Oi, leitor.
Happy Hallowmas, você.
Estou aqui para dizer que estamos voltando às atividades, aqui no blug.
Enfim, estou negociando com editora, o meu romance.
E vai ficar com 480 páginas, o primeiro livro.
O Hallows, ou November's Eve, é o dia antes de Novembro, muito caracterizado pela celebração do Dia das Bruxas, mas aqui onde vivo é um dia para meditação sobre Magia, e não um dia para a sua celebração propriamente dita.
Também estou traduzindo a história Sonhos Roubados, no Wormbar.
Isso vai dar uma cara toda especial ao Enigma Epic Destiny.
Incluindo também os conceitos essenciais de Enigma, vamos ter novas histórias aqui no blug, e que vão explicar ou enlaçar as que já estavam em andamento. Acredito que quem leu o início das histórias sobre O Garoto que Cria Bugigangas, A Menina que Ama Livros e mais histórias, que antes estava "jogadas", tudo isso vai se unir, mesmo em mundos distintos. Assim, inicialmente em Akkoya e Tanahta, vamos ter de lidar com Melch, ou até mesmo Orija, a lua florestal mais hostil conhecida e que está sendo colonizada por Akkoya, Melch Lemetian e Tanahta.
O que é importante aqui, é saber que mundos tem direitos e, dependendo do que pretendem fazer ou do que fazem, deveres.
Nem todo mundo é planeta, mas todo planeta é mundo.
Feliz Dia das Bruxas, a você, bruxo-bruxa ou não.
Hoje é um dia para celebrar a vida. Para celebrar a sabedoria, e mais ainda, de celebrar as bruxas e bruxos que vieram antes de nós.
O nome original deste dia é Hallowmas, que insistem em dizer Halloween e na imagem de uma abóbora para todos governar, mas nem sempre foi assim, nem sempre será assim.
Hoje um sem número de pessoas estuda Magia porque pode e quer.
O acesso a Magia se tornou comum, e apenas aqueles que ainda não vivem em lugares aonde a Magia vai com maior necessidade, estão livres da Magia em si. Quem não quer saber de Magia tem realmente esse direito. Existem mais dois caminhos. O da Religião, que tem errado mais do que tem acertado. E o da Ciência, que infelizmente usa a falta de Fé como uma Magia, e isso ainda será repreendido pela própria evolução. Mas o acesso a informação se tornou comum. Hoje, se você quiser saber sobre um assunto, as informações básicas estão todas disponíveis.
O avançado é que é difícil, porque exige comprometimento e muito estudo.
Estamos celebrando a ideia que, aqui no blug, vai dar o que falar. Traduzir tudo e colocar todas as hisstórias em relação direta umas com as outras, e a língua dos navegadores, em sua versão português-br, foi a escolhida para desenvolver nosso projeto. Se vai ter tradução, esperamos que seja feita por um profissional, e não por mim.
Aqui, as histórias vão se encontrar, cedo ou tarde, para trocar uma ideia, ver onde uma e outra estão erradas e transformar essa corrupção em algo de bom.
Vamos construir um blug, e não apenas publicar histórias.
Aqui não é o lugar para se ser apenas mais um blog de aventuras, ou adventure blog, mas sim o lugar aonde vão informações relevantes sobre o Enigma Fictional Multiverse, também encontrado em nosso Wiki, logo abaixo, para que as pessoas se conscientizem. Magia? Magia está em todo lugar.
www.actiontales.com.br
Vamos construir isso juntos? Eu preciso de nomes, com poucas linhas de história.
Foi assim que demos início à campanha Patreon -- procure por Enigma. Envie os nomes e as poucas linhas de história pelo Twitter.
Twitter @solcajueiro, @themagicnation, e @schmmach.
Saiba quais são as suas dúvidas antes de enviar o tweet, e mantenha uma linguagem clara para que eu possa responder.
Estamos reiniciando os trabalhos, e hoje é uma grande noite.
Sendo wicca, também, eu posso me deliciar com o café com chocolate que tomei e vou tomar de novo daqui a pouquinho, mas não se esqueçam da regra de três.
Duas vezes é o bastante, pois a Magia é inteligente e sabe o que faz.
Indo para meu segundo café com chocolate, entusiasmado com as histórias que vão sair das anotações e gravações que fazemos de nossas sessões.
Obrigado por ler, também pela paciência, e,...
..,. Stay Plugged.
Halloi (Helo). Welcome to The Action Tale. This is my Adventure Blog. Here I write about the Story I play with my Friends, the Games I create, and the Akkia language that I dedicate to the Study of Fiction.
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Monday, 31 October 2016
Tuesday, 16 April 2013
Pausa, devido aos Romances
Oi, leitor.
Eu também estou me aventurando na literatura, e meus romances precisam de mim, por isso vou dar um tempo do Blug e me concentrar na redação e revisão da Série, que deve ser uma Série de cinco livros, com alguns spin offs.
Eu percebi o quão difícil é manter atualizado um blug.
Temos muito trabalho, e eu vou traduzir para português-br, no futuro.
Acredito que apenas Akkoya não vai ser o objetivo futuro. Irei incluir Arda, nossa Terra, nas linhas deste meu espaço.
Tudo o que estou fazendo aqui é pedir uma pausa.
No futuro, irei explicar histórias que, ainda sendo jogadas, são jogadas com O Jogo, em que Enigma Action Tales figura principal, e há a ideia de uma futura publicação. Não sei. É muito bom ter um método só nosso de criação. Mas bem, ao mesmo tempo, seria muito bom ter a opinião de outros mestres sobre o que estamos fazendo, nosso método.
Saibam que não vou parar com as Conlangs, essencialmente Akkia.
Akkia é uma Maglang, ou língua da magia, do inglês "magic language".
Iyaowa é o dialeto essencial a que vou me dedicar.
Vou sair um pouco das mesas de jogo para me aventurar no século 23, de Arda, nossa Terra, em que eventos muito importantes estão acontecendo, e serão narrados em livro.
Não vou parar, simplesmente, mas sim me dar o tempo necessário.
Agradeço pela visita, também pela paciência, e digo,...
..,. Stay Plugged.
Eu também estou me aventurando na literatura, e meus romances precisam de mim, por isso vou dar um tempo do Blug e me concentrar na redação e revisão da Série, que deve ser uma Série de cinco livros, com alguns spin offs.
Eu percebi o quão difícil é manter atualizado um blug.
Temos muito trabalho, e eu vou traduzir para português-br, no futuro.
Acredito que apenas Akkoya não vai ser o objetivo futuro. Irei incluir Arda, nossa Terra, nas linhas deste meu espaço.
Tudo o que estou fazendo aqui é pedir uma pausa.
No futuro, irei explicar histórias que, ainda sendo jogadas, são jogadas com O Jogo, em que Enigma Action Tales figura principal, e há a ideia de uma futura publicação. Não sei. É muito bom ter um método só nosso de criação. Mas bem, ao mesmo tempo, seria muito bom ter a opinião de outros mestres sobre o que estamos fazendo, nosso método.
Saibam que não vou parar com as Conlangs, essencialmente Akkia.
Akkia é uma Maglang, ou língua da magia, do inglês "magic language".
Iyaowa é o dialeto essencial a que vou me dedicar.
Vou sair um pouco das mesas de jogo para me aventurar no século 23, de Arda, nossa Terra, em que eventos muito importantes estão acontecendo, e serão narrados em livro.
Não vou parar, simplesmente, mas sim me dar o tempo necessário.
Agradeço pela visita, também pela paciência, e digo,...
..,. Stay Plugged.
Monday, 5 July 2010
Akkia Grammar
Akkia Basic Grammar
The galatic language is made with a Topic-Coment structure, where Articles and Declension Cases marking words to make a free Word Order sentence formation, but essencially the
Topic is the First Argument of a Phrase.
Arts (Articles)
Articles, called "Art" in Akkia, are Formal and used only when they're obligatory, so as for, they are: 1. active (der), 2. accusative (al), 3. dative|lative (al|-i), 4. starter (ab), 5.
conceptual (el), and 6. agent other (+o).
Exemple:
Abbar (Man): Der abbar (the man; that do something); Al abbar (the man); Al abbrai (to the man; receptive); Ab abbar (from the man; starts with); El abbar (all that is man; manly);
Abbra o (the man; not the real agent, summon, quote, citation).
Simple Declension
In Akkia, the words are marked (or not: nominative) with their practical use inside the Sentence. This can be made by the use of Articles, Particles, Word Order (special), other special
formulae, Second Silables, and the very common and useful Declension.
Essencially, they're special Endings for Words.
The Declension Cases, in Akkia, are: 1. nominative, 2. accusative, 3. dative|lative, 4. trigger, 5. genitive, and 6. equative.
Exemple:
- Der abbar vil-a al kaybta al ena-i wa.
- The man gives the key (accusative) to the woman (dative|lative).
