um dragão em cima da cidade. Acontece que esse dragão existe. Tenho um contato que é um schamant, e ele está cuidando desse dragão.
-- Que bom! -- exalta-se Tobias -- ele sobreviveu e veio nos proteger. Esse dragão é o dragão protetor de nossa escola.
-- Bom saber disso -- a voz de Tarja melhorou um pouco -- Eu queria que vocês fossem a uma das Casas, que tem alunas que já estão prontas para começar os estudos.
-- Pode deixar que fazemos isso -- diz Lucius.
-- Não posso deixar de dizer que tem um lugar em Andrômeda que está em zero absoluto, e que foram vistas naves tentando deixar a galáxia, mas não conseguiram.
-- Mataram nosso setor, então... Zero absoluto mata qualquer coisa. Nem mesmo os espíritos sobrevivem a essa temperatura.
-- Se é isso, é isso, Tobias -- Tarja tem o pensamento rápido -- Meus pêsames. Você consegue calcular o tamanho do estrago? Número de mortos, é o que quero dizer.
-- Um trilhão e meio de habitantes, viviam naquele setor.
-- Quem quer que tenha atacado o seu setor tem uma arma que ameaça a existência da vida, Tobias, e precisamos nos proteger disso.
-- Não temos tecnologia para enfrentar isso, Tarja -- resume Tobias -- Sabemos só que os mundos começaram a ser bombardeados, de órbita, até que não restasse nada.
-- Temos de nos unir, Tobias. Nós precisamos te pedir para passar os conhecimentos que tinham em seu mundo de origem aos estudantes de nossa escola. Estamos fundando uma escola. Assim que puder, vamos nos encontrar para conversar sobre esse assunto, por favor.
-- Sem dúvida -- Tobias toma um gole do café.
-- Tarja, você tem noção de quantos estudantes nós já temos?
-- Uns vinte, Lucius -- ela suspira -- Nós precisamos de técnicas de construção, para que as Casas não fiquem a mostra para os comuns.
-- Nós temos técnicas avançadas de construção, Tarja -- diz Tobias -- Será um prazer poder ajudar.
-- Temos uma base que, se todos os construtos forem construídos da maneira correta, podemos ter mais ou menos trinta mil estudantes, na zona sul de Beaga.
-- Isso é dez vezes a quantidade de estudantes que a minha escola tinha -- Tobias se assombra -- Nunca pensamos em ter uma escola com essa capacidade.
-- Lucius, você toma conta deles -- diz Tarja -- Eu vou cuidar de tentar encontrar estudantes que estejam encarnando.
-- Sem problemas, Tarja.
A conversa foi muito boa, é o que pensa Rayki.
De repente, um barulho contínuo começa a ser ouvido, e Rayki identifica o barulho como vindo do seu carro, que é um carro de polícia de Akkoya.
Ele vai até o carro, e entra, para ver o que é que está acontecendo.
-- Akkoya foi bombardeada -- diz o carro.
-- O que?! Pelos Deuses! Você tem mais informações?
-- A Academia da Magia, da Política e do Poder conseguiu se proteger do ataque. As informações que tenho são as da Academia. O alvo foram as Ilhas de Realidade do mundo, e você sabe que são milhares de Ilhas. Isso, e os grandes centros urbanos.
-- Dos dezesseis bilhões, quantos foram os mortos?
-- Quatro bilhões e meio de mortos. A frota está intacta. Estão ajudando os sobreviventes. Nenhuma das pessoas de poder mais importantes morreu.
Uma interferência acontece, e Rayki ouve uma voz conhecida.
-- Inspetor Rayki -- ele confirma, "Sim?" -- Aqui é Raýla. Eu venho te pedir que continue a investigar os mapas da pasta preta. Voltamos a nos comunicar, depois. O Nephlimburg que nos mostra o mundo em que você está está intacta, e é a única escola que sobreviveu; uma escola que não está totalmente construída, por enquanto.
-- Sim, minha Senhora -- Rayki responde -- Estou na ativa.
A comunicação terminou, e Rayki agradeceu ao carro.
Rayki reuniu o grupo, para fazer mais café, e conversar.
-- Meu mundo foi bombardeado -- revela ele.
-- Será que tem alguma coisa a ver com os bombardeios em Andrômeda?
-- Boa pergunta, Lucius -- Rayki está desolado -- Não sabemos.
-- Vamos visitar as estudantes na Casa que Tarja nos pediu?
