Olá, e Seja bem vindo.
Eu sou Sol Cajueiro e este é o meu Blog.
# A Escola dos Mil Herdeiros
O mundo de Tanahta é um mundo singular. Guerras. Devastação. Tudo o que um mundo antigo passou após ir de uma era mítica para uma era espacial, no mínimo tempo possível de cerca de dois meses, isso torna os Herdeiros as pessoas mais fortes do Império. Há mais. Há mundos que sofreram terrores tão próximos, e as raças ejik se unem a outras raças para confrontar inimigos desconhecidos, terrores noturnos e tecnologias estranhas, que fariam o cérebro de um cientista ferver.
Isso é, agora, tempo atual, Anno 2.056 da Aliança.
Melhor ler que eu explicar em minúcias. Os detalhes seriam longos demais, e acredito que explicar não seria o bastante para tudo isso.
O que o mundo faria sem expectativas e reviravoltas inexperadas?
This adventure will be written in Portuguese, but all other adventures will still be in English. So, don't worry. You'll be able to read them. Also, there will be no soundtrack music anymore. The reason is that I have a really hard time writing, and when I'm tired, really tired, after doing revision and revision, I have to search for the music on the net and that adds 15% more time to a working day, so it's no good.
(By -- Dec 2012, I've decided that all Stories will be written in Portuguese. All other posts, about story creation, rules, narrative techniques, and worldbuilding, conlangs and Blog posts, will be in English. Thank you).
# Otto Saibon - O Garoto que Cria bugigangas
Hoje temos um mundo com uma história complexa, e que é o único mundo das raças ejik que teve de passar pelo processo de terraformagem. As pessoas, Herdeiros naturais e estrangeiros, convivem hoje em um mundo que já esteve considerado morto, mas a vida continua.
O Senhor Saibon é um descendente dos herdeiros deste mundo.
Também casou-se com uma mulher maravilhosa, e assim, tiveram um filho herdeiro. Mas nada disso é importante, e isso tudo são lendas do passado.
Ao que parece, eles estão bastante enganados.
O pequeno Otto Saibon é um capetinha, um menino que talvez no futuro tenha problemas de coluna porque fica a maior parte do tempo debruçado sobre manuais de construção de brinquedos, e bugigangas variadas, o que lhe vale muitas vezes para se defender na escola. Que garoto, mesmo forte, vai querer ser acertado por engenhocas que cospem ervilhas malignas, sob pressão? Sim. Ele também ganha algum crédito, quando os outros meninos vem lhe pedir para construir brinquedos, e isso lhe ajuda a comprar novos manuais, e a aprender a construir novas geringonças que quase contrariam a física estabelecida.
Seu pai passa a maior parte do tempo viajando ou analisando as bolsas de valores. Não, eles não são ricos, mas seu pai tem muito status.
Assim, o Senhor Saibon é um comprador. O contrário de um vendedor. E ele já tentou explicar para o seu filho, sem muito sucesso, que centavos fazem uma diferença impressionante, quando se compra toneladas, mas Otto não entra no escritório de seu pai sem ser convidado. Só entra quando seu pai fala "Pega minha cigarrilha no meu escritório pra mim, meu filho", e ele fica impressionado em ver um computador com oito torres, e vários monitores flutuantes.
É claro que ele não entende as linhas que sobem.
Seu pai raramente recebe pessoas ricas ou importantes, pois prefere ir a lugares onde os ricos e importantes gostam de ir, assim, viver é caro mas dá muito dinheiro.
Um dia o Senhor Saibon reune a família e explica, nervoso, que vai precisar receber um funcionário de alta patente da Frota da Aliança, e estava incisivo quanto às regras. Nada pode sair errado. Essas pessoas são importantes, e você perde tudo o que tem se eles não forem bem recebidos, você se torna um pária, as notícias voam a dactilus, não que a família Saibon saiba muito sobre dactilus. Eles não sabem. Não sabem nada que fuja da rotina, Otto sabe que seu pai tem muito orgulho de suas pequenas invenções, e até já falou na escolha da escola para a qual ele deveria ir, e insiste que noções de engenharia deve começar cedo, e também se orgulha de seu filho passar os colegas para trás com bugigangas de baixo valor, afinal, é disso que o mundo é feito: oferta e procura.