Declension
nama, nominative
# not marked
# a Name, Topic or Phrasal Subject
weimming, plural
# -s (simple), -t, -ks, -es; -ees (equative plural)
# marks more than (one)
# it's possibly used to show duality
# see: numbers and counters
sáakä, accusative
# -äs, -ä, -ta; -wara (formal)
# or use Focus: +ka
# it always indicates the Argument
inkleät, dative|lative
# -i, +i (post)
# motion, reception, or direction (to)
taytä, genitive
# -as, -n, -en (possibility), -täs; -sawa (formal)
# as a Word, it's: (a)taas (by)
# possession, component, or participation
affya, trigger
# -ya, -ia, -ea, -äa
# marks the Word that is the Focus
ekling, equative
# -e, -ae
# equality, same, similitude
# -käe
# shows group, or common relation
Old Delension - Museum
# It's not in use, anymore, but it's here to show if I decide to use it in the future again. You may use it, as you wish. I'll probably understand, as all speakers will.
tenkia, partitive
# -äs, -is, -ous, -ta; -káami (formal)
# unfinished, undetermined, indefinite, unknown identity
ikking, translative
# -(k)ki, -(k)iwa --> for incomplete
# -(en|er|es|el|em)king --> for complete (Narasalama)
# -(k)kiya --> for trigger
# transform something (into this)
Demonstratives
# na, ina, ana --> person, culture
# ra, ira, ara --> idea, centre, argument
# sa, isa, asa --> thing; known
# la, ila, ala --> time; ending as Adjective, as prefix negates an Adjective
# ma, ima, ama --> place; I (f) (Pronoun)
# (f) stands for: the Formal Relation Level of the Akkia language
# To use these Words, you need first to put i- (before) for Nama, or a- for the other declensions.
The use of Demonstratives as Afixes
narasalama, demonstrative
# -en --> possibility
# er- --> charge, download
# -es --> plural
# -el --> personification
# em- --> meaning, amount, measure
# the demonstrative word group used as afixes
# don't use them in other positions
Endings, and Second Silables
The Akkia galatic language uses these Endings (or special Afixes) shown here to place Word meaning and their Role in a Sentence. Other subtle and practical things are shown most of
the time as a group of one, two or three letters inside the first and the next silable, that is known as Second Silable. They add really important meaning to Words. As for Declension, the
use of Words must declare their subtle and practical Role. For that, they come at the "End" of Words. There are more Endings, but they must come just before this special kind of
Ending, that is Declension, except for Counters or any equivalent to a Counter.
So, these are the Basics on the Akkia galatic language Grammar.
Hope you're enjoying your reading.
This article is part of a summary set of essential explanations on Grammar, but I'll have exemples as soon as possible.
Mail me with your questions, and I'll try to answer the most succint as I might to.
Stay Plugged.
The galatic language is made with a Topic-Coment structure, where Articles and Declension Cases marking words to make a free Word Order sentence formation, but essencially the
Topic is the First Argument of a Phrase.
Arts (Articles)
Articles, called "Art" in Akkia, are Formal and used only when they're obligatory, so as for, they are: 1. active (der), 2. accusative (al), 3. dative|lative (al|-i), 4. starter (ab), 5.
conceptual (el), and 6. agent other (+o).
Exemple:
Abbar (Man): Der abbar (the man; that do something); Al abbar (the man); Al abbrai (to the man; receptive); Ab abbar (from the man; starts with); El abbar (all that is man; manly);
Abbra o (the man; not the real agent, summon, quote, citation).
Simple Declension
In Akkia, the words are marked (or not: nominative) with their practical use inside the Sentence. This can be made by the use of Articles, Particles, Word Order (special), other special
formulae, Second Silables, and the very common and useful Declension.
Essencially, they're special Endings for Words.
The Declension Cases, in Akkia, are: 1. nominative, 2. accusative, 3. dative|lative, 4. trigger, 5. genitive, and 6. equative.
Exemple:
- Der abbar vil-a al kaybta al ena-i wa.
- The man gives the key (accusative) to the woman (dative|lative).
Declension
nama, nominative
# not marked
# a Name, Topic or Phrasal Subject
weimming, plural
# -s (simple), -t, -ks, -es; -ees (equative plural)
# marks more than (one)
# it's possibly used to show duality
# see: numbers and counters
sáakä, accusative
# -äs, -ä, -ta; -wara (formal)
# or use Focus: +ka
# it always indicates the Argument
inkleät, dative|lative
# -i, +i (post)
# motion, reception, or direction (to)
taytä, genitive
# -as, -n, -en (possibility), -täs; -sawa (formal)
# as a Word, it's: (a)taas (by)
# possession, component, or participation
affya, trigger
# -ya, -ia, -ea, -äa
# marks the Word that is the Focus
ekling, equative
# -e, -ae
# equality, same, similitude
# -käe
# shows group, or common relation
Old Delension - Museum
# It's not in use, anymore, but it's here to show if I decide to use it in the future again. You may use it, as you wish. I'll probably understand, as all speakers will.
tenkia, partitive
# -äs, -is, -ous, -ta; -káami (formal)
# unfinished, undetermined, indefinite, unknown identity
ikking, translative
# -(k)ki, -(k)iwa --> for incomplete
# -(en|er|es|el|em)king --> for complete (Narasalama)
# -(k)kiya --> for trigger
# transform something (into this)
Demonstratives
# na, ina, ana --> person, culture
# ra, ira, ara --> idea, centre, argument
# sa, isa, asa --> thing; known
# la, ila, ala --> time; ending as Adjective, as prefix negates an Adjective
# ma, ima, ama --> place; I (f) (Pronoun)
# (f) stands for: the Formal Relation Level of the Akkia language
# To use these Words, you need first to put i- (before) for Nama, or a- for the other declensions.
The use of Demonstratives as Afixes
narasalama, demonstrative
# -en --> possibility
# er- --> charge, download
# -es --> plural
# -el --> personification
# em- --> meaning, amount, measure
# the demonstrative word group used as afixes
# don't use them in other positions
Endings, and Second Silables
The Akkia galatic language uses these Endings (or special Afixes) shown here to place Word meaning and their Role in a Sentence. Other subtle and practical things are shown most of
the time as a group of one, two or three letters inside the first and the next silable, that is known as Second Silable. They add really important meaning to Words. As for Declension, the
use of Words must declare their subtle and practical Role. For that, they come at the "End" of Words. There are more Endings, but they must come just before this special kind of
Ending, that is Declension, except for Counters or any equivalent to a Counter.
So, these are the Basics on the Akkia galatic language Grammar.
Hope you're enjoying your reading.
This article is part of a summary set of essential explanations on Grammar, but I'll have exemples as soon as possible.
Mail me with your questions, and I'll try to answer the most succint as I might to.
Stay Plugged.
Tuesday, 15 December 2009
Akkia e suas Irmãs
Täinoksama.
Esta é uma maneira de cumprimentar quando não se sabe o horário em que o interlocutor e ou o expectador está, apropriado para a mídia.
Por enquanto, Akkia se sente solitária.
Minha preocupação em não criar nada que fosse terrível em Draka, a língua dos dragões, me fez ver que eu não criei a língua.
Tenho ainda apenas um vocabulário muito restrito, em Draka.
Draka é a irmã mais velha de Akkia, a língua da magia.
Estou me concentrado em um dialeto, iyaowa, o que quer dizer que outros dialetos são possíveis e sempre serão bem vindos, irmãos do dialeto oficial de Akkia.
Desde o início, eu pretendia criar uma língua usando as anotações dos dois Blugs, aqui mesmo no Blogger, mas já aviso que falhei e não consegui criar a língua, talvez porque ela exista e eu estou na verdade pedindo permissão para estudar. Talvez, em Akkoya, haja uma língua melhor para que eu estude, e vai ter muito mais a ver comigo.
Garanto aos imortais de Akkoya que vou tentar não criar uma língua que existe, no máximo ela será uma influência sobre alguma língua que eu decidir criar.
Eu precisei de vocabulário básico para incluir nas histórias.
Eu deveria incluir Akkia como uma das línguas de Kastlelant, mas isso vai ficar pra depois de eu ter um vocabulário extenso, o que ainda não tenho.
Está muito óbvio que Akkia terá línguas irmãs, no futuro.
Ainda estou estudando como fazer isso, uma vez que uma língua é o bastante para gastar a maior parte do tempo de trabalho.
Eu não crio línguas para jogos e filmes, a não ser se fossem meus.
Mas é óbvio que se for por mais de um milhão, eu sei trabalhar e criar.
Tenho testado criação de palavras há muito tempo, e no que observo, depois de um certo número de palavras existentes, a língua adquire um estilo de forma de palavras próprio, determinando o futuro da língua a partir de então.
Sempre coloque a data no papel das anotações, isso é necessário.
Me incomoda muito que muito do que eu crio me lembra finlandês, mas não tem como comparar e não são línguas irmãs, ou seja, não dá pra ler e entender entre elas.
Akkia, na verdade, e apesar de ter muitos Kasus, não se parece com finlandês.
Eu criei um tipo de Relacionais, o Narasalama -- pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar -- que rege próximo, médio e distante, facilitando o aprendizado do básico.
Sendo uma língua mágica, ela te uma versão para que seja falada.
Estou me concentrando neste dialeto que, falado, não faz magia.
Não duvide, pois além da magia, pode passar um izmoali, ou anjo, e confirmar o que você está dizendo.
Nossa lição de hoje está na expressao Panteão, ou "A Família" e, ao contrário do que se possa pensar, este fragmento "pan" não é "todo".
Este é o significado usado neste Blug, e durante as histórias publicadas.
A semelhança entre Akkia e Akkoya parece proposital, por vários motivos.
Akkoya vive uma nobreza corporativa muito bem organizada, em que imortais tomam a frente das Casas e organizam a sociedade, numa cooperação econômica muito razoável. Isso, sem contar que Akkoya tem o maior número de estúdios de cinema da Aliança das Três Raças, são motivos pelos quais eu escolhi Akkia como uma língua mágica. Assim sendo, Akkia traz memórias na forma de palavras, de incontáveis lugares, incluindo de outras galáxias aonde o Efeito Pan levou Akkia para mais 265 mundos fora da nossa galáxia, e são mundos ediche. Não sei ao certo como vai ficar nas histórias, mas a relação entre os ediche (humanos, ningen) e Akkia é óbvia e clara, Akkia carrega sílabas e encontros importantes para nossa superraça, e Akkoya não se exclui.