-- Vamos, Tobias -- diz Rayki -- A Academia do meu mundo sobreviveu ao ataque, e isso é um bom sinal, de que podemos sobreviver a esse inimigo em comum.
-- Que boa notícia, Rayki -- Tobias se exalta -- Claro, que nada apaga o sofrimento das pessoas que perderam entes queridos, mas é uma excelente notícia.
-- Quantos mortos em seu mundo, Rayki?
-- Quatro bilhões e meio, Lucius -- explica o inspetor.
-- Meus pêsames -- diz Lucius -- Vamos?
-- Vamos -- Rayki concorda -- Está na hora.
Saíram da casa e entraram no carro de Lucius, um Opala antigo.
-- Que pitoresco -- foi o comentário de Rayki.
-- É um Opala, oitenta e seis -- explica Lucius, com calma.
-- E como é que se dirige? -- Rayki quer entender.
-- Fique observando, que você vai aprender.
Alguns minutos depois, estavam chegando ao lugar onde fica a Casa, mas Rayki sentiu que entrou em sintonia, identificando que acabaram de entrar em uma Ilha de Realidade.
-- Estamos em uma Ilha de Realidade -- informa Rayki.
-- Bom saber -- diz Tobias -- Mais tarde, podemos verificar o tamanho dessa Ilha de Realidade, depois de conversar com as estudantes.
Chegaram a uma casa que, da mesma forma que a casa de Rayki, se esconde dos olhos das pessoas comuns, e dos visitantes indesejados.
Foi difícil se anunciar, porque é uma parede reta, não uma porta.
Entraram, depois que uma das estudantes permitiu.
-- Aqui é Lucius, eu sou da Guarda da cidade.
-- E quem foi que te deu o nosso endereço? -- questionou ela.
-- Foi Tarja da Noite Preta, e precisamos entrar.
-- Ela nos avisou que vocês viriam.
Entraram, e foram recebidos por um bando de meninas. Duas delas se assombraram, a mais velha e uma outra menina, dizendo "Diretor Tobias,... você está vivo".
Rayki viu uma pequena de uns nove anos, que questionou imediatamente.
-- Eu sou Ayahkra -- disse ela -- Quem é você?
Depois de identificar a voz, ele sabe que é a Deusa que lhe ensinou português.
-- Inspetor Rayki, número 10.191, formado pela Academia de Akkoya.
-- O que foi de mais importante que você descobriu hoje?
-- Até agora, que esta região também é uma Ilha de Realidade. Nós vamos investigar o tamanho do Nephlimburg, mais tarde.
-- Essa é uma ótima ideia, vou fazer isso.
E a pequena pulou a janela, e não estava mais lá.
-- Inspetor Rayki, em que mundo você está? -- ele ouviu pela janela. A voz era jovem, de uma garota, e disse isso na língua de Akkoya.
-- Chamam de Terra, é o nome genérico. Não sei por enquanto o nome certo. Você está em Akkoya? Onde você está? Quem é você?
E Rayki também pulou a janela, pra ir falar com a voz.
-- Me chame de Amila -- disse a voz -- Eu estou na única escola que não foi atacada.
-- Que bom saber que você consegue nos ver -- Rayki conclui.
-- Você poderia me dizer o tamanho do Nephlimburg?
-- Vou verificar isso, e depois eu te digo -- diz Rayki, cheio de missão -- Você está observando esta Casa? Tem algum motivo especial pra isso?
-- A Deusa Gato está morando nessa Casa.
-- Que bom saber -- Rayki se sente aliviado, agora sabe o nome da Deusa -- E que bom que tenho um meio de comunicação com Akkoya. Você é nobre?
-- Eu sou da Casa de Raýla -- disse a garota.
-- Que ótimo! Vou verificar o tamanho da Ilha de Realidade e amanhã em te digo.
-- Iyalaloui (Obrigado) -- disse a garota, se despedindo.
Rayki voltou para dentro da casa, onde Tobias verificava as memórias das suas alunas, e não estavam melhores do que as dele mesmo.
Katia, a mais velha, agradeceu pela visita.
Saíram da casa bastante entusiasmados com a possibilidade de se ter uma escola que não tem uma série de edifícios base, ou seja, não tem um alvo central para um ataque.
Foram verificar o tamanho da Ilha de Realidade.
Depois de uma tarde inteira de investigação, concluíram que quase toda a região sul da cidade estava sendo transformada em Ilha de Realidade.
Isso significa um Nephlimburg imenso, fora de padrão.
Foi o que Rayki explicou para seus companheiros.