Ensaiaram tudo, até algumas falas, e a senhora Saibon escolheu as roupas.
E então, os convidados chegaram. Um senhor e sua esposa, que são recebidos por Otto abrindo a porta com todo o orgulho, e seu pai aperta a mão do oficial, rapidamente eles fazem o casal se sentir em casa. Nada pode sair errado. Assim, logo depois da conversa inicial, sobre as chuvas na capital -- uma cidade enorme, na Bahia que existe no centro sul do grande continente, eles trazem sem pressa os convidados para a sala de estar.
O jantar é servido, e o Senhor Saibon explica sobre os dons de seu filho, que então explica como se faz uma bússola com materiais reciclados. Isso pareceu impressionar o oficial.
Bem, então, enquanto Otto fingia não estar com fome e comia com paciência, de repente seu prato sumiu.
Sumiu, bem diante dos seus olhos.
Otto olhou para sua mãe, que olhava para a comida sobre a mesa. Sua mãe se levantou, dizendo "Com licença,..." (e Otto viu ela segurar a toalha da mesa), ",..eu vou na,...", e então, sua mãe torceu o pé e foi ao chão.
Levou com ela toda a mesa, pratos, panelas e talheres, suco de amoras, tudo tudo, e todos se levantaram de uma só vez.
Assim, Otto ajuda sua mãe, e o oficial diz que sua esposa é enfermeira, e logo, a visitante conferiu e dizendo que a Senhora Saibon está bem, coisa que ela mesma ficou repetindo o tempo todo. O Senhor Saibon estava vermelho, pedindo desculpas o tempo todo, e o oficial disse que não havia problema nenhum, que ele mesmo já havia até passado por isso uma vez. Ele derrubou a mesa em cima do Chanceler de Kalaummuklutwa, Akkoya, a Capital, e disse que o mais importante é que a Senhora Saibon está bem.
A Senhora Saibon então fez pizza, depois que ela e a visitante -- ela insistiu -- limparam tudo, e Otto teve de ajudar a limpar e ficar olhando a massa ficar pronta.
O oficial e o Senhor Saibon vão para a sala ao lado, fumar um charuto e rapidamente a conversa se focou em bolsas de valores, e necessidades de compras da Frota da Aliança. Também tomaram umas duas ou três cervejas maltadas, artesanais, e a conversa se estendou por bastante tempo.
Acabou se tornando uma noite muito interessante.
Ao final, a família se despediu dos convidados e ao fechar a porta, então, todos se olharam meio tensos.
-- O que foi que aconteceu? - questionou o Senhor Saibon.
-- Eu me desequilibrei, e caí de madura -- disse sua esposa, tentando ser convincente.
-- Eu vou para o meu,...
Ouviu-se um ruidoso "Pop!".
-- ,... quarto - terminou o garoto.
Mas ele terminou a frase já dentro do seu quarto, e assim, gritou a todo pulmão.
-- Mããããaaaae!
Em instantes, seus pais chegaram. Eles tinham os olhos arregalados, e muito tensos eles mediram sua temperatura, seu pai mandou sua mãe ir pegar água pra ele, e fez Otto deitar na cama.
Sua mãe chegou com a água, ele bebeu, ficou tonto e dormiu.
# Os Espiões do Mal
Otto acorda sentindo seu corpo todo cansado, mas bem.
Sentiu fome na mesma hora que se sentou. Desce as escadas do segundo andar, e vê que a luz sobre a mesa estava acesa, e que havia um bilhete sobre a mesa.
"Seu pai teve de viajar. Tive de sair. Tem comida. Não esqueça de colocar o lixo pra fora. Mãe", ele leu, e ficou parado um momento, pensando.
Vai até a cozinha, e viu que a geladeira está cheia, e o congelador também, e era muita comida.