Arda, nossa Terra, também não se exclui e vão existir várias versões da língua.
A minha preocupação é com as línguas que vou criar além dessa.
Vou ter de deixar a língua adultecer para que eu possa me dedicar a mais línguas, ou se não, elas vão acabar não tendo nada a ver uma com a outra, e é pra ter.
Mas eu tenho uma enorme vantagem: Eu sou estudante.
Isso significa que estou estudando e praticando Akkia o tempo todo, inclusive vários textos datados foram feitos em público, e vão continuar sendo.
Iyaowa me permite estudar uma língua mágica em público.
Suas línguas irmãs serão diferentes, muito provavelmente não sei se serão línguas aptas a serem estudadas em público, mas serão línguas muito belas.
A beleza de uma língua está no estilo das palavras e em como elas formam frases.
Eu decidi me dedicar a criação de línguas lindas, porque tornam sua magia mais branda e suave, além de permitir citações frequentes, que são mais facilmente gravadas no consciente.
Akkia significa "essência", e obviamente existem línguas com o mesmo nome ou intenção de nome em outros lugares, também sendo línguas irmãs.
Se Akkoya permitir, vou incluir falantes de Akkia em algum lugar.
A extinta língua ofyr pode ter sido uma versão de Akkia.
Isso explicaria porque o Megalich teve como alvo principal essa raça, afundando suas cidades, que se transformaram em mar.
Isso também significa que Akkia deixou de ser falada em Akkoya, na Era de Toj e durante a Grande Guerra contra Pan, que elegeu Akkia como um perigo para seu império e marcou a língua para morrer junto com seu povo, ofyr é a raça de Ambar.
Obrigado por ler, e volte sempre que quiser.
..,. Stay Plugged.
Esta é uma maneira de cumprimentar quando não se sabe o horário em que o interlocutor e ou o expectador está, apropriado para a mídia.
Por enquanto, Akkia se sente solitária.
Minha preocupação em não criar nada que fosse terrível em Draka, a língua dos dragões, me fez ver que eu não criei a língua.
Tenho ainda apenas um vocabulário muito restrito, em Draka.
Draka é a irmã mais velha de Akkia, a língua da magia.
Estou me concentrado em um dialeto, iyaowa, o que quer dizer que outros dialetos são possíveis e sempre serão bem vindos, irmãos do dialeto oficial de Akkia.
Desde o início, eu pretendia criar uma língua usando as anotações dos dois Blugs, aqui mesmo no Blogger, mas já aviso que falhei e não consegui criar a língua, talvez porque ela exista e eu estou na verdade pedindo permissão para estudar. Talvez, em Akkoya, haja uma língua melhor para que eu estude, e vai ter muito mais a ver comigo.
Garanto aos imortais de Akkoya que vou tentar não criar uma língua que existe, no máximo ela será uma influência sobre alguma língua que eu decidir criar.
Eu precisei de vocabulário básico para incluir nas histórias.
Eu deveria incluir Akkia como uma das línguas de Kastlelant, mas isso vai ficar pra depois de eu ter um vocabulário extenso, o que ainda não tenho.
Está muito óbvio que Akkia terá línguas irmãs, no futuro.
Ainda estou estudando como fazer isso, uma vez que uma língua é o bastante para gastar a maior parte do tempo de trabalho.
Eu não crio línguas para jogos e filmes, a não ser se fossem meus.
Mas é óbvio que se for por mais de um milhão, eu sei trabalhar e criar.
Tenho testado criação de palavras há muito tempo, e no que observo, depois de um certo número de palavras existentes, a língua adquire um estilo de forma de palavras próprio, determinando o futuro da língua a partir de então.
Sempre coloque a data no papel das anotações, isso é necessário.
Me incomoda muito que muito do que eu crio me lembra finlandês, mas não tem como comparar e não são línguas irmãs, ou seja, não dá pra ler e entender entre elas.
Akkia, na verdade, e apesar de ter muitos Kasus, não se parece com finlandês.
Eu criei um tipo de Relacionais, o Narasalama -- pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar -- que rege próximo, médio e distante, facilitando o aprendizado do básico.
Sendo uma língua mágica, ela te uma versão para que seja falada.
Estou me concentrando neste dialeto que, falado, não faz magia.
Não duvide, pois além da magia, pode passar um izmoali, ou anjo, e confirmar o que você está dizendo.
Nossa lição de hoje está na expressao Panteão, ou "A Família" e, ao contrário do que se possa pensar, este fragmento "pan" não é "todo".
Este é o significado usado neste Blug, e durante as histórias publicadas.
A semelhança entre Akkia e Akkoya parece proposital, por vários motivos.
Akkoya vive uma nobreza corporativa muito bem organizada, em que imortais tomam a frente das Casas e organizam a sociedade, numa cooperação econômica muito razoável. Isso, sem contar que Akkoya tem o maior número de estúdios de cinema da Aliança das Três Raças, são motivos pelos quais eu escolhi Akkia como uma língua mágica. Assim sendo, Akkia traz memórias na forma de palavras, de incontáveis lugares, incluindo de outras galáxias aonde o Efeito Pan levou Akkia para mais 265 mundos fora da nossa galáxia, e são mundos ediche. Não sei ao certo como vai ficar nas histórias, mas a relação entre os ediche (humanos, ningen) e Akkia é óbvia e clara, Akkia carrega sílabas e encontros importantes para nossa superraça, e Akkoya não se exclui.
Arda, nossa Terra, também não se exclui e vão existir várias versões da língua.
A minha preocupação é com as línguas que vou criar além dessa.
Vou ter de deixar a língua adultecer para que eu possa me dedicar a mais línguas, ou se não, elas vão acabar não tendo nada a ver uma com a outra, e é pra ter.
Mas eu tenho uma enorme vantagem: Eu sou estudante.
Isso significa que estou estudando e praticando Akkia o tempo todo, inclusive vários textos datados foram feitos em público, e vão continuar sendo.
Iyaowa me permite estudar uma língua mágica em público.
Suas línguas irmãs serão diferentes, muito provavelmente não sei se serão línguas aptas a serem estudadas em público, mas serão línguas muito belas.
A beleza de uma língua está no estilo das palavras e em como elas formam frases.
Eu decidi me dedicar a criação de línguas lindas, porque tornam sua magia mais branda e suave, além de permitir citações frequentes, que são mais facilmente gravadas no consciente.
Akkia significa "essência", e obviamente existem línguas com o mesmo nome ou intenção de nome em outros lugares, também sendo línguas irmãs.
Se Akkoya permitir, vou incluir falantes de Akkia em algum lugar.
A extinta língua ofyr pode ter sido uma versão de Akkia.
Isso explicaria porque o Megalich teve como alvo principal essa raça, afundando suas cidades, que se transformaram em mar.
Isso também significa que Akkia deixou de ser falada em Akkoya, na Era de Toj e durante a Grande Guerra contra Pan, que elegeu Akkia como um perigo para seu império e marcou a língua para morrer junto com seu povo, ofyr é a raça de Ambar.
Obrigado por ler, e volte sempre que quiser.
..,. Stay Plugged.
Sunday, 13 December 2009
Iyaowa -- O Dialeto da Ficção
Halloi (Helo), o ikyuuka sa.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)
Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.
Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.
www.actiontales.com.br
Também estou aqui para dar exemplos básicos.
Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.
Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.
Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.
Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.
Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.
A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.
O Tópico usualmente primeira a frase.
Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.
Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.
O Tópico é um formulae ao redor do Operador.
O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.
E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.
Isso que acontece é chamado de Topicalização.
Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.
Exemplos básicos -- Palavras
ee :: yes, informal
ewa :: yes, formal, absolute
egga :: no, too strong for polite conversation
ne :: zero; no; yes-no question marker
eika :: maybe, perhaps
souka :: really?
buddai :: straight, right, correct
huttu :: right, ok
naifléach :: wrong, baseless
hieri : deal (done)
Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.
Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.
Interspeech
Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.
Sobre línguas, ediche e humanos
As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.
Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.
A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.
Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.
I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.
De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.
Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.
Arda, Iehta, Terra.
Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.
-- We are humans and we are from Earth.
-- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.
-- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.
A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.
Ambas dizem exatamente a mesma coisa.
-- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.
No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.
Examples (Akkia):
-- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).
Akkia ni o Täidui :: Example of the Day
-- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).
It's animistic, na = article, doer/personifier.
See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.
Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.
Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.
This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.
Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.
No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.
Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.
Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.
You will find other interesting polsts (posts) in this Blog about religion, though. They're here as fiction. They're Art, and Art is what make us humans, part of the ejik superrace.
Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...
Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.
So, this is all for this polst.
This post was revised in September 13, 2011, Belo Horizonte, Brazil -- added examples.
Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.
Hope you're enjoying your reading, and,...
..,. Stay Plugged.
(Akkia for: Helo, and Be welcome -- male speaker)
Eu estou aqui para deixar anotados aspectos interessantes da língua Akkia, e que existem no dialeto iyaowa.
Iyaowa é o dialeto principal da língua. Esta língua também existe em minhas histórias, junto com futuras línguas irmãs (não tenho a lista, aqui e agora), todas parte das Histórias, e isso inclui, que eu não consegui aprender ainda o básico, Oká -- importante para este blug -- Draka, Nekron e Snakelang e outras línguas, consideradas para o bem da nação, como Conlangs -- constructed languages -- e que vamos ver samples durante as histórias, aqui e no Wormbar, aqui e no Wiki de Enigma.
www.actiontales.com.br
Também estou aqui para dar exemplos básicos.
