Thursday, 28 June 2012

O Garoto da Gaiola das Loucas (ADS-03)

     Olá, e Seja bem vindo.

     Eu sou Sol Cajueiro e este é o meu Blog.

          # A Escola dos Mil Herdeiros

     O mundo de Tanahta é um mundo singular. Guerras. Devastação. Tudo o que um mundo antigo passou após ir de uma era mítica para uma era espacial, no mínimo tempo possível de cerca de dois meses, isso torna os Herdeiros as pessoas mais fortes do Império. Há mais. Há mundos que sofreram terrores tão próximos, e as raças ejik se unem a outras raças para confrontar inimigos desconhecidos, terrores noturnos e tecnologias estranhas, que fariam o cérebro de um cientista ferver.

     Isso é, agora, tempo atual, Anno 2.056 da Aliança.

     Melhor ler que eu explicar em minúcias. Os detalhes seriam longos demais, e acredito que sem dúvida explicar não seria o bastante para tudo isso.

     E se, ao longo de uma vida sem expectativas, tenha o sonho razão? Se o sonho, no fim da história, é a verdade por trás da ilusão?

     This adventure will be written in Portuguese, but all other adventures will still be in English. So, don't worry. You'll be able to read them. Also, there will be no soundtrack music anymore. The reason is that I have a really hard time writing, and when I'm tired, really tired, after doing revision and revision, I have to search for the music on the net and that adds 15% more time to a working day, so it's no good.
     (By -- Dec 2012 -- All Stories will be in Portuguese, but all other content will be in English, because I need all players to understand exactly what's happening, and I can't grant they speak English enough to read).

          # Tetrus ut Tur - O Garoto da Gaiola das Loucas

     Verhut, ninguém de bem vai a esse lugar. Não que a região onde a Gaiola das Loucas fica seja nem o mínimo mais animadora que esse lugar. A Capital tem áreas industriais, muito extensas, e algumas abandonadas. Aquilo ali deve ter sido abandonado pelas entidades boas, se é que algum dia elas já pararam pra prestar atenção no lado subvertido da imensa zona oeste da Capital, porque se sim, elas fazem isso com medo.
     Assim, o Orfanato Verhut só existe.
     Faz já mais de quinze anos que uma única enfermeira, a única com coragem pra isso, faz o mínimo que o estado deveria fazer, cuidar daqueles a quem a esperança já abandonou.
     Apesar disso, ela adora o pequeno Tetrus.
     O único pão do cesto que não é mofado, apodrecendo ali com picadas de injeções de ódio contra os ricos, que mantém ali na região uma polícia especial para manter os restos sob controle.

     Mas não o Tetrus, a enfermeira não pode revelar que gosta dele, mas tenta fazer o possível pra que ele não termine o dia comendo cupins. Ela teve até que mudar ele de quarto, e ele é o único que tem um quarto só pra ele, por um motivo óbvio.
     O pequeno Tetrus, estranho ali, no meio de delinquentes esquecidos, bom,...
     Há um ano e meio atrás, Tetrus violou as leis dos, não que haja leis ali, criadores de confusão do lugar, ao revelar que haviam colocado alucinógenos em toda a comida.
     E era verdade, a comida toda foi jogada fora e ele foi marcado. Não que aquilo fosse diferente do que ele passava na rua, quando tinha de ignorar as mulheres que andam ali, algumas armadas, e as gangues, mas aquilo era diferente. Os outros pães, todos podres, tornaram a sua vida um inferno, não que ele acredite nisso, mas isso poderia explicar que lugar é esse facilmente.
     Além disso, ele anota tudo que pensa nas paredes, porque o sentido da vida já se perdeu. Vozes, sonhos inexplicáveis e o medo dos alucinógenos dividem seu tempo -- isso, se não for o medo do veneno de ratos.

     Assim, se não bastasse isso tudo, coisas estranhas acontecem com ele.