Comeu, depois andou pela casa coletando o lixo. Abre a porta da frente, sem pressa, e vai colocar o lixo na caixa de coleta, mas então, olhou para a frente -- Há um gato preto, no gramado sem luz do vizinho em frente.
Olhou para um lado, depois para o outro. Todas as casas, as luzes desligadas, todos os vizinhos viajaram ao mesmo tempo, e havia um sedã preto parado lá no fim do quarteirão, há umas cento e cinquenta medidas. Ele teve certeza, na mesma hora. Olhou, só pra saber se o gato não estaria lá de novo, e não estava.
"Pronto", pensa, "Agora os Espiões do Mal vão chegar, e me sequestrar".
Voltou pra dentro de casa, já fazendo seus planos.
Assim, verificou toda a comida que havia, molhos, quantos vidros de pimenta havia, mostarda, plenices, e também as "Ervilhas do Mal", sabia onde estavam as caixas de costura, e tinha muitas peças de brinquedos para organizar a defesa, e assim repassou mentalmente o esquema de construção do bodoque que havia criado há uns seis meses, e correu para começar a construir as defesas.
Na hora que os "Espiões do Mal" chegarem, vão se dar muito mal.
Uma hora depois tudo estava pronto.
Decide usar também os brinquedos que estavam guardados na caixa, com um papel anotado com o dia de hoje, oito, que ele ignorou, suspirando porque sua mãe guardou as coisas que ele estava montando ontem. Ela sempre faz isso, pensa ele, e todos os dias as coisas não estão mais no mesmo lugar. Assim então, Otto arma o bodoque-besta e escala o telhado fora do seu quarto, para ficar num lugar onde "Eles" nunca vão conseguir chegar.
O pequeno furinho no seu braço, como o de um exame de sangue, o incomodava.
Esperou, e realmente, uma hora depois um utilitário parou, em frente ao seu gramado.
"Eu sabia! São os Espiões do Mal", e esperou.
O motorista sai, um homem grande, branco e de cabelos curtos pretos. O sobretudo denunciava que ele era mesmo um espião, e acendeu um cigarro. Sem dúvida, os Espiões do Mal sempre fumam,... Daí, o outro, um espião mais magro, "Esse é o mínimo" (pensa Otto, apertando os olhos), "O lacaio", saiu do carro e se lembrou de que havia esquecido uma coisa no carro, um envelope pardo.
Os dois homens se dirigiram para a entrada da casa.
Bateram a campainha, uma, duas, três vezes.
-- Mas não é possível -- disse um deles, não dava pra ver qual, mas pela voz era o lacaio -- A central garantiu que ele estava em casa. Vamos ter de entrar, de um jeito ou de outro.
"Central?! Eu sabia,...", concluiu o garoto, e se agarrou ao seu bodoque-besta, armado com as Ervilhas do Mal, uma coisa contra a qual os espiões não teriam a menor chance.
E então, ele ouve uma palavra esquisita, e a porta da entrada se abrindo. O homem entrou, e não percebeu o barbante no chão.
PPPPpplláááááaaahhhhhhhhh,.......
Ele foi arremessado, por um aríete amarrado no umbral da porta, que desceu e acertou ele bem no peito. Só parou umas cinco medidas depois, caído no gramado.
-- O que foi essa,..... ($%@?),..
Mas o outro homem estava rindo, rindo e sua voz era grave, quando se aproximou do outro caído no chão e jogou o envelope pardo sobre ele.
-- Esse é o seu trabalho, agente. Te espero no carro. Hahahaha-haa,...
"Agente?! Pronto, agora tá confirmado", raciocina o garoto.
O agente se levanta, ele tem um pedaço de pau na mão, pega o envelope e vai para a casa. Logo que chegou à sala de visitas, foi coberto de molho para massas, além de tomar uma paulada na cabeça. Páh! Caiu no chão, e ficou ali falando palavras sem sentido. Foi para a cozinha, e se esquivou da armadilha na porta, mas não da outra que havia na mesa, e escorredou no chão, caindo e gritando "AAaaahhh", mas isso ele merecia, afinal, era um Espião do Mal e estava ali para sequestrá-lo,...