Para começar :: iyaowa :: significa: básico, simples ou clássico.
Eu estou planejando Akkia para ser uma língua de dificuldade moderada, e que, quando o difícil for se mostrar, o estudante já se acostumou com o básico.
A língua se divide em 5 (cinco) Níveis de uma suposta formalidade, mas que em verdade são cinco tipos de Argumento, sendo também uma língua de moderada polidez.
Os sons da língua se baseiam em Árabe, Japonês e Finlandês, mas depois de algum tempo você percebe que não é uma nem as outras. Penso em usar 5% de vocabulário de várias línguas, e isso inclui até mesmo o Mandarin, o Latim e outras.
Os falantes vão ter a opção de criar sua própria maneira de usar a língua, incluindo uma parte do vocabulário, mudança de sons e fonética, e características da gramática.
Porquê? Porque é divertido, e isso é o porque eu escolhi um dialeto da minha língua principal para que, se os falantes quiserem, possam ter seu dialeto.
Akkia irá demonstrar moderada polidez, e enraizada sinceridade. Não é minha intenção criar uma língua verdadeiramente polida, como o Japonês, mas estou planejando usar "admiração" no Verbo, e que as partículas de opinião envolvam o admirativo, também, não sei ainda como vou fazer isso.
Um papagaio pode imitar polidez, então não é difícil.
A língua deve ter estrutura Tópico-Comentário, que permita aos falantes conversarem sobre um assunto ou tópico sem ter de ficar repetindo as palavras que são conhecidas de novo. Além disso, é uma língua pro-drop, ou seja, você pode encontrar frases sem os pronomes, mas eles são usados, uma vez que vai existir uma extensa lista deles. Eles existem para definir o nível de relação que você está "chamando" para a conversa, e para diminuir interpretação duvidosa.
O Tópico usualmente primeira a frase.
Em geral, mas bem, a primeira parte da sentença é o Daiba, ou a parte que é importante, e que nem sempre será o Tópico.
Declinação, e nós temos uma lista de Kasus enorme, devem completar a palavra com a sua função e o seu contexto dentro da frase, marcando as palavras, então ordem de palavras na frase não faz tanto sentido, pois é distinta e única, e a ordem SVO puro formulae social.
O Tópico é um formulae ao redor do Operador.
O Operador, se você resumir a sentença ao mínimo, você encontra sendo a palavra ou palavras que não podem ser retiradas da frase sem perda de conteúdo.
E então, você começa a fazer comentários e receber comentários, até que um novo Tópico surge, ou é sugerido.
Isso que acontece é chamado de Topicalização.
Topicalização é transformar qualquer coisa em Tópico. Pronomes podem ou não ser usados, mas existe um em especial que é relevante: innaka -- n. -- você (quando tópico). Este pronome é usado apenas para se referir em uma conversa que deve ser provavelmente particular, a pessoa com quem você está falando, o interlocutor.
Exemplos básicos -- Palavras
ee :: yes, informal
ewa :: yes, formal, absolute
egga :: no, too strong for polite conversation
ne :: zero; no; yes-no question marker
eika :: maybe, perhaps
souka :: really?
buddai :: straight, right, correct
huttu :: right, ok
naifléach :: wrong, baseless
hieri : deal (done)
Akkia, além de ser uma Conlang, também é parte da minha ficção, mas não vou obrigar ninguém a aprender uma língua para ler uma história.
Eu considero minhas línguas como Arte. E então, eu estou interessado em ter pessoas que falam esta(s) língua(s), e é por isso que eu estou documentando bem estas línguas, criadas para o uso no dia a dia. Desse jeito, eu vou ter de mostrar mais destas línguas aqui do que eu inicialmente pensei, mas vai demorar um pouco. Não se preocupe, minhas Conlangs vão estar aqui.
Interspeech
Este é um outro projeto, uma Conlang que eu vou esperar um tempo para começar a criar, e ela vai usar vocabulário misto entre as minhas línguas, incluindo as familiares. Eu quero, depois de conversar com o Heitor sobre o assunto, que seja uma Tropelang, mas isso exige explicações que não vão estar disponíveis agora; agaurde, enquanto eu matuto.
Sobre línguas, ediche e humanos
As línguas da superraça ediche são quase todas contectadas entre si. Digo, raças que são compatíveis com os humanos, e por causa da teoria genética que eu uso, de tudo está ligado a tudo, isso influencia as línguas, de um jeito ou de outro. Se não existir uma ligação, tem sempre um Conlanger que aceita o desafio. Agora, contando que somos um quadrante de dezesseis partes, em uma galáxia dividida em dezesseis partes, e uma dessas partes é onde nós estamos, tem muito Conlanger tentando coisas que nós nem ao menos sonhamos, por aqui.
Eu pretendo usar as minhas histórias Sonhos Roubados e Tempestade, do Wormbar, como inspiração direta para a minha versão de Oká, e será em uma escala de cobre.
A questão é, eu sempre dou razão e propósito para minhas Conlangs.
Akkia é uma Maglang, ou seja, ela serve à Magia e ao estudante de Magia. Obviamente, outras ideolínguas terão outros propósitos.
I'll try. Eu tenho o interesse de criar em conjunto com alguns amigos, como foi sugerido por Nykeron no grupo Conlangs do Facebook, com o interesse de colocar nestes lugares línguas de Conlangers. Usarei todos os settings que imagino, exceto Nuoka, que pra mim é sagrada e santificante (201.006). Não tenho muita info no momento sobre esse projeto. Me reuni com o Sonatinne e o Kobold pra jogar isso, mas não deu certo. Recentemente, eu contribuí para o projeto Wahawafe, do Nikhil. Assim, existem alguns links para Akkia em alguns websites, todos dedicados a Conlanging, ou melhor, a línguas.
De volta a Interspeech, uma gramática de Tropes será provavelmente minha ideia mais difícil de criar, mesmo com os alinhamentos de Akkia.
Será totalmente dependente de cultura pra ser compreendida, e é cultura da Terra.
Arda, Iehta, Terra.
Agora, os exemplos dados ao Wahawafe, de Nikhil.
-- We are humans and we are from Earth.
-- Terranta e da sannea sa, Iehddin kommetu wa. {*Variant: 1}.
-- Terranta e dil-a. {*Variant 2}.
A questão da tradução é que Terrant já é o humano da Terra, e topicalizada transforma-se na primeira variante, então a segunda variante é muito mais simples.
Ambas dizem exatamente a mesma coisa.
-- Sua Terra amilttas. Eu amo a Terra.
No original em Akkia vemos que não há artigo, porque ele não é necessário; mas, vemos a terminação verbal de participante, -as, porque eu não posso excluir outras pessoas, que também podem amar nosso mundo. Se você se sente incluído, aí está.
Examples (Akkia):
-- Sun omashita eddas talevdiya. My house have a garden. Minha casa tem um jardim. -- Al omea talevdieta hu. The house with a garden. A casa com um jardim. -- Omashibanda al talevdita. The houses and their garden. As casas e seus jardins. -- Na omashista no eddas talevdista wa. The honourable house which has honourable garden. A honorável casa que tem um honorável jardim. -- Al Doshinomasta. Your honourable House. A vossa honorável Casa. -- Naoshinomashi no o levdiya sa dil-a. The house of that person which has the garden in question (here, the topic). A casa daquela pessoa que tem o tal jardim (no caso, o tópico). -- Al Hailevita Babbylonsawa. The Hanging Gardens of Babylon. Os Jardins suspensos da Babilónia. -- Al ometa no talevditchòc. The house whith a non included garden. A casa que não (tem) um jardim (o um jardim não incluído). -- Al ometa no talevdix. The house whith an included garden. A casa que (tem) um jardim incluído (o um jardim incluído). -- Ummu levin yal-a, niyssen asta komma wa omai ni wa. He (She, Someone, It) goes from the garden, and comes to the house. Ele (Ela, Alguém, Isso) vai do jardim e vem até a casa. -- Talevdieta eddas al omea. A garden has a house (the di marks that the garden is the possession). Um jardim tem a casa (a casa está no caso gatilho, mas di marca que o jardim é a posse).
Akkia ni o Täidui :: Example of the Day
-- Na Hailevita Babbylonsawa abblas tu babbylonin keita wa. (akkia) -- The Hanging Gardens of Babylon use to speak the babylonian language. (english) -- Os Jardins suspensos da Babilónia falavam a língua babilónica. (português).
It's animistic, na = article, doer/personifier.
See -- Babbylonin keita abblas tu na Hailevita Babbylonsawa wa. It is the very same sentence, but now the daiba, or important part, is in fact the babylonian language.
Então Akkia, com sorte, está sendo feita para ser falada por todos.
Aqueles que tiverem interesse em Magia, agaurdem os próximos anos de Akkia, porque esta é uma língua muito importante e quando eu começar a colocar Akkia no mapa, as histórias do blug vão estar no ponto certo de publicação.
This is not an IAL -- International Auxiliary Language -- and I don't like this idea.
Akkia is an IAL for Magic, but fiction born.
No início, eu dediquei Akkia ao estudo da "ficção", e assim vou continuar. A ficção é uma das formas de se desenvolver uma língua, e de unificar um povo, mas como Iyaowa é um dialeto e a língua permite mais dialetos, minha língua é Akkia dos Antigos.