-- Agora, vamos resolver os seus documentos.
(fim de sessão)
Agradeço muito por ler, e,...
..,. Stay Plugged.
Halloi (Helo). Welcome to The Action Tale. This is my Adventure Blog. Here I write about the Story I play with my Friends, the Games I create, and the Akkia language that I dedicate to the Study of Fiction.
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Saturday, 20 May 2017
Tuesday, 15 December 2009
Akkia e suas Irmãs
Täinoksama.
Esta é uma maneira de cumprimentar quando não se sabe o horário em que o interlocutor e ou o expectador está, apropriado para a mídia.
Por enquanto, Akkia se sente solitária.
Minha preocupação em não criar nada que fosse terrível em Draka, a língua dos dragões, me fez ver que eu não criei a língua.
Tenho ainda apenas um vocabulário muito restrito, em Draka.
Draka é a irmã mais velha de Akkia, a língua da magia.
Estou me concentrado em um dialeto, iyaowa, o que quer dizer que outros dialetos são possíveis e sempre serão bem vindos, irmãos do dialeto oficial de Akkia.
Desde o início, eu pretendia criar uma língua usando as anotações dos dois Blugs, aqui mesmo no Blogger, mas já aviso que falhei e não consegui criar a língua, talvez porque ela exista e eu estou na verdade pedindo permissão para estudar. Talvez, em Akkoya, haja uma língua melhor para que eu estude, e vai ter muito mais a ver comigo.
Garanto aos imortais de Akkoya que vou tentar não criar uma língua que existe, no máximo ela será uma influência sobre alguma língua que eu decidir criar.
Eu precisei de vocabulário básico para incluir nas histórias.
Eu deveria incluir Akkia como uma das línguas de Kastlelant, mas isso vai ficar pra depois de eu ter um vocabulário extenso, o que ainda não tenho.
Está muito óbvio que Akkia terá línguas irmãs, no futuro.
Ainda estou estudando como fazer isso, uma vez que uma língua é o bastante para gastar a maior parte do tempo de trabalho.
Eu não crio línguas para jogos e filmes, a não ser se fossem meus.
Mas é óbvio que se for por mais de um milhão, eu sei trabalhar e criar.
Tenho testado criação de palavras há muito tempo, e no que observo, depois de um certo número de palavras existentes, a língua adquire um estilo de forma de palavras próprio, determinando o futuro da língua a partir de então.
Sempre coloque a data no papel das anotações, isso é necessário.
Me incomoda muito que muito do que eu crio me lembra finlandês, mas não tem como comparar e não são línguas irmãs, ou seja, não dá pra ler e entender entre elas.
Akkia, na verdade, e apesar de ter muitos Kasus, não se parece com finlandês.
Eu criei um tipo de Relacionais, o Narasalama -- pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar -- que rege próximo, médio e distante, facilitando o aprendizado do básico.
Sendo uma língua mágica, ela te uma versão para que seja falada.
Estou me concentrando neste dialeto que, falado, não faz magia.
Não duvide, pois além da magia, pode passar um izmoali, ou anjo, e confirmar o que você está dizendo.
Nossa lição de hoje está na expressao Panteão, ou "A Família" e, ao contrário do que se possa pensar, este fragmento "pan" não é "todo".
Este é o significado usado neste Blug, e durante as histórias publicadas.
A semelhança entre Akkia e Akkoya parece proposital, por vários motivos.
Akkoya vive uma nobreza corporativa muito bem organizada, em que imortais tomam a frente das Casas e organizam a sociedade, numa cooperação econômica muito razoável. Isso, sem contar que Akkoya tem o maior número de estúdios de cinema da Aliança das Três Raças, são motivos pelos quais eu escolhi Akkia como uma língua mágica. Assim sendo, Akkia traz memórias na forma de palavras, de incontáveis lugares, incluindo de outras galáxias aonde o Efeito Pan levou Akkia para mais 265 mundos fora da nossa galáxia, e são mundos ediche. Não sei ao certo como vai ficar nas histórias, mas a relação entre os ediche (humanos, ningen) e Akkia é óbvia e clara, Akkia carrega sílabas e encontros importantes para nossa superraça, e Akkoya não se exclui.
Arda, nossa Terra, também não se exclui e vão existir várias versões da língua.
A minha preocupação é com as línguas que vou criar além dessa.
Vou ter de deixar a língua adultecer para que eu possa me dedicar a mais línguas, ou se não, elas vão acabar não tendo nada a ver uma com a outra, e é pra ter.