Ele escapou do bife congelado da janela da cozinha.
-- Acho que estou entendendo o que está acontecendo aqui,...
Otto agarrou o bodoque-besta mais forte.
Ouviu uma série de palavras, que nunca havia escutado, "Ele está falando outra língua,... Isso é a prova final, ele é mesmo um Espião do Mal", e "Toma isso!" quando ouviu que ele caiu na armadilha da escada, feita com muita pimenta, molhos, um travesseiro de penas, e os tacos de jogo de campo de seu pai. Essa doeu. O espião ficou ali, deitado no chão um bom tempo, mas ele é durão e se levantou.
Uma palavra esquisita, e ele escapou da armadilha do corredor. Fez um silêncio enorme fora do quarto. A única coisa que se ouvia era a rizada alta e prazeirosa, do outro espião lá no carro. "Aquele é o chefe,... Vou ter de lidar com ele depois,...", raciocinou o garoto.
Escalou o telhado e ficou de frente para a porta do seu quarto, armado.
Uma a uma, as armadilhas eram desfeitas, mas,...
O espião não havia entrado, ele estava desafazendo as armadilhas do lado de fora. Isso é terrível, ele é muito melhor que o garoto havia pensado, e de repente,...
-- Otto,... -- "Ele sabe meu nome?,...", pensou ele -- eu não vou te fazer mal.
-- Você é um Espião do Mal, que eu sei! Fique longe! Eu estou armado -- gritou para a porta, armado com ervilhas assassinas, afinal, as ervilhas são do mal.
-- Eu tenho uma boa notícia para te dar,... Tenho de te entregar uma coisa, Otto. Eu vou entrar.
E a porta começou a se abrir, mas ninguém a estava abrindo.
-- Fique com as mãos onde eu possa ver! -- gritou Otto, ligando a lanterna.
-- Está bem,... calma,...
E assim, o espião do mal, todo coberto de molhos, pimentas, ovos, farinha, e penas, entrou com calma e ficou visível no vão da porta.
-- Eu vim te entregar isso, Otto. (o envelope pardo,...) É um convite, muito especial.
-- Abra e leia, você! -- ordenou.
-- Olha, eu não posso abrir. Tá, vou te mostrar,...
O espião do mal pegou o envelope, que tinha um lacre vermelho como o de uma carta oficial do império, e tentou rasgar para abrir. De repente, o envelope se fechou sozinho, e o lacre voltou ao mesmo lugar.
-- Viu? Eu não posso abrir, Otto. Só você pode abrir.
-- Me dá isso aqui -- ordena ele, e ligou a lanterna forte para o agente do mal ficar cego, uma lanterna que ele amarrou no boné com fita adesiva.
Abriu o envelope, com uma mão só, e ainda apontando o bodoque para o espião, leu.
"Senhor Otto Saibon. Você foi aceito na importante e antiga academia A Escola dos Mil Herdeiros, para receber, se assim aceitar as Leis de nossa sociedade, educação especial. A Escola é privada. Você irá estudar Magia, Manifestação e Poder, além de matérias essenciais para sua condição, e deve se apresentar dia 21 do Mês Primeiro.
Segue uma lista de materiais e livros que você deve levar, e todo o resto é fornecido pela Escola, em razão das suas aptidões especiais.
"A propósito, Feliz Aniversário" (escrito a mão).
(Havia uma assinatura que não conseguiu ler no final).
-- Que tipo de idiota você é? - Otto imediatamente perguntou ao espião.
-- Eu sou um agent,...
-- Eu sabia! Você é um Espião do Mal! Hoje não é meu aniversário. Hoje é dia sete, e meu aniversário é treze. Você está mentindo! Você é um Espião do Mal.
-- Não, Otto. Hoje é dia treze do mês primeiro. Veja no equipamento de mídia, ali na parede -- ele olhou, e era. Essa era a coisa mais louca que havia visto na vida -- E eu não sou um espião do mal. Eu sou um bruxo.
Aquilo era a coisa mais sem sentido que um espião poderia dizer. Depois de alguns segundos, Otto se moveu.