Eu tenho planejado Akkia para ser a língua de Storytelling ou Narrativa, como parte da minha ficção, e eu decidi há muito tempo dedicar a língua ao estudo da ficção, então você vai encontrar muito vocabulário relativo a Narrativa, especialmente Story Game.
Desta maneira, o assunto Religião é tratado como ficção. Se você não quer sua religião sendo tratada como ficção, mantenha sua religião fora do contexto.
Assim sendo, textos religiosos traduzidos para Akkia são ficção.
Eles se tornam ficção. Eu não sei no futuro, mas neste ponto de partida eu não quero nenhuma discussão religiosa e minhas línguas não são próprias para isso.
You will find other interesting polsts (posts) in this Blog about religion, though. They're here as fiction. They're Art, and Art is what make us humans, part of the ejik superrace.
Quando eu me proponho a escrever meus romances e histórias, (nesta época) acredito que a história vai deixar claro quando usar uma linha em uma Conlang, porque Akkia não é a língua mais importante da minha ficção. Esta seria Nekron. Além disso, Oká é uma língua muito difícil e que ainda espero estudar, isso, definitivamente minha versão de Oká será uma das línguas mais importantes dentro das histórias. É a língua de Akkoya, Kalaummuklutwa. Um é o nome do planeta, um é o nome do mundo; e este é o blug sobre as histórias jogadas por mim e meus grupos de jogo neste mundo-kapital, Akkoya.
Akkia, ainda não sei qual a relação com Akkoya.
Quem sabe?..,. Uma relação de parceria,...
Não dá pra esquecer, mas eu só entendo Akkia e sua relação distante com Oká porque em minha ficção Voz/Língua é um elemento, o mesmo que Água, ou Plasma. E, então, todo o trabalho com as minhas línguas se tornou Magia, mesmo envolvendo ficção todo o tempo, e é talvez o porquê de todas as línguas em meu multiverso ficcional estarem relacionadas, entre si.
So, this is all for this polst.
This post was revised in September 13, 2011, Belo Horizonte, Brazil -- added examples.
Traduzido para português, em 21 de Novembro, 2016.
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Tuesday, 17 November 2009
Akkia e O Povo sem Nome
Oi, leitor.
Akkia é uma de minhas Conlangs, ou constructed languages.
Esta é a introdução a Akkia, e também a algumas ideias básicas que vou usar no futuuro. Seja parte dessa língua, ou não.
O original em inglês foi traduzido no Dia dos Mortos, 2 de Novembro, 2016.
-- "Akkia é a língua de um povo sem nome, que se encontra na busca pelo seu papel no ecossistema".
Antes de mais nada, Akkia é criada para ser parte de Enigma, minha ficção, e é uma Conlang dentro de fora das minhas histórias, meus romances, e futuras histórias.
A língua é criada em total paralelo com Oká, e junto da Superlíngua.
Eu penso em criar uma língua a priori, mas acabei descobrindo que todas as boas sílabas já estão em uso, em uma ou outra línguas. Assim, eu tento com muito cuidado não criar palavras sem o devido cuidado. Não pode ser um palavrão, a não ser que seja de propósito. Eu não posso excluir sílabas só porque são usadas nessa ou naquela línguas, principalmente se for um uso distinto do que eu dou à minha língua. Isso iria me limitar demais. Eu penso em usar prováveis palavras da língua significantemente únicas, como ponto de partida e, depois, adaptar as que pareçam ser desta ou daquela natlang, do inglês natural language, que pareçam ótimas opções.
Este arquivo tem os primeiros exemplos de Akkia.
Eu comecei com exemplos simples.
Adde iu volat :: Seja bem recepcionando :: Be welcome.
Este é um exemplo de "abordagem indireta", na qual o falante diz a si mesmo que deve se lembrar de receber bem quem está recebendo em casa, no trabalho, no contexto.
Este é um exemplo de Akkia irregular.
Falar indiretamente de alguma coisa se chama abordagem indireta, algo parecido com inverter a situação e dar ordens a si mesmo para ser polido. Isso pode acabar mudando durante as revisões, mas provavelmente não.
O ikyuu wa (E ikyuu wa) :: (O|E) Ikyuuka :: Bem vindo|a.
O falante masculino usa "o", e a falante feminina usa "e", que são os gêneros de Akkia, com o adicioinal do neutro "a", a que se refere como "eao", nesta ordem.
É informal e, mais interessante ainda, você define o seu próprio gênero.
Iragessaikommanta :: Bem vindo|a :: honorável.
Esta é a forma honorável de "Seja bem vindo|a", que você deve usar com pessoas que sejam importantes, pessoas em altos cargos e pessoas que você quer honrar.
Não se usa iragessai com pessoas que você não se importa com elas. Isso, independente de ser um grande líder, e ele ou ela são obrigados a compreender.
Me parece que, no início da criação de Akkia, o estilo honorável de diálogo podia ser jogado fora completamente, que as pessoas honoráveis seriam obrigadas as compreender isso, ou seja, a língua mais simples teria prioridade sobre a complexidade das várias versões. Eu me lembro disso, e acho que era esssa a intenção. Se for isso, essa feature é oficial da língua.
Afinal, sobre o que estamos falando?
Akkia foi planejada para ser mais informal que japonês, e mais formal que inglês. Você precisa aprender a usar uma palavra, não apenas aprender a palavra.
Um papagaio pode imitar polidez.
Akkia tem seis Kasus, em sua declinação (isso é muito antigo, e o número de Kasus é maior que isso, com certeza), usados para mudar as posições das palavras entre todos os alinhamentos morfosintáticos possíveis da língua. São os Kasus que determinam as posições. Ainda assim, Akkia pode ser usada como SVO, em níveis básicos de estudo.
Não vou discutir, porque os Kasus estão prontos (isso se modificou depois) e eu só vou precisar lidar com isso quando a primeira versão do meu dicionário estiver pronta, em 2011, mais ou menos.
Akkia é uma língua Tópico Prominente -- e Tópico Primeiro.
Apesar de Akkia ser Tópico Primeiro e o Tópico ser sempre a primeira parte da sentença, a primeira parte da sentença é o Daiba, parte importante, que é o Núcleo que transmite a informação de sobre o que se está falando.
Se o Tópico é conhecido, pode ser ocultado, e o Verbo começa a sentença.
Akkia também é uma língua V2, ou seja, Verbo Segundo, mas em Split você pode usar o Verbo em qualquer posição, dependente dos Kasus que sejam usados, ou "niyssen" e Factual Final, transformando a sentença libertando ela das Regras, depois terminando com uma verdade, para que (naquela época) seja uma sentença gramaticalmente correta.
adda, dil-a, da :: to be, final copula, and copula
et, etta :: to be, temporary, and temporary copula
atta, evva :: to do, to make, to realize, to spot, to perceive
edda, da :: to have, to exist, to be located
O alfabeto de Akkia é uma versão extendida do alfabeto latino (old).
a ā ä ạ b c d e ē ë f g h i ī ı j ĸ k l m n ń o ō ö p q r s t u ū ü v w x y ý ġ ż z
O alwabyt de Akkia é uma versão extendida do alfabeto latino (new).
a ạ (aa) ä ȧ b c d e ẹ ë f g h i ı j ы (ii) ь (j) k ķ l m n o ọ ö p q r s t u ụ ů (schwa) ü v w x y ý ż (dz) z (ƿ) (f, pf) ɀ (ts) (ф) (ss, lj) ɻ (th) ƍ (f, gh) (ġ) (rrh) – (ή) ã –
Os Kasus são: 1) Accusative, 2) Genitive, 3) Dative|Lative, 4) Trigger, 5) Equative, e 6) Partitive.
Akkia é analizada em se encontrando os Operadores, ou Argumentos necessários.
O Operador ou Operadores é ou são a parte que não pode ser retirada da sentença, ou o que se produz é uma falha na comunicação.
A língua também se divide entre Vocabulários comum e clássico.
Tudo o que é Iyaowa, que significa "simples, básico ou clássico", inclui palavras que você terá de aprender a usar, em um ou mais dos Níveis de Relação, ou tipos de argumento.
ke :: worker class
kaafi (kaafe) :: warrior clans (army)
tif (ifu) :: mundane (comum, sem nada em especial)
koodo :: faith clusters (it takes all faiths in question)
kalame :: storyteller
O Tópico ou Taf é livre, mas todas as palavras indicadas como parte de um dos cinco tipos de argumento são conceitos que você deve conhecer.
Akkia é também uma língua de narrativa, iyaowa, então ela lida com Religião como Ficção, e não como verdade.
Os Indicativos (depois, Relacionais) são chamados de Narasalama.
Cada uma de suas sílabas tem um significado básico :: pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar :: elas podem mudar de significado se usadas junto de outras sílabas.
Lugar e Posição :: e (feminino, esquerda), a (neutro, centro), o (masculino, direita).
ema :: left, home
amma :: centre
oma :: right, house
ha, hai :: up, upwards
effa-i (tokiha) :: front, ahead
uggu (ka, kai) :: down
toppa, konnot :: back
haira (haischt) :: superior, high, divine, god
kolamma :: inferior
São palavras comuns, e fáceis de usar.
O futuro da língua Akkia:
O objetivo é usar as minhas Conlangs em meus romances, finalizadas e publicadas como material adicional às Séries, mas na intenção vou publicar muito material aqui no blug.
Também vou publicar bastante material sobre as Conlangs em nosso Wiki.
http://www.actiontales.com
This ends the introduction to the Akkia language.
Hope you're enjoying your stay, and,...
..,. Stay Plugged.
Akkia é uma de minhas Conlangs, ou constructed languages.