Mas eu tenho uma enorme vantagem: Eu sou estudante.
Isso significa que estou estudando e praticando Akkia o tempo todo, inclusive vários textos datados foram feitos em público, e vão continuar sendo.
Iyaowa me permite estudar uma língua mágica em público.
Suas línguas irmãs serão diferentes, muito provavelmente não sei se serão línguas aptas a serem estudadas em público, mas serão línguas muito belas.
A beleza de uma língua está no estilo das palavras e em como elas formam frases.
Eu decidi me dedicar a criação de línguas lindas, porque tornam sua magia mais branda e suave, além de permitir citações frequentes, que são mais facilmente gravadas no consciente.
Akkia significa "essência", e obviamente existem línguas com o mesmo nome ou intenção de nome em outros lugares, também sendo línguas irmãs.
Se Akkoya permitir, vou incluir falantes de Akkia em algum lugar.
A extinta língua ofyr pode ter sido uma versão de Akkia.
Isso explicaria porque o Megalich teve como alvo principal essa raça, afundando suas cidades, que se transformaram em mar.
Isso também significa que Akkia deixou de ser falada em Akkoya, na Era de Toj e durante a Grande Guerra contra Pan, que elegeu Akkia como um perigo para seu império e marcou a língua para morrer junto com seu povo, ofyr é a raça de Ambar.
Obrigado por ler, e volte sempre que quiser.
..,. Stay Plugged.
Esta é uma maneira de cumprimentar quando não se sabe o horário em que o interlocutor e ou o expectador está, apropriado para a mídia.
Por enquanto, Akkia se sente solitária.
Minha preocupação em não criar nada que fosse terrível em Draka, a língua dos dragões, me fez ver que eu não criei a língua.
Tenho ainda apenas um vocabulário muito restrito, em Draka.
Draka é a irmã mais velha de Akkia, a língua da magia.
Estou me concentrado em um dialeto, iyaowa, o que quer dizer que outros dialetos são possíveis e sempre serão bem vindos, irmãos do dialeto oficial de Akkia.
Desde o início, eu pretendia criar uma língua usando as anotações dos dois Blugs, aqui mesmo no Blogger, mas já aviso que falhei e não consegui criar a língua, talvez porque ela exista e eu estou na verdade pedindo permissão para estudar. Talvez, em Akkoya, haja uma língua melhor para que eu estude, e vai ter muito mais a ver comigo.
Garanto aos imortais de Akkoya que vou tentar não criar uma língua que existe, no máximo ela será uma influência sobre alguma língua que eu decidir criar.
Eu precisei de vocabulário básico para incluir nas histórias.
Eu deveria incluir Akkia como uma das línguas de Kastlelant, mas isso vai ficar pra depois de eu ter um vocabulário extenso, o que ainda não tenho.
Está muito óbvio que Akkia terá línguas irmãs, no futuro.
Ainda estou estudando como fazer isso, uma vez que uma língua é o bastante para gastar a maior parte do tempo de trabalho.
Eu não crio línguas para jogos e filmes, a não ser se fossem meus.
Mas é óbvio que se for por mais de um milhão, eu sei trabalhar e criar.
Tenho testado criação de palavras há muito tempo, e no que observo, depois de um certo número de palavras existentes, a língua adquire um estilo de forma de palavras próprio, determinando o futuro da língua a partir de então.
Sempre coloque a data no papel das anotações, isso é necessário.
Me incomoda muito que muito do que eu crio me lembra finlandês, mas não tem como comparar e não são línguas irmãs, ou seja, não dá pra ler e entender entre elas.
Akkia, na verdade, e apesar de ter muitos Kasus, não se parece com finlandês.
Eu criei um tipo de Relacionais, o Narasalama -- pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar -- que rege próximo, médio e distante, facilitando o aprendizado do básico.
Sendo uma língua mágica, ela te uma versão para que seja falada.
Estou me concentrando neste dialeto que, falado, não faz magia.
Não duvide, pois além da magia, pode passar um izmoali, ou anjo, e confirmar o que você está dizendo.
Nossa lição de hoje está na expressao Panteão, ou "A Família" e, ao contrário do que se possa pensar, este fragmento "pan" não é "todo".
Este é o significado usado neste Blug, e durante as histórias publicadas.
A semelhança entre Akkia e Akkoya parece proposital, por vários motivos.