     Ele vê coisas, ouve vozes nas sombras, e sabe quando as pessoas estão pensando algo de bom, o que não é muito comum entre os outros habitantes daquele inferno. Ele também sabe identificar comida. Bem, isso não é nada tão sobrenatural, mas a Gaiola das Loucas -- nome dado pelos traficantes locais ao Orfanato Verhut -- tem quase nenhuma comida com o pouco dinheiro que tem, dado pelos herdeiros dos terrenos semi-abandonados das indústrias antigas dali, e encontrar comida tem sido sua habilidade mais essencial à vida.
     Tetrus fica trancado no quarto, a maior parte do tempo.
     Ainda mais porque há um mês ele estava no seu canto, entre uma porta e uma escada de incêndio lateral, quando todas as luzes da festa se tornaram azuis. Sem explicação. O grupo de criadores de confusão estavam olhando para ele, que avaliava se devia fugir, quando isso aconteceu, e a enfermeira disse que isso era normal. Bem, não era, e para sua felicidade nenhum deles quis chegar perto para lhe perguntar.


     Em uma manhã fria, que uns outros garotos haviam olhado demais pra ele no pátio, ele estava decidido a ficar no quarto para prevenir, mas foi surpreendido por batidas leves na porta. É claro, que ele ficou em silêncio. Não sabia o que fazer, e já estava com medo de coisas estranhas acontecerem, mesmo que tenha sido isso a única coisa que manteve os outros longe dele, que mesmo jovens, nunca tiveram ou foram nada de bom, mas ali em silêncio ele ouve então a voz da enfermeira, lhe chamando.
     -- Tetrus, sou eu - disse ela. Sem nenhuma sensação de segurança, ele foi e abriu a porta, olhando por uma fresta -- Tetrus, você tem uma visita.

     O homem tinha cabeços negros, era branco, e tinha roupas de gente, um casaco cobria seu corpo, e ao olhar, o garoto não sabe quem é.

     -- Não fui eu -- ele rapidamente se defende.
     -- Tetrus, por favor -- pede a enfermeira -- Este é o senhor Emmet Wills.
     -- Prazer, Tetrus -- a voz dele era diferente da voz de qualquer pessoa que ele conhecera na vida, e sente que ela passa muita experiência de vida, e confiança -- Podemos conversar?

     O garoto abre a porta, e o homem entra, observando tudo, para parecer preocupado logo a seguir.
     O quarto de Tetrus é uma bagunça, tem sacos de lixo com coisas coletadas do lixo, pedaços de papel amassados e um armário que nunca deve ter visto um pano. As paredes. Todas elas são sujas, e há coisas escritas nelas. Não fazem o menor sentido. Deveriam ser números, mas são só letras, com traços entre elas, umas anotadas sobre as outras, com símbolos que deveriam ser de matemática, confusos e sem sentido. O homem parou ali, olhando. Suspirou, e então se virou para o garoto.
     -- Muito prazer, Tetrus, eu sou o Professor Wills.
     -- Professor? -- apertou o olho de lado, cheio de dúvidas -- O que você quer?
     -- Estou aqui para te oferecer uma bolsa de estudos em,..
     -- Eu aceito -- a simples mensão de que sairia daí foi o bastante para confiar nesse homem, mas ainda assim deu um passo para trás, pois ele podia só querer usar ele para traficar pra ele, e analisou Wills meio de lado.
     -- Você,... -- Wills suspirou,... -- Me diga, você vê coisas ou tem visões?
     -- Porquê? O que você quer comigo?
     -- Estou aqui com O Presente,... um convite, para te entregar. Veja.