Esta é a introdução a Akkia, e também a algumas ideias básicas que vou usar no futuuro. Seja parte dessa língua, ou não.
O original em inglês foi traduzido no Dia dos Mortos, 2 de Novembro, 2016.
-- "Akkia é a língua de um povo sem nome, que se encontra na busca pelo seu papel no ecossistema".
Antes de mais nada, Akkia é criada para ser parte de Enigma, minha ficção, e é uma Conlang dentro de fora das minhas histórias, meus romances, e futuras histórias.
A língua é criada em total paralelo com Oká, e junto da Superlíngua.
Eu penso em criar uma língua a priori, mas acabei descobrindo que todas as boas sílabas já estão em uso, em uma ou outra línguas. Assim, eu tento com muito cuidado não criar palavras sem o devido cuidado. Não pode ser um palavrão, a não ser que seja de propósito. Eu não posso excluir sílabas só porque são usadas nessa ou naquela línguas, principalmente se for um uso distinto do que eu dou à minha língua. Isso iria me limitar demais. Eu penso em usar prováveis palavras da língua significantemente únicas, como ponto de partida e, depois, adaptar as que pareçam ser desta ou daquela natlang, do inglês natural language, que pareçam ótimas opções.
Este arquivo tem os primeiros exemplos de Akkia.
Eu comecei com exemplos simples.
Adde iu volat :: Seja bem recepcionando :: Be welcome.
Este é um exemplo de "abordagem indireta", na qual o falante diz a si mesmo que deve se lembrar de receber bem quem está recebendo em casa, no trabalho, no contexto.
Este é um exemplo de Akkia irregular.
Falar indiretamente de alguma coisa se chama abordagem indireta, algo parecido com inverter a situação e dar ordens a si mesmo para ser polido. Isso pode acabar mudando durante as revisões, mas provavelmente não.
O ikyuu wa (E ikyuu wa) :: (O|E) Ikyuuka :: Bem vindo|a.
O falante masculino usa "o", e a falante feminina usa "e", que são os gêneros de Akkia, com o adicioinal do neutro "a", a que se refere como "eao", nesta ordem.
É informal e, mais interessante ainda, você define o seu próprio gênero.
Iragessaikommanta :: Bem vindo|a :: honorável.
Esta é a forma honorável de "Seja bem vindo|a", que você deve usar com pessoas que sejam importantes, pessoas em altos cargos e pessoas que você quer honrar.
Não se usa iragessai com pessoas que você não se importa com elas. Isso, independente de ser um grande líder, e ele ou ela são obrigados a compreender.
Me parece que, no início da criação de Akkia, o estilo honorável de diálogo podia ser jogado fora completamente, que as pessoas honoráveis seriam obrigadas as compreender isso, ou seja, a língua mais simples teria prioridade sobre a complexidade das várias versões. Eu me lembro disso, e acho que era esssa a intenção. Se for isso, essa feature é oficial da língua.
Afinal, sobre o que estamos falando?
Akkia foi planejada para ser mais informal que japonês, e mais formal que inglês. Você precisa aprender a usar uma palavra, não apenas aprender a palavra.
Um papagaio pode imitar polidez.
Akkia tem seis Kasus, em sua declinação (isso é muito antigo, e o número de Kasus é maior que isso, com certeza), usados para mudar as posições das palavras entre todos os alinhamentos morfosintáticos possíveis da língua. São os Kasus que determinam as posições. Ainda assim, Akkia pode ser usada como SVO, em níveis básicos de estudo.
Não vou discutir, porque os Kasus estão prontos (isso se modificou depois) e eu só vou precisar lidar com isso quando a primeira versão do meu dicionário estiver pronta, em 2011, mais ou menos.
Akkia é uma língua Tópico Prominente -- e Tópico Primeiro.
Apesar de Akkia ser Tópico Primeiro e o Tópico ser sempre a primeira parte da sentença, a primeira parte da sentença é o Daiba, parte importante, que é o Núcleo que transmite a informação de sobre o que se está falando.
Se o Tópico é conhecido, pode ser ocultado, e o Verbo começa a sentença.
Akkia também é uma língua V2, ou seja, Verbo Segundo, mas em Split você pode usar o Verbo em qualquer posição, dependente dos Kasus que sejam usados, ou "niyssen" e Factual Final, transformando a sentença libertando ela das Regras, depois terminando com uma verdade, para que (naquela época) seja uma sentença gramaticalmente correta.
adda, dil-a, da :: to be, final copula, and copula
et, etta :: to be, temporary, and temporary copula
atta, evva :: to do, to make, to realize, to spot, to perceive
edda, da :: to have, to exist, to be located
O alfabeto de Akkia é uma versão extendida do alfabeto latino (old).
a ā ä ạ b c d e ē ë f g h i ī ı j ĸ k l m n ń o ō ö p q r s t u ū ü v w x y ý ġ ż z
O alwabyt de Akkia é uma versão extendida do alfabeto latino (new).
a ạ (aa) ä ȧ b c d e ẹ ë f g h i ı j ы (ii) ь (j) k ķ l m n o ọ ö p q r s t u ụ ů (schwa) ü v w x y ý ż (dz) z (ƿ) (f, pf) ɀ (ts) (ф) (ss, lj) ɻ (th) ƍ (f, gh) (ġ) (rrh) – (ή) ã –
Os Kasus são: 1) Accusative, 2) Genitive, 3) Dative|Lative, 4) Trigger, 5) Equative, e 6) Partitive.
Akkia é analizada em se encontrando os Operadores, ou Argumentos necessários.
O Operador ou Operadores é ou são a parte que não pode ser retirada da sentença, ou o que se produz é uma falha na comunicação.
A língua também se divide entre Vocabulários comum e clássico.
Tudo o que é Iyaowa, que significa "simples, básico ou clássico", inclui palavras que você terá de aprender a usar, em um ou mais dos Níveis de Relação, ou tipos de argumento.
ke :: worker class
kaafi (kaafe) :: warrior clans (army)
tif (ifu) :: mundane (comum, sem nada em especial)
koodo :: faith clusters (it takes all faiths in question)
kalame :: storyteller
O Tópico ou Taf é livre, mas todas as palavras indicadas como parte de um dos cinco tipos de argumento são conceitos que você deve conhecer.
Akkia é também uma língua de narrativa, iyaowa, então ela lida com Religião como Ficção, e não como verdade.
Os Indicativos (depois, Relacionais) são chamados de Narasalama.
Cada uma de suas sílabas tem um significado básico :: pessoa, ideia, coisa, tempo e lugar :: elas podem mudar de significado se usadas junto de outras sílabas.
Lugar e Posição :: e (feminino, esquerda), a (neutro, centro), o (masculino, direita).
ema :: left, home
amma :: centre
oma :: right, house
ha, hai :: up, upwards
effa-i (tokiha) :: front, ahead
uggu (ka, kai) :: down
toppa, konnot :: back
haira (haischt) :: superior, high, divine, god
kolamma :: inferior
São palavras comuns, e fáceis de usar.
O futuro da língua Akkia:
O objetivo é usar as minhas Conlangs em meus romances, finalizadas e publicadas como material adicional às Séries, mas na intenção vou publicar muito material aqui no blug.
Também vou publicar bastante material sobre as Conlangs em nosso Wiki.
http://www.actiontales.com
This ends the introduction to the Akkia language.
Hope you're enjoying your stay, and,...
..,. Stay Plugged.
Thursday, 12 November 2009
Enigma Action Tales
Oi, leitor.
Enigma Action Tales é um jogo e também um universo ficcional complexo, e cada história em separado é uma cena para entendermos sua grandeza.
Siga para nosso Wiki para ter uma visão geral melhor.
www.actiontales.com.br
Action Tales é o universo onde O Jogo acontece.
Eu também me dedico a romances, por isso irá haver uma pausa aqui no blug, para que eu consiga terminar o primeiro livro dos romances, e serão cinco mais alguns spin offs.
Vamos pensar na Teoria do Jogador, para começar ao ponto.
A Teoria do Jogador diz que todos nós somos personagens, e que há um Jogador com uma ficha de personagem rolando dados para as nossas ações, interferindo no que queremos, pensamos e até mesmo conseguindo errar, quando tínhamos a certeza do sucesso.
O inverso disso quer dizer que estamos separados, nossas almas estão vivas em muitos personagens, e devemos reunir nossas almas para nos compreender melhor.
Isso tudo é lenda, porque na prática a Magia é inteligente e sabe o que faz.
-- A Magia? A Magia está em todo lugar.
Eu faço questão de focar em histórias durante o texto offgame. Isso é lindo. Será feito, mas estou ainda trabalhando em como fazer essa parte da narrativa.
Durante muito tempo, eu mestrei na rua, em Beaga, sem me preocupar.
Mestrar na rua, hoje em dia, é normal na região onde eu moro. Mas bem, a maioria dos grupos prefere a tranquilidade de estar em casa, sem observadores.
O ano é 2056 tka, no início do primeiro mês, agora já acalmando os ânimos do calor do verão, e vemos uma Twig Tkji Koki triste, mas sem que ela perceba estamos aqui falando dela.
Um dia muito comum começa, este dia Sete, no início do ano.
E é o aniversário dela, a propósito.
Ela acorda e começa a se levantar sem nenhuma expectativa, sabendo que as enfermeiras que tomam conta do Orfanato de Santa Ilóine não vão se importar se tem festa de aniversário ou se não tem.
-- Acorda! -- tum-tum-tum, a enfermeira bate à porta -- Acorda! Você tem de limpar os gramados, e ai de você se deixar uma única folha.