Akkoya vive uma nobreza corporativa muito bem organizada, em que imortais tomam a frente das Casas e organizam a sociedade, numa cooperação econômica muito razoável. Isso, sem contar que Akkoya tem o maior número de estúdios de cinema da Aliança das Três Raças, são motivos pelos quais eu escolhi Akkia como uma língua mágica. Assim sendo, Akkia traz memórias na forma de palavras, de incontáveis lugares, incluindo de outras galáxias aonde o Efeito Pan levou Akkia para mais 265 mundos fora da nossa galáxia, e são mundos ediche. Não sei ao certo como vai ficar nas histórias, mas a relação entre os ediche (humanos, ningen) e Akkia é óbvia e clara, Akkia carrega sílabas e encontros importantes para nossa superraça, e Akkoya não se exclui.
Arda, nossa Terra, também não se exclui e vão existir várias versões da língua.
A minha preocupação é com as línguas que vou criar além dessa.
Vou ter de deixar a língua adultecer para que eu possa me dedicar a mais línguas, ou se não, elas vão acabar não tendo nada a ver uma com a outra, e é pra ter.
Mas eu tenho uma enorme vantagem: Eu sou estudante.
Isso significa que estou estudando e praticando Akkia o tempo todo, inclusive vários textos datados foram feitos em público, e vão continuar sendo.
Iyaowa me permite estudar uma língua mágica em público.
Suas línguas irmãs serão diferentes, muito provavelmente não sei se serão línguas aptas a serem estudadas em público, mas serão línguas muito belas.
A beleza de uma língua está no estilo das palavras e em como elas formam frases.
Eu decidi me dedicar a criação de línguas lindas, porque tornam sua magia mais branda e suave, além de permitir citações frequentes, que são mais facilmente gravadas no consciente.
Akkia significa "essência", e obviamente existem línguas com o mesmo nome ou intenção de nome em outros lugares, também sendo línguas irmãs.
Se Akkoya permitir, vou incluir falantes de Akkia em algum lugar.
A extinta língua ofyr pode ter sido uma versão de Akkia.
Isso explicaria porque o Megalich teve como alvo principal essa raça, afundando suas cidades, que se transformaram em mar.
Isso também significa que Akkia deixou de ser falada em Akkoya, na Era de Toj e durante a Grande Guerra contra Pan, que elegeu Akkia como um perigo para seu império e marcou a língua para morrer junto com seu povo, ofyr é a raça de Ambar.
Obrigado por ler, e volte sempre que quiser.
..,. Stay Plugged.
Sunday, 13 December 2009
Iyaowa -- O Dialeto da Ficção
Halloi (Helo), o ikyuuka sa.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)
Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.
Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.
www.actiontales.com.br
Também estou aqui para dar exemplos básicos.
Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.
Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.
Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.
Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.
Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.
A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.
O Tópico usualmente primeira a frase.
Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.
Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.
O Tópico é um formulae ao redor do Operador.
O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.
E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.
Isso que acontece é chamado de Topicalização.
Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.
Exemplos básicos -- Palavras
ee :: yes, informal
ewa :: yes, formal, absolute
egga :: no, too strong for polite conversation
ne :: zero; no; yes-no question marker
eika :: maybe, perhaps
souka :: really?
buddai :: straight, right, correct
huttu :: right, ok
naifléach :: wrong, baseless
hieri : deal (done)
Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.
Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.
Interspeech
Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.
Sobre línguas, ediche e humanos
As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.
Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.
A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.
Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.
I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.
De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.
Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.
Arda, Iehta, Terra.
Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.
-- We are humans and we are from Earth.
-- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.
-- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.
A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.
Ambas dizem exatamente a mesma coisa.
-- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.
No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.
Examples (Akkia):
-- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).
Akkia ni o Täidui :: Example of the Day
-- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).
It's animistic, na = article, doer/personifier.
See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.
Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.
Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.
This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.
Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.
No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.
Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.
Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.
You will find other interesting polsts (posts) in this Blog about religion, though. They're here as fiction. They're Art, and Art is what make us humans, part of the ejik superrace.
Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...
Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.
So, this is all for this polst.
This post was revised in September 13, 2011, Belo Horizonte, Brazil -- added examples.
Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.
Hope you're enjoying your reading, and,...
..,. Stay Plugged.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)
Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.
Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.
www.actiontales.com.br
Também estou aqui para dar exemplos básicos.
Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.
Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.
Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.
Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.
Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.
A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.
O Tópico usualmente primeira a frase.
Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.
Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.
O Tópico é um formulae ao redor do Operador.
O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.
E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.
Isso que acontece é chamado de Topicalização.
Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.