     O garoto pegou o papel, um envelope pardo. abia ler. Sabia, porque tinha de sobreviver na pior região da Bahia, e se entrasse na rua errada ele sabe muito bem o que poderia acontecer, porque viu isso muitas vezes.
     Ao abrir o lacre, uma cera vermelha estranha, uma energia translúcida se formou. Ele olhou aquilo com medo -- mas, se fosse uma bomba, esse homem não teria ficado para ver ele ler. Caiu sobre sua mão um pingente. Um círculo com uma gota no meio, suspensa sem nada ligando ela ao metal que, ou ele está louco, ou é ouro. Todos os traficantes preferem pagamento em ouro. O pingente era macio, parecia meio vivo -- na mesma hora ele pensou que se alguém descobrir que ele tem isso, ele será morto.
     Havia um pequeno envelope, dentro do maior. Ele abriu. Assim,... Leu. Leu e releu, várias vezes. Seus olhos estavam arregalados, e ele é muito magro, com um cabelo preto confuso -- o Professor parecia lhe observar cada músculo, e ele sabe disso.
     -- Se você aceitar, deve saber que temos leis, e ninguém está acima da lei.
     -- O que isso aqui quer dizer? Diz aqui, "Magia",...
     -- Infelizmente, só ouvimos falar de coisas estranhas por aqui há bem pouco tempo, bem, não as coisas que você vê de estranhas nas ruas, digo, Magia, e só agora te localizamos.
     -- Sabia -- ele disse, e apertou os olhos -- Você tem como provar isso? Eu quero ver,...
     -- Tenho sim -- e o Professor tirou um pedaço de pau do casaco.

     O homem olha para as paredes, e então se curva até tocar o espeto no chão, e diz:

     -- Akhramassi -- de uma forma meio estranha.

     A partir do lugar onde ele tocou o chão, agora todo o quarto fica, aos poucos, branco. As paredes, e tudo o que estava nelas, se apara, como se a pintura de quando foi construído estivesse de volta, e o garoto abre a boca, sem conseguir evitar. Engoliu em seco. Tetrus olha para o homem como se ele fosse um alienígena, mas respira fundo, inclina a cabeça para o lado direito, de leve, e decide esperar pelo que ele vai falar.
     -- Você vai poder aprender isso, na Escola, -- o homem se levantou -- e vai conhecer pessoas como você, e mais um monte de outras pessoas com capacidades especiais diferentes, bem,... diferentes das que você tem, mas,...
     -- Mas? Eu já aceitei. Podemos ir? Agora? Eu estou pronto.
     -- Calma -- ele estava pensativo -- Eu tenho duas semanas muito complicadas agora, com reuniões políticas, então você vai ter de esperar duas semanas, e então, os agentes educacionais vem te buscar.
     -- Duas semanas,... Duas semanas,... -- ele começou a andar. Tetrus andava tenso para um lado e para o outro, sem parar.
     -- Você tem de se comportar -- diz o Professor -- Se não você vai perder a bolsa de estudos.
     -- Duas semanas é tempo demais,... -- ele para, e arregala os olhos.
     -- Sinto muito. Daqui a duas semanas, os agentes educacionais vem te buscar. Agora eu tenho de ir, Tetrus, e ah, espere.

     O Professor se abaixou, e tocou o chão com o espeto.

     -- Teneate -- e as paredes voltaram ao normal, enquanto ele se erguia.

     Olhou para as paredes, observando aquilo tudo.

     -- O que são essas coisas, Tetrus?
     -- Eu,... não sei. Duas semanas é muito tempo. Não podemos ir agora, Professor?
     -- Não tenho como te levar agora,... E não tem porque tanta formalidade, me chame de Wills. Eu gosto desse nome, e você, se cuide. Muito prazer, Tetrus.
     O homem ficou com a mão esticada, mas o garoto ficou olhando, mas depois de uns segundos acabou apertando a mão dele. Uma mão bastante calejada a desse professor, e ele tem um aperto de mão forte.
     -- Te vejo em duas semanas -- se despediu Wills.