-- Prova -- ordenou ele ao espião.
-- Você teleportou, e então a Agência Educacional ficou sabendo. Você vai adorar a Escola. Você leu só o cartão, mas há um pingente de ouro junto com ele. Ele é a prova. Calma, que eu vou te mostrar.
O homem calma e lentamente tirou um espeto de dentro do casaco, e apontou para a sua cama. Ela começou a levitar em pleno ar. Otto ficou de boca aberta, mas nessa hora, em que o homem pousou a cama e guardou o pedaço de pau, sem querer, o bodoque-besta atirou. Ele se desequilibrou, ali no telhado, e enquanto o homem tomava uma salva de tiros de ervilhas do mal, o garoto jogou a arma para trás para usá-la de alavanca e se equilibrou.
-- AAahhh,.... mais pimenta,.... aahhhh,... meus olhos,....... -- grita o agen,... bruxo, ou o-quer-que-seja.
E assim, o homem pegou o espeto e apontou para si mesmo. Toda a sugeira saiu dele e ficou suspensa no ar.
Otto viu aquilo, e sua boca ficou aberta de surpresa, mas ele ainda estava tonto. O telhado cedeu, a telha quebrou, e Otto começa a cair,... até tenta se agarrar na janela, mas seus dedos não alcançam. Está no ar, vai cair e se dar muito mal, e então se lembrou de sua cama, e desejou estar sobre ela, vendo o chão se aproximar, e então, de repente ele cai sobre a sua cama, e balança, vendo que não se machucou. Ele teleportou.
-- Ele caiiiiiiu! Corre! Vê se ele está bem! -- grita o bruxo pela janela. O outro homem, lá no carro, se contorcia de tanto rir.
Otto olhou para o quarto, de olhos arregalados, ouvindo o homem bruxo agente do mal gritar para o outro que ria alto pela janela, desesperado, e se levantou.
-- Corre! Faz alguma coisa!
-- Moço,... -- Otto segurou e puxou a camisa do bruxo, que olhou e depois de novo para a janela, e parou.
-- O qu,...
-- Eu teleportei -- e ao dizer isso o homem ficou parado, até entender.
-- Voc,.......
-- É. Eu acredito em você, agora.
Ouvir aquilo deve ter sido como ter uma visão do paraíso.
O bruxo suspirou, em alívio. Descem calmos para o andar térreo, e o outro homem, o "Chefe" veio para dentro da casa, e não conseguia parar de rir nem por decreto imperial.
-- Eu vou contar essa história pro resto da minha vida! Hahaha-ha-haa,...
-- Isso era um trote! -- gritou o bruxo -- Vocês vão me pagar por isso -- mas não adiantava mais, e Otto já estava rindo com ele. O tal bruxo havia se ferrado.
Aos poucos eles se acalmaram, e Otto pegou o envelope.
Havia mais alguma coisa nele. Ele inclinou um pouco, e caiu sobre a sua mão um pingente de ouro. Parecia,... vivo. Quente. Era um círculo com uma gota no centro, mas não havia nada prendendo a gota ao círculo.
-- Essa,... -- diz o garoto, em dúvida -- Escola,... Como é essa Escola?
-- Vou te mostrar, Otto -- disse o grandão, sorridente, sua voz era grave.
Fez a arma de linhas de uma maquete no ar, e seu computador imprimiu no ar uma série de construções, tão enormes e incríveis, que Otto fica pasmo. Não conseguia falar. Eram castelos, torres, um forte imenso, e diversas construções, compridas, pequenas, grandes, estranhas ou belas, ao longo de bosques e um lago, havia uma ponte e depois o holograma acabava. Havia uma bugiganga maluca no meio, bem no alto. Ele não tem o que dizer. Tomou a sua decisão, nesse mesmo momento.
Irá estudar nessa Escola, custe o que custar.
(Fim do Prelúdio)
A história não acaba aqui, e isso é só o começo.
Espero que você esteja se divertindo ao ler, como nós nos divertimos jogando, e,...
Fique ligado.
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