Exemplos básicos -- Palavras
ee :: yes, informal
ewa :: yes, formal, absolute
egga :: no, too strong for polite conversation
ne :: zero; no; yes-no question marker
eika :: maybe, perhaps
souka :: really?
buddai :: straight, right, correct
huttu :: right, ok
naifléach :: wrong, baseless
hieri : deal (done)
Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.
Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.
Interspeech
Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.
Sobre línguas, ediche e humanos
As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.
Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.
A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.
Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.
I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.
De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.
Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.
Arda, Iehta, Terra.
Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.
-- We are humans and we are from Earth.
-- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.
-- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.
A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.
Ambas dizem exatamente a mesma coisa.
-- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.
No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.
Examples (Akkia):
-- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).
Akkia ni o Täidui :: Example of the Day
-- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).
It's animistic, na = article, doer/personifier.
See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.
Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.
Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.
This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.
Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.
No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.
Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.
Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.
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Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...
Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.
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Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.
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O Mestre vai Publicar
Halloi (Helo), e Seja bem vindo|a.
O que e quem é o Mestre em Action Tales?
Eu testei sistematicamente várias maneiras como o PRG podia acontecer. Meus jogadores sempre querem que eu seja o Narrador, mas eu gosto de jogar de vez em quando para me lembrar do que eu faço com os meus jogadores.
No caso de você não saber o que é um RPG, é uma história criada em grupo. Existem regras e, em geral, um livro de regras, para servir de referência e tornar os testes com dados mais justos. Alguns jogos usam um "grid", mas isso me lembra Wargame e não RPG, e o mesmo vai para o uso de miniaturas. Você vai precisar de uma lapiseira, de borracha e papel. Você pode usar o papel para desenhar esboços de onde os jogadores estão, a cena, mas não precisa de muitos detalhes, apenas para mostrar aonde as coisas estão e o que são, aparentemente.
Todo o resto é uma história, com personagens, discurso de narrador e ação.
Não existe a necessidade de um "screenplay", ou roteiro, nenhuma linha de texto para que você diga o que os personagens vão dizer. É totalmente imaginação, e é por isso que é tão terrível "assistir" a uma sessão de jogo: você não pode VER o que acontece.
Um dos Jogadores em especial é o Mestre, ou Narrador, ou Maestro.
Em bora o título varie um pouco de jogo para jogo, a maioria dos jogos tem um Jogador que serve como juiz, guia ou Jogador que sabe mais sobre as regras que os outros, para fazer com que o jogo seja justo e resolver disputas. O Mestre usualmente é o Narrador.
É uma questão de House Rules quanta discussão offgame o grupo permite, ou seja, a conversa fora do jogo que não se referem aos atos da imaginação.
O Mestre precisa de ajuda?
Hmmmh,... É melhor eu dizer que sim.
Eu joguei uma campanha em que um dos jogadores sabia mais das regras que eu. Nós usamos muitos livros, guardados em CDs, e nós tinhamos de parar o jogo para olhar regras nesse mesmo tanto de livros, para ter certeza das coisas. Isso não é bom. Eu não achei divertido. Como diminuir a quantidade de pausa que você necessita? A maioria dos grupos tem uma única House Rule para isso: -- O Mestre tem a palavra final. E é ele, ou ela, que determina a maior parte das regras que um grupo necessita, ele decide como acontece e o que acontece. Há grupos que gostam de ter todos os livros, para tirar o poder das mãos do Mestre.
Em uma história de Enigma Action Tales, nós nos concentramos em publicar em um blug, como este próprio, o que exige ajuda extra ao Mestre por parte do grupo.
Alguém além do mestre deve tomar notas -- as anotações servem para se lembrar do que aconteceu, nessa ou naquela sessão. Não pare O Jogo para fazer as anotações.
Uma vez que aqui o objetivo é publicar em um blug, qualquer ajuda é necessária e pode tornar o gameplay melhor. Em Action Tales, você precisa pensar sobre isso. O Mestre via publicar, e precisa de ajuda. Saiba que seu Mestre precisa de você.
O que é trabalho criativo em grupo, em Action Tales?
Eu testei isso e muito, e eu adoro quando um jogador dá uma ideia boa para o grupo. Action Tales quer dizer usar as ideias dos jogadores, as boas e as ruins. É uma questão de tempo até que o jogo se torne coletivo, e não mais do Mestre. Tramar também é possível aos jogadores. Na verdade, eu adoro quando um jogador tem uma boa ideia do que ele, ou ela, quer. Isso não é válido para todos os jogadores, uma vez que alguns estão ali apenas para se reunir com os amigos.