          # O Último Dia

     Tetrus ficou ali, vendo a porta que se fechou, sozinho e apavorado. Dito e feito, ele ficou no quarto dois dias, pra evitar qualquer coisa, mas teve de sair. Viu que as pessoas o olhavam, pareciam saber.
     Voltou e ficou ali, sem sair mais.
     A enfermeira levou comida, que ele pegava pela greta da porta. Sabia que qualquer coisa será motivo pra que qualquer daquelas pessoas sem alma,... lhe,... não queria pensar,...
     Tinha muitas dúvidas, precisava saber se aquele homem era real,... ele parecia real,... Saiu para ir falar com a enfermeira, mas foi cercado no corredor.
     -- Você vai embora, não é, Truques? -- era o apelido dele, e de repente o outro avançou.
     Deu-lhe um empurrão, um soco na cara, e Tetrus revidou com um soco no nariz. O outro tropeçou, e caiu de cara no chão, e ele correu, correu como se não houvesse amanhã.
     Faltava só um dia,... havia perdido. Agora, ia ficar preso ali para sempre. O desespero de repente fez ele ficar cego, e ele tateou até um canto, onde se encolheu e ficou.

     Duas horas depois, perdido ali, sem lágrimas porque não tem água para beber, ouviu batidas na porta e a voz da enfermeira.

     -- Tetrus, você tem uma visita. Abra a porta -- Ele tateou no breu, achou a porta e abriu, mas não viu a luz entrando.
     -- Oh! Pelos Antigos,... -- ouviu a voz da enfermeira.
     -- Deixe-nos, por favor. Depois eu volto, e conversamos sobre isso -- era a voz de Wills.
     -- Sim, sim. Ele não pode ficar aqui, você tem de levar ele,...
     -- Eu sei, enfermeira. Muito obrigado por ligar.
     -- Então,... está bem, está bem -- e ele ouve a enfermeira andar, indo embora.
     -- Teneate -- diz a voz do Professor, e os olhos doem.

     A luz voltou, mas seus olhos doeram, e ele aperta o rosto até ver outra vez.

     -- Pegue suas coisas, Tetrus. Estamos indo embora agora.
     -- Já está tudo pronto, desde o outro dia -- e correu para pegar dois sacos de lixo com todas as coisas que tinha, o que era uma outra roupa, e as anotações, que ele fez de tudo que havia nas paredes.
     -- Então, vamos embora agora -- estavam saindo, quando Wills parou -- O que são essas coisas, Tetrus?
     -- Você pode apagar isso, Professor? -- pede ele, com medo. O homem saca a varinha e toca o chão.
     -- Akhramassi -- e tudo desaparece das paredes -- Vou querer conversar com você sobre isso, depois, mas esse não é nem o tempo e nem o lugar para isso. Vamos.

     Andaram por um corredor, com olhares malditos em todo rosto que se via, mas ninguém fala nada, nada, parecia um velório. Descendo o prédio, o Professor viu no rosto de todos ali. O ódio incontrolável deles, velado apenas por algum tipo de força invisível. Sem dúvida, Tetrus não teve uma vida agradável naquele lugar, pensava ele.
     Ao sair do portão, estragado há décadas, Tetrus parou e olhou o prédio. Todos estavam olhando. Em silêncio, ele sabia que todos ali estavam amaldiçoando sua vida, e não sabe porquê nenhum deles terminava aquilo de forma terrível agora mesmo, e ao pensar nisso sabia que não sentiria saudade.

     Assim, eles andam por uma área lateral do bairro.