E então, Twig respira fundo e vai, para o que parece um dia qualquer. Limpar o gramado. Limpar a mansão. Lavar os pratos. Sem sorriso. Sem nenhum cumprimento. Nada vai mudar. Nunca. Sua vida está em perigo. Sem que ela saiba, fora o fato de que ela não pertence mais ao mundo do orfanato, e mais, sem que o Agente Social tenha a menor noção de tudo o que está para acontecer, ela está crescendo e fazendo onze anos hoje. Sua vida vai mudar, para sempre, e sem ponte para voltar atrás.
Ela sonha acordada, neste dia tedioso.
De noite, deitada, às nove horas, Twig desenha uma estrela de cinco pontas diante do travesseiro e imagina uma vela, para fazer um desejo, e suavemente sopra a vela invisível, aí -- Feliz aniversário, Twig,... -- ela deseja solitária a si mesma.
E então, ela vai dormir
Acredito que o RPG tem muito a evoluir, bem como os sistemas de narrativa, principalmente os que se dizem genéricos.
Você acompanhou o início da história de Twig, em um orfanato.
Ao bolar este tipo de intervenção, na época deste post, eu tinha em mente que as histórias iriam se encontrar em mesa de jogo, mas isso na verdade não acontece.
Jogadores querem que seu personagem central seja o personagem principal.
Ainda vou dar um jeito de se jogar com vários personagens. A ideia é que isso quebra a rotina e o condicionamento quanto aos nossos personagens.
Aqui, ainda estamos testando o sistema de regras.
Eu propuz aos grupos me permitirem testar o sistema, enquanto jogamos, e as histórias ficam como consequência disso. Eles se divertem, enquanto eu trabalho.
Uma das coisas que vamos testar serão os Tipos (Templates).
Eu quero testar revezamento de narrativa, com a ajuda do Tarot. É um sonho meu usar o Tarot no jogo, desde que eu comecei os estudos do baralho, muito jovem.
Vou deixar anotadas aqui algumas das minhas decisões importantes.
E vou tentar respeitar, como neste post, os posts originais. A época em que foram publicados. E, de ano em ano, fazer com que a narrativa se encontre.
Alguns posts dependem de informação já publicada.
Algumas anotações pessoais serão compartilhadas, também.
Espero que você esteja gostando, volte sempre, e,...
..,. Stay Plugged.
Enigma Action Tales é um jogo e também um universo ficcional complexo, e cada história em separado é uma cena para entendermos sua grandeza.
Siga para nosso Wiki para ter uma visão geral melhor.
www.actiontales.com.br
Action Tales é o universo onde O Jogo acontece.
Eu também me dedico a romances, por isso irá haver uma pausa aqui no blug, para que eu consiga terminar o primeiro livro dos romances, e serão cinco mais alguns spin offs.
Vamos pensar na Teoria do Jogador, para começar ao ponto.
A Teoria do Jogador diz que todos nós somos personagens, e que há um Jogador com uma ficha de personagem rolando dados para as nossas ações, interferindo no que queremos, pensamos e até mesmo conseguindo errar, quando tínhamos a certeza do sucesso.
O inverso disso quer dizer que estamos separados, nossas almas estão vivas em muitos personagens, e devemos reunir nossas almas para nos compreender melhor.
Isso tudo é lenda, porque na prática a Magia é inteligente e sabe o que faz.
-- A Magia? A Magia está em todo lugar.
Eu faço questão de focar em histórias durante o texto offgame. Isso é lindo. Será feito, mas estou ainda trabalhando em como fazer essa parte da narrativa.
Durante muito tempo, eu mestrei na rua, em Beaga, sem me preocupar.
Mestrar na rua, hoje em dia, é normal na região onde eu moro. Mas bem, a maioria dos grupos prefere a tranquilidade de estar em casa, sem observadores.
O ano é 2056 tka, no início do primeiro mês, agora já acalmando os ânimos do calor do verão, e vemos uma Twig Tkji Koki triste, mas sem que ela perceba estamos aqui falando dela.
Um dia muito comum começa, este dia Sete, no início do ano.
E é o aniversário dela, a propósito.
Ela acorda e começa a se levantar sem nenhuma expectativa, sabendo que as enfermeiras que tomam conta do Orfanato de Santa Ilóine não vão se importar se tem festa de aniversário ou se não tem.
-- Acorda! -- tum-tum-tum, a enfermeira bate à porta -- Acorda! Você tem de limpar os gramados, e ai de você se deixar uma única folha.
E então, Twig respira fundo e vai, para o que parece um dia qualquer. Limpar o gramado. Limpar a mansão. Lavar os pratos. Sem sorriso. Sem nenhum cumprimento. Nada vai mudar. Nunca. Sua vida está em perigo. Sem que ela saiba, fora o fato de que ela não pertence mais ao mundo do orfanato, e mais, sem que o Agente Social tenha a menor noção de tudo o que está para acontecer, ela está crescendo e fazendo onze anos hoje. Sua vida vai mudar, para sempre, e sem ponte para voltar atrás.
Ela sonha acordada, neste dia tedioso.
De noite, deitada, às nove horas, Twig desenha uma estrela de cinco pontas diante do travesseiro e imagina uma vela, para fazer um desejo, e suavemente sopra a vela invisível, aí -- Feliz aniversário, Twig,... -- ela deseja solitária a si mesma.
E então, ela vai dormir
Acredito que o RPG tem muito a evoluir, bem como os sistemas de narrativa, principalmente os que se dizem genéricos.
Você acompanhou o início da história de Twig, em um orfanato.
Ao bolar este tipo de intervenção, na época deste post, eu tinha em mente que as histórias iriam se encontrar em mesa de jogo, mas isso na verdade não acontece.
Jogadores querem que seu personagem central seja o personagem principal.
Ainda vou dar um jeito de se jogar com vários personagens. A ideia é que isso quebra a rotina e o condicionamento quanto aos nossos personagens.
Aqui, ainda estamos testando o sistema de regras.
Eu propuz aos grupos me permitirem testar o sistema, enquanto jogamos, e as histórias ficam como consequência disso. Eles se divertem, enquanto eu trabalho.
Uma das coisas que vamos testar serão os Tipos (Templates).
Eu quero testar revezamento de narrativa, com a ajuda do Tarot. É um sonho meu usar o Tarot no jogo, desde que eu comecei os estudos do baralho, muito jovem.
Vou deixar anotadas aqui algumas das minhas decisões importantes.
E vou tentar respeitar, como neste post, os posts originais. A época em que foram publicados. E, de ano em ano, fazer com que a narrativa se encontre.
Alguns posts dependem de informação já publicada.
Algumas anotações pessoais serão compartilhadas, também.
Espero que você esteja gostando, volte sempre, e,...
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Welcome (Bem-vindo)
Oi, leitor.
Halloi ya, totomnika.
A decisão de traduzir ambos os blugs para português-br aconteceu em 29 de Outubro de 2016, e estou salvando os originais no Google Drive.
Vou fazer a mudança com o máximo de respeito pelo que era antes.
Acontece uma pausa entre 2013 e 2016, mas que acaba.
Avisamos anteriormente que os posts iriam ser traduzidos para português-br, por isso não estamos tão assustados com o tamanho do trabalho.
Mas é muito trabalho, principalmente porque tem várias histórias em andamento.
As histórias foram interrompidas, porque os jogos não continuaram.
Estamos avisando agora, que até mesmo os posts pequenos serão revisados, para que a experiência no blug seja ampliada e melhorada, para que façam sentido.
Eu tive muito trabalho escrevendo em inglês, com meu inglês autodidata.
Agora é a hora de corrigir isso, e de começarmos em português-br.
Eu me lembro, ainda em 1991, da primeira história que eu criei pra jogar com meus amigos, usando do RPG como método. Napalm Underground, era a história. Antes disso, eu havia jogado uma improvisação chamada Doom. Eu usei o RPG para ampliar meus horizontes, que estavam ligados a Conlanging desde antes de conhecer o jogo. Fiz isso, e deu certo. Fiz isso, e hoje, mesmo ainda não tendo a coragem de criar Draka, a minha primeira Conlang, que eu tenho somente algumas palavras, eu estou muito feliz porque o roleplaying nunca termina, nunca.
Eu comecei jogando comigo mesmo, e foi uma experiência única.
A minha primeira tentativa de mestrar foi com um sistema genérico, muito bom, mas que pecava por uma coisa que era essencial, e era o sistema de magia, muito ruim.
Se eu me lembro bem, não consegui ouvir de nenhum mestre o porque fantasia é tão bom, porque sinceramente, o jogo na era contemporânea é melhor. Mas o tempo muda muito as coisas. Agora que eu tenho o meu próprio setting, publicado no Wormbar -- Enigma Epic Destiny, eu vejo as coisas sob um outro aspecto. São os elementos do sistema de regras de fantasia que não me fazem gostar da fantasia jogada como RPG, e foi o que eu fiz, mudei esses elementos. Ficou bom. O grupo gostou, e continuamos por mais ou menos três anos, tudo sendo revisado no outro blug.
Eu tentava jogar tudo o que aparecia pela frente, que eu tinha oportunidade.
Era isso que eu fazia, quando tomei contato com o RPG, jogar-jogar.
Aqui, na House of Action Tales, você vai encontrar elementos de um universo ficcional amplo e pouco contraditório, e saiba que Enigma Action Tales é um Storyteller's Club, fundado em Bealae, Belo Horizonte, nossa capital, por enquanto. Também temos um Wiki project. Muitas das informações que vamos lidar aqui vão depois para o Wiki.
www.actiontales.com.br
O universo ficcional faz parte do Enigma Fictional Multiverse (EFM).