Mesmo se o Mestre centralizar todas as House Rules, é bom fazer votações. Isso é importante, para tomar o caminho certo quanto a decisões de jogadores e suas sugestões serem boas ou ruins para a história.
Se a votação decidir que a ideia é ruim mesmo, não use.
Apesar de muitos grupos terem House Rules, em Action Tales Enigma nós usamos o Tarot para decidir algumas cenas, usando o significado da carta como "modificador".
Isso é muito difícil publicar, e infelizmente não dá pra dizer quanto na história publicada no blug foi decidido pelo Tarot.
Ter um diário ajuda muito o Mestre que quer publicar.
Assim, continuidade é o maior dos problemas em termos de Story Game e publicação em blog.
Você precisa colocar as datas no papel, ou arquivo digital, para não se perder.
Acontece que você pode publicar um resumo, logo que chega em casa, e definir a versão final como vai ser depois, repensando buracos de roteiro.
That will make your work lot easier if you don't change much the Blog, as I'm doing in here, that is, to edit older posts but I'm using the same Topics as the old ones -- I'm working on the same argument, only with a better English.
Era isso que estava no original em inglês, mas o fato é que eu decidi traduzir tudo para o português, por ser minha língua e ficar melhor.
Você deve pensar que todos vão ler, não apenas seus amigos.
Eu estou mantendo os originais o máximo possível, e eu já fiz isso antes. A ideia de Conlog é exatamente essa, e com uma vantagem.
Depois de feita a revisão geral, você tem um texto de qualidade.
Editar não é uma ideia ruim, mas em 2016 digo, publicar em uma língua que você não domina totalmente não é uma boa ideia.
Todos os jogadores devem entender a história jogada, e publicada.
Nem todas as histórias são a história de um grupo, mas em Action Tales costuma ser, e você precisa de narradores.
Eu decidi que os narradores são muitos, e há narradores principais que reúnem tudo o que os demais estão querendo colocar nas histórias, para dar uma forma final à narrativa.
Uma vez que a história acaba ou é interrompida, O Mestre deve reunir o grupo e ouvir a história do ponto de vista de cada jogador, deixando claros quais os pontos principais e quais são os feitos honoráveis do personagem durante a história. O Mestre deve contar ao jogador, depois do fim da história, como os seus esforços fizeram a diferença. O grupo tem o direito de saber a história, quando ela termina.
Ou então, continue a história com outro grupo, outros personagens.
Isso poderia quebrar um pouco as histórias, mas se você tem uma ideia de como fazer para que as várias histórias de grupos distintos faça sentido, boa sorte.
O mais importante é que O Mestre precisa da ajuda dos jogadores para publicar.
So, Have fun with you Story, and,...
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O que e quem é o Mestre em Action Tales?
Eu testei sistematicamente várias maneiras como o PRG podia acontecer. Meus jogadores sempre querem que eu seja o Narrador, mas eu gosto de jogar de vez em quando para me lembrar do que eu faço com os meus jogadores.
No caso de você não saber o que é um RPG, é uma história criada em grupo. Existem regras e, em geral, um livro de regras, para servir de referência e tornar os testes com dados mais justos. Alguns jogos usam um "grid", mas isso me lembra Wargame e não RPG, e o mesmo vai para o uso de miniaturas. Você vai precisar de uma lapiseira, de borracha e papel. Você pode usar o papel para desenhar esboços de onde os jogadores estão, a cena, mas não precisa de muitos detalhes, apenas para mostrar aonde as coisas estão e o que são, aparentemente.
Todo o resto é uma história, com personagens, discurso de narrador e ação.
Não existe a necessidade de um "screenplay", ou roteiro, nenhuma linha de texto para que você diga o que os personagens vão dizer. É totalmente imaginação, e é por isso que é tão terrível "assistir" a uma sessão de jogo: você não pode VER o que acontece.
Um dos Jogadores em especial é o Mestre, ou Narrador, ou Maestro.
Em bora o título varie um pouco de jogo para jogo, a maioria dos jogos tem um Jogador que serve como juiz, guia ou Jogador que sabe mais sobre as regras que os outros, para fazer com que o jogo seja justo e resolver disputas. O Mestre usualmente é o Narrador.
É uma questão de House Rules quanta discussão offgame o grupo permite, ou seja, a conversa fora do jogo que não se referem aos atos da imaginação.
O Mestre precisa de ajuda?
Hmmmh,... É melhor eu dizer que sim.