     Não consegue acreditar, quando o Professor avança para um dos lugares mais barra pesada da região, e ele olha para um mendigo faminto num canto, um cara na entrada do gueto. Quer perguntar para o Professor se ele sabe o que está fazendo, porque aquilo é suicídio, mas ele para. Para, em frente a um lugar sujo, uma casa da luz da noite e simplesmente abre e entra, o menino respira fundo e entra também.
     Há um cara fumando não sabe o que numa mesa, e um bêbado desmaiado num outro canto.
     Eles avançam, e vão até a mulher velha e sem dente no fundo. Ela olha o garoto, avaliando se seria bom com patatas, ou pelines, molho branco, talvez, e sorri um sorriso torto.
     -- Ora, ora -- diz ela, como uma ave de rapina -- Wills? Aqui?
     -- Estou a serviço da Agência, e da Escola. Preciso usar a sua sala de teleporte.
     De repente, o olhar da mulher se modificou, e ela olhou cheia de medo para o garoto, e ele nunca, mas nunca iria esquecer aquele olhar. Era ele que sentia medo dela, mas de repente, era o contrário.
     -- Sim, sim, claro. É a oitava sala, depois da forca -- ela parecia não querer respirar.
     -- Obrigado. Vamos -- ordenou e puxou Tetrus, continuando -- Não olhe para as portas.
     Havia um quarto aberto, e ele olhou, uma mulher deitada na cama. Ela estava,...
     O Professor pegou seu espeto e a porta se fechou quando ele apontou, com um estrondo. Aliás, ele fechou todos os quartos, e logo depois havia um fosso com uma forca, e eles entram na próxima porta.
     Uma sala cheia de vidrinhos, estantes com ervas e tem um cheiro estranho. Pareciam drogas, drogas estranhas, todas separadas em diversos vidrinhos com rabiscos neles.
     -- Você não tem um nome mágico,... -- diz o professor, em dúvida.
     -- Tenho -- disse urgentemente o garoto -- Nunca soube que isso era um nome mágico, mas eu tenho. Eu que criei.
     -- Vai ter de servir, não temos tempo pra uma escolha mais adequada. Se alguém lhe chamar por esse nome, você atenderia? Essa resposta é muito importante, pense muito b-,...
     -- Sim. Mas ninguém sabe esse nome -- responde o garoto.
     -- Exelente -- Wills parece feliz -- Não se preocupe, porque os símbolos do giz-de-chão desaparecem depois do aporte.
     A urgência era óbvia, e em menos de um minuto Wills para, pensa, e desenha um símbolo no chão. Não. Vários e vários deles, e rapidamente terminou o ritual.
     -- Encoste aqui. Isso. Não tire a mão, hora nenhuma.

          Como se fosse possível,...

     De repente, tudo foi embora, ele estava preso ali, e de repente estava em outro lugar. O desespero, presente. Era como se ele fosse um fugitivo, mas não sabe porquê isso tudo está acontecendo. Achou que ia perder tudo. Ficou cego, de tanto medo. Ele nem caiu, quando se desequilibrou, afinal, era como se ele houvesse feito isso toda a vida, sumir, se esconder, e ou fugir.
     -- Pronto, Tetrus. Você está no Templo das Termas, o lugar mais seguro do mundo. Aqui, você não precisa se preocupar com nada. Venha. Eu não posso ficar aqui -- ordenou o Professor, ainda observando todos os detalhes das reações dele. O Professor tem nos olhos saber que Tetrus sabe tudo o que ele faz, sem palavras, como que por pura intuição.
     Tetrus não sabia onde era aqui, mas era o lugar mais fantástico que já havia pisado.

     Andou um monte de corredores, e tudo era iluminado por tochas. Viu diversos homens, todos com roupas estranhas, mantos alaranjados, e vermelhos, e marrons, e Wills o deixou em uma suíte. "Te vejo na Escola, Tetrus. E, se comporte", despediu-se Wills e ele ficou ali deitado na cama, quando a porta se fechou. Ele olha em volta. Há uma cascata, "Dentro do quarto!", tinha uma série de janelinhas pequenas lá no alto. A luz vinha de lugar nenhum, mas ele via o que via e não conseguia pensar em nada, não queria pensar em nada, ele era um vazio, uma vida que não sabe o que é conforto. Não sabe o que é nada do que vê nesse lugar, mas as estátuas são bonitas, de pedra cinzenta com ranhuras irregulares, e a água balançando faz ele relaxar, não, ele nunca relaxa, mas aos poucos ele se deita, cansado, e decide dormir.

          Será que isso é felicidade?

     Suspirou, tentando simplesmente não pensar.

          Adormeceu.

          (Fim do Prelúdio)

     Sim sim, isso é só o começo.

Espero que esteja curtindo as histórias, e não se esqueça,...
          Fique ligado.

No comments:

Post a Comment