Eu, em geral, começo uma nova aventura com o Casting, a escolha de quem vai participar, por um monte de motivos -- é um trabalho de diplomacia enorme. Depois de ter a Tripulação, fazemos o início da história e improvisamos. Eu adoro improvisar. Muito pouco do que eu faço ter um script todo certinho e bonito. Eu gosto de mudar de ideia durante O Jogo. Fazendo isso com frequência e conseguindo uma boa história, o que é difícil é ter um final para as histórias, e até hoje eu só terminei duas histórias, propriamente ditas; a maioria, ainda podem ser ressucitadas.
-- The ship is cheap, but the Crew's good - says the Captain.
Minha ficção favorita é conhecida como Sci-Fantasy, que é um meio-termo entre Science Fiction e Fantasy, mais ainda com a inclusão da tag Magic, além de Planos e de uma ambientação que funcione sem que os personagens centrais tenham de ficar o tempo todo sendo aqueles que vão fazer tudo, porque isso acontece em vários jogos. Science Fantasy não é Science Fiction nem Fantasy, e isso é uma coisa importante a se notar. Eu gosto de escrever sobre mundos em perigo, mas as histórias são sobre os personagens, daí dei o nome de personagens centrais.
O personagem central de uma história não é necessariamente o heroi.
Mantendo o que eu disse de respeitar os originais, na época deste post eu afirmei que não sabia o final de nenhuma destas histórias e, por acaso, ainda não sei.
Vou refazer as partes que estão em itálico, porque as histórias não precisam disso.
Assim, você vai encontrar um blug no qual você vai poder ler em várias ordens distintas, e ver as histórias dos personagens centrais pelas tags na lateral direita do site.
Eu decidi que vai ser assim, siga os seus personagens favoritos pela tag.
Também vão haver posts sobre Magia, Tarot, Conlangs e muito mais.
Eu avisei desde o início de que ao ler as primeiras linhas em inglês, o leitor encontraria uma versão resumo da obra. Está ali por um motivo. O motivo é manter em mente a história, até que ela possa receber a devida atenção; e a atenção começou.
Você vai encontrar aqui posts atualizados sobre Akkia, minha Conlang iyaowa.
Fiquei em dúvida sobre o que eu quis dizer no original, mas compreendo que o universo ficcional tenha sido inspiração para a criação de línguas, Akkia incluída.
Inicialmente, era: "Akkia é a língua de um povo sem nome, que se encontra na busca pelo entendimento do seu papel no ecossistema".
Esta frase é tão arcaica que eu não conseguiria mais traduzir.
-- Eddepøtølästa dil-a - said the girl, softly.
Significa: It's Honorable-Difficult-to-Have, usado como: Thank you.
Há mais três línguas importantes: Trade (Português), Oká e Draka.
Vou me esforçar para não contrariar as minhas futuras Conlangs, afinal temos tempo para lidar com as línguas no momento em que fazemos a redação e a revisão.
-- Iuèaoi, ou Otta -- Thanks (informal) -- Akkia.
-- Ottaka -- Thank you (formal) -- Akkia.
Na verdade, "Otta" passa a ser iyaowa em 2012-13, mais ou menos.
Toda vez que houver notícias relevantes sobre as línguas, tenha a certeza de que vou postar aqui mesmo no blug pra que você tenha o update, de maneira adequada.
Todos os updates sem spoilers vão para o nosso Wiki project.
Halloi ya, e seja bme vindo|a, quantas vezes quiser, e,...
..,. Stay Plugged, Stay True.
Halloi ya, totomnika.
A decisão de traduzir ambos os blugs para português-br aconteceu em 29 de Outubro de 2016, e estou salvando os originais no Google Drive.
Vou fazer a mudança com o máximo de respeito pelo que era antes.
Acontece uma pausa entre 2013 e 2016, mas que acaba.
Avisamos anteriormente que os posts iriam ser traduzidos para português-br, por isso não estamos tão assustados com o tamanho do trabalho.
Mas é muito trabalho, principalmente porque tem várias histórias em andamento.
As histórias foram interrompidas, porque os jogos não continuaram.
Estamos avisando agora, que até mesmo os posts pequenos serão revisados, para que a experiência no blug seja ampliada e melhorada, para que façam sentido.
Eu tive muito trabalho escrevendo em inglês, com meu inglês autodidata.
Agora é a hora de corrigir isso, e de começarmos em português-br.
Eu me lembro, ainda em 1991, da primeira história que eu criei pra jogar com meus amigos, usando do RPG como método. Napalm Underground, era a história. Antes disso, eu havia jogado uma improvisação chamada Doom. Eu usei o RPG para ampliar meus horizontes, que estavam ligados a Conlanging desde antes de conhecer o jogo. Fiz isso, e deu certo. Fiz isso, e hoje, mesmo ainda não tendo a coragem de criar Draka, a minha primeira Conlang, que eu tenho somente algumas palavras, eu estou muito feliz porque o roleplaying nunca termina, nunca.
Eu comecei jogando comigo mesmo, e foi uma experiência única.
A minha primeira tentativa de mestrar foi com um sistema genérico, muito bom, mas que pecava por uma coisa que era essencial, e era o sistema de magia, muito ruim.
Se eu me lembro bem, não consegui ouvir de nenhum mestre o porque fantasia é tão bom, porque sinceramente, o jogo na era contemporânea é melhor. Mas o tempo muda muito as coisas. Agora que eu tenho o meu próprio setting, publicado no Wormbar -- Enigma Epic Destiny, eu vejo as coisas sob um outro aspecto. São os elementos do sistema de regras de fantasia que não me fazem gostar da fantasia jogada como RPG, e foi o que eu fiz, mudei esses elementos. Ficou bom. O grupo gostou, e continuamos por mais ou menos três anos, tudo sendo revisado no outro blug.
Eu tentava jogar tudo o que aparecia pela frente, que eu tinha oportunidade.
Era isso que eu fazia, quando tomei contato com o RPG, jogar-jogar.
Aqui, na House of Action Tales, você vai encontrar elementos de um universo ficcional amplo e pouco contraditório, e saiba que Enigma Action Tales é um Storyteller's Club, fundado em Bealae, Belo Horizonte, nossa capital, por enquanto. Também temos um Wiki project. Muitas das informações que vamos lidar aqui vão depois para o Wiki.
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O universo ficcional faz parte do Enigma Fictional Multiverse (EFM).
Eu, em geral, começo uma nova aventura com o Casting, a escolha de quem vai participar, por um monte de motivos -- é um trabalho de diplomacia enorme. Depois de ter a Tripulação, fazemos o início da história e improvisamos. Eu adoro improvisar. Muito pouco do que eu faço ter um script todo certinho e bonito. Eu gosto de mudar de ideia durante O Jogo. Fazendo isso com frequência e conseguindo uma boa história, o que é difícil é ter um final para as histórias, e até hoje eu só terminei duas histórias, propriamente ditas; a maioria, ainda podem ser ressucitadas.
-- The ship is cheap, but the Crew's good - says the Captain.
Minha ficção favorita é conhecida como Sci-Fantasy, que é um meio-termo entre Science Fiction e Fantasy, mais ainda com a inclusão da tag Magic, além de Planos e de uma ambientação que funcione sem que os personagens centrais tenham de ficar o tempo todo sendo aqueles que vão fazer tudo, porque isso acontece em vários jogos. Science Fantasy não é Science Fiction nem Fantasy, e isso é uma coisa importante a se notar. Eu gosto de escrever sobre mundos em perigo, mas as histórias são sobre os personagens, daí dei o nome de personagens centrais.
O personagem central de uma história não é necessariamente o heroi.
Mantendo o que eu disse de respeitar os originais, na época deste post eu afirmei que não sabia o final de nenhuma destas histórias e, por acaso, ainda não sei.
Vou refazer as partes que estão em itálico, porque as histórias não precisam disso.
Assim, você vai encontrar um blug no qual você vai poder ler em várias ordens distintas, e ver as histórias dos personagens centrais pelas tags na lateral direita do site.
Eu decidi que vai ser assim, siga os seus personagens favoritos pela tag.
Também vão haver posts sobre Magia, Tarot, Conlangs e muito mais.
Eu avisei desde o início de que ao ler as primeiras linhas em inglês, o leitor encontraria uma versão resumo da obra. Está ali por um motivo. O motivo é manter em mente a história, até que ela possa receber a devida atenção; e a atenção começou.
Você vai encontrar aqui posts atualizados sobre Akkia, minha Conlang iyaowa.
Fiquei em dúvida sobre o que eu quis dizer no original, mas compreendo que o universo ficcional tenha sido inspiração para a criação de línguas, Akkia incluída.
Inicialmente, era: "Akkia é a língua de um povo sem nome, que se encontra na busca pelo entendimento do seu papel no ecossistema".
Esta frase é tão arcaica que eu não conseguiria mais traduzir.
-- Eddepøtølästa dil-a - said the girl, softly.
Significa: It's Honorable-Difficult-to-Have, usado como: Thank you.
Há mais três línguas importantes: Trade (Português), Oká e Draka.
Vou me esforçar para não contrariar as minhas futuras Conlangs, afinal temos tempo para lidar com as línguas no momento em que fazemos a redação e a revisão.
-- Iuèaoi, ou Otta -- Thanks (informal) -- Akkia.
-- Ottaka -- Thank you (formal) -- Akkia.
Na verdade, "Otta" passa a ser iyaowa em 2012-13, mais ou menos.
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