Eu joguei uma campanha em que um dos jogadores sabia mais das regras que eu. Nós usamos muitos livros, guardados em CDs, e nós tinhamos de parar o jogo para olhar regras nesse mesmo tanto de livros, para ter certeza das coisas. Isso não é bom. Eu não achei divertido. Como diminuir a quantidade de pausa que você necessita? A maioria dos grupos tem uma única House Rule para isso: -- O Mestre tem a palavra final. E é ele, ou ela, que determina a maior parte das regras que um grupo necessita, ele decide como acontece e o que acontece. Há grupos que gostam de ter todos os livros, para tirar o poder das mãos do Mestre.
Em uma história de Enigma Action Tales, nós nos concentramos em publicar em um blug, como este próprio, o que exige ajuda extra ao Mestre por parte do grupo.
Alguém além do mestre deve tomar notas -- as anotações servem para se lembrar do que aconteceu, nessa ou naquela sessão. Não pare O Jogo para fazer as anotações.
Uma vez que aqui o objetivo é publicar em um blug, qualquer ajuda é necessária e pode tornar o gameplay melhor. Em Action Tales, você precisa pensar sobre isso. O Mestre via publicar, e precisa de ajuda. Saiba que seu Mestre precisa de você.
O que é trabalho criativo em grupo, em Action Tales?
Eu testei isso e muito, e eu adoro quando um jogador dá uma ideia boa para o grupo. Action Tales quer dizer usar as ideias dos jogadores, as boas e as ruins. É uma questão de tempo até que o jogo se torne coletivo, e não mais do Mestre. Tramar também é possível aos jogadores. Na verdade, eu adoro quando um jogador tem uma boa ideia do que ele, ou ela, quer. Isso não é válido para todos os jogadores, uma vez que alguns estão ali apenas para se reunir com os amigos.
Mesmo se o Mestre centralizar todas as House Rules, é bom fazer votações. Isso é importante, para tomar o caminho certo quanto a decisões de jogadores e suas sugestões serem boas ou ruins para a história.
Se a votação decidir que a ideia é ruim mesmo, não use.
Apesar de muitos grupos terem House Rules, em Action Tales Enigma nós usamos o Tarot para decidir algumas cenas, usando o significado da carta como "modificador".
Isso é muito difícil publicar, e infelizmente não dá pra dizer quanto na história publicada no blug foi decidido pelo Tarot.
Ter um diário ajuda muito o Mestre que quer publicar.
Assim, continuidade é o maior dos problemas em termos de Story Game e publicação em blog.
Você precisa colocar as datas no papel, ou arquivo digital, para não se perder.
Acontece que você pode publicar um resumo, logo que chega em casa, e definir a versão final como vai ser depois, repensando buracos de roteiro.
That will make your work lot easier if you don't change much the Blog, as I'm doing in here, that is, to edit older posts but I'm using the same Topics as the old ones -- I'm working on the same argument, only with a better English.
Era isso que estava no original em inglês, mas o fato é que eu decidi traduzir tudo para o português, por ser minha língua e ficar melhor.
Você deve pensar que todos vão ler, não apenas seus amigos.
Eu estou mantendo os originais o máximo possível, e eu já fiz isso antes. A ideia de Conlog é exatamente essa, e com uma vantagem.
Depois de feita a revisão geral, você tem um texto de qualidade.
Editar não é uma ideia ruim, mas em 2016 digo, publicar em uma língua que você não domina totalmente não é uma boa ideia.
Todos os jogadores devem entender a história jogada, e publicada.
Nem todas as histórias são a história de um grupo, mas em Action Tales costuma ser, e você precisa de narradores.
Eu decidi que os narradores são muitos, e há narradores principais que reúnem tudo o que os demais estão querendo colocar nas histórias, para dar uma forma final à narrativa.
Uma vez que a história acaba ou é interrompida, O Mestre deve reunir o grupo e ouvir a história do ponto de vista de cada jogador, deixando claros quais os pontos principais e quais são os feitos honoráveis do personagem durante a história. O Mestre deve contar ao jogador, depois do fim da história, como os seus esforços fizeram a diferença. O grupo tem o direito de saber a história, quando ela termina.
Ou então, continue a história com outro grupo, outros personagens.
Isso poderia quebrar um pouco as histórias, mas se você tem uma ideia de como fazer para que as várias histórias de grupos distintos faça sentido, boa sorte.
O mais importante é que O Mestre precisa da ajuda dos jogadores para publicar